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quarta-feira, 11 de junho de 2014
Preparando a viagem para a França! Contagem regressiva!
O processo de viajar com crianças implica em toda uma preparação. Gostamos de deixar o Enzo envolvido com os locais a serem visitados, provocando sua curiosidade e animação. Para isso, sempre que possível, os livros e revistas especializados podem dar uma mãozinha providencial!
Para Paris há muito material a ser explorado! Tanto livros de viagem específicos para quem vai com criança, como livros infantis mesmo, com aventuras passadas na cidade, para ambientar os pequenos com o que vai ser visto e conhecido. Bruxa Onilda vai a Paris mostra a bruxinha passando por vários pontos turísticos e Penélope no Louvre é um delicioso livro de dobraduras que familiariza a criança com os highlights do museu a ser explorado.
Como o Parc Asterix está no nosso roteiro, ainda que não seja certeza de conseguirmos ir, trouxe um livro de quadrinhos para apresentar a ele os heróis franceses. Ele curtiu muito, apesar de termos lido em muitas noites, pois é bastante complexo para a idade dele.
Além do guia de mapas (mais para mim, é claro), consegui dois 'guias' para crianças. O do Lonely Planet - Tudo o que você sempre quis saber, é mais para crianças maiores, mas ele leu os balõezinhos e absorveu algumas informações aqui e ali.
Outro guia que ganhei inesperadamente de uma blogueira de viagens ao postar no grupo de viagens em família que estava fazendo essa preparação foi o Londres e Paris para Crianças, que tem algumas dicas de passeios específicos.
Ainda vimos uma parte do Corcunda de Notre Dame (não dá pra ver tudo, é muito pesado e triste!) para criar curiosidade pela grande igreja e seus gárgulas.
E, por coincidência, o filme Peabody & Sherman, que estava passando nos cinemas por essa época, despertou sua curiosidade pela 'rainha que comia bolinhos' e seu destino!
Pena que de Barcelona não encontrei nada específico para crianças...
Ah, e não esqueçamos do nosso caderninho de viagens que ganhará um post só para ele!
Como escolher um hotel em Paris?
Quando fiz minhas reservas aéreas para junho, durante a Copa no Brasil, achei que estava fazendo um ótimo negócio! Afinal, não era período de férias na Europa, portanto, os preços de hospedagem estariam mais razoáveis... ledo engano. Não me pergunte porquê, mas os preços dos hotéis em junho são os mais altos possíveis! Piores que julho!
A partir dessa constatação, comecei a ver as opções na internet. Certeza mesmo, eu tinha de que tinha que ter cozinha e ser bem localizado, já que o Enzo é chatíssimo para andar e eu não queria perder meu precioso tempinho parisiense com deslocamentos desnecessários.
Ao definir o roteiro, notei que, em maior parte, meus passeios começavam pela mesma área, então, defini a vizinhança: Les Halles.
Por ser uma área bem central em Paris, pertinho do Louvre e de uma super estação de metrô/trem, os preços estavam astronômicos. As diárias em hotéis 4 estrelas estavam superiores a 800 reais!
Havia a opção do aluguel de apartamentos. O charme de ter seu próprio apartamento em Paris, comprar pão e levar pra casa debaixo do sovaco... mas não sou fã de fazer serviços domésticos durante minhas férias, gosto de uma mordomiazinha de hotel. Além disso, tenho medo de lidar com imprevistos em apartamentos, acho que a solução sempre será mais complexa e demorada que num hotel... falta apoio, o que me parece muito importante num país estrangeiro.
As grandes redes de quartos com cozinha tinham um sério inconveniente nesse sentido: não oferecem limpeza diária em estadias longas! Estranhíssimo.
Então, me deparei com um pequeno hotel residence chamado Les Halles, que tinha cozinha, limpeza diária e ficava no local que eu queria. O problema é que a área era barulhenta e os quartos antiquados. Mas não dá para se ter tudo!
Ficamos com o quarto do último andar, o único com um ar condicionado, pois precisaríamos ficar com as janelas acústicas fechadas. O tamanho comporta até uma família de 5, raridade nos apertadíssimos hotéis parisienses, e uma cozinha completa.
O valor, 231 euros. Caro demais para um hotel de 3 estrelas, com decoração antiquada. Mas, o mais barato que pude encontrar cumprindo a maior parte das minhas exigências...
A partir dessa constatação, comecei a ver as opções na internet. Certeza mesmo, eu tinha de que tinha que ter cozinha e ser bem localizado, já que o Enzo é chatíssimo para andar e eu não queria perder meu precioso tempinho parisiense com deslocamentos desnecessários.
Ao definir o roteiro, notei que, em maior parte, meus passeios começavam pela mesma área, então, defini a vizinhança: Les Halles.
Por ser uma área bem central em Paris, pertinho do Louvre e de uma super estação de metrô/trem, os preços estavam astronômicos. As diárias em hotéis 4 estrelas estavam superiores a 800 reais!
Havia a opção do aluguel de apartamentos. O charme de ter seu próprio apartamento em Paris, comprar pão e levar pra casa debaixo do sovaco... mas não sou fã de fazer serviços domésticos durante minhas férias, gosto de uma mordomiazinha de hotel. Além disso, tenho medo de lidar com imprevistos em apartamentos, acho que a solução sempre será mais complexa e demorada que num hotel... falta apoio, o que me parece muito importante num país estrangeiro.
As grandes redes de quartos com cozinha tinham um sério inconveniente nesse sentido: não oferecem limpeza diária em estadias longas! Estranhíssimo.
Então, me deparei com um pequeno hotel residence chamado Les Halles, que tinha cozinha, limpeza diária e ficava no local que eu queria. O problema é que a área era barulhenta e os quartos antiquados. Mas não dá para se ter tudo!
Ficamos com o quarto do último andar, o único com um ar condicionado, pois precisaríamos ficar com as janelas acústicas fechadas. O tamanho comporta até uma família de 5, raridade nos apertadíssimos hotéis parisienses, e uma cozinha completa.
O valor, 231 euros. Caro demais para um hotel de 3 estrelas, com decoração antiquada. Mas, o mais barato que pude encontrar cumprindo a maior parte das minhas exigências...
terça-feira, 3 de junho de 2014
Do xixi noturno - Parte 2
O desfralde noturno ocorreu em 2013, como contei aqui aqui, mas no inverno tivemos umas recaídas. No frio, acho que foi mais difícil acordar e os escapes foram frequentes.
No inverno de 2014 não há mais escapes, porém, se não o colocamos para fazer xixi por volta das 23h, um fenômeno de sonambulismo se torna bastante comum: ele levanta e, dormindo, vai até algum lugar da casa que deve julgar ser o banheiro. Aí, põe a mangueirinha pra fora e se alivia.
Esse lugar pode ser o corredor, a porta do banheiro, ou mesmo a cozinha.
Depois fica lá choramingando, em pé, de olhos fechados, até ser resgatado. Aparentemente, não lembra por que chegou até ali ou o que fez.
Convenhamos, é uma cena engraçada... Tadinho, se esforça, mesmo dormindo, para não molhar a cama!
Se conseguir segurar até depois das 2h, 3h, normalmente já consegue acordar e aparece no meu quarto para ir no banheiro da suíte. Acho que o período de sono mais forte já passou a essa altura...
No inverno de 2014 não há mais escapes, porém, se não o colocamos para fazer xixi por volta das 23h, um fenômeno de sonambulismo se torna bastante comum: ele levanta e, dormindo, vai até algum lugar da casa que deve julgar ser o banheiro. Aí, põe a mangueirinha pra fora e se alivia.
Esse lugar pode ser o corredor, a porta do banheiro, ou mesmo a cozinha.
Depois fica lá choramingando, em pé, de olhos fechados, até ser resgatado. Aparentemente, não lembra por que chegou até ali ou o que fez.
Convenhamos, é uma cena engraçada... Tadinho, se esforça, mesmo dormindo, para não molhar a cama!
Se conseguir segurar até depois das 2h, 3h, normalmente já consegue acordar e aparece no meu quarto para ir no banheiro da suíte. Acho que o período de sono mais forte já passou a essa altura...
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