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sábado, 31 de agosto de 2013

Nossa ida ao Sul da Alemanha - agosto 2012 - Floresta Negra, Baden Baden e Fussen

Como estávamos hospedados na casa do meu cunhado, ele fez questão de nos levar para passear alguns dias. No primeiro dia, fizemos a rota da Floresta Negra e fomos parando em algumas cidadezinhas típicas da região.  Segundo ele, os centros turísticos oferecem mapinhas com diversas rotas e cidades recomendadas no trajeto e as estradas são absolutamente fantásticas e bem cuidadas.

Floresta Negra e ótimas estradas alemãs!

Casinhas e Floresta

A escolha das cidades ficou a cargo do meu cunhado. Como já conhecíamos algumas das mais famosas do roteiro principal, ele optou por fazer as paradas em cidades menores. A primeira parada foi em Calw, onde paramos no meio de uma feira livre local!

Arquitetura típica

Frutas na feira

Ir à feira com cestas de vime para comprar embutidos: coisas da Alemanha!

Compro?





Ponte com capelinha

Padarias com muitos tipos de pães e pretzels: coisas da Alemanha!

Muito legal observar esses detalhes nas casas, que indicavam a atividade dos donos do imóvel

Depois de dar umas voltinhas por Calw, voltamos para a estrada e, em seguida, paramos em Nagolt, outra cidadezinha fofa e típica.

Há passeios para se fazer com barquinhos de aluguel pelo rio

Ou pode-se contratar um 'gondoleiro'!

A cerveja é transportada em grande estilo...

Os rapazes tocam músicas típicas em troca de... cerveja, claro!


Como em todas as cidadezinhas alemãs, é fácil encontrar um parquinho infantil

Esse parquinho era parte de uma escola. Sem muros nem grades. Dá pra imaginar?

De lá, seguimos para Baden Baden, que é uma cidade que já não parece alemã, mas francesa, por sua arquitetura diferenciada e balcões adornados em ferro trabalhado.

Baden Baden é uma cidade na qual eu teria gostado de ter me hospedado, pelo menos por uma noite. É muito alegre, cheia de turistas, bares e lanchonetes agradáveis, e tem atividades diferenciadas relacionadas às águas termais, passeios de charrete e hotéis belíssimos nessa região central.

De repente, não me sentia mais na Alemanha!

Um passeio de charrete nessa cidade tão romântica é uma ótima pedida!

Há um clima de belle époque no ar!

Detelhes trabalhados em ferro por todo lado


Teatro

Edifício onde se localiza o Centro de Informações Turísticas e as torneiras de águas minerais

Torneira com água mineral

Em outro dia, pegamos o carro direto para a lindíssima cidade de Fussen, onde estão os Castelos mais famosos da Alemanha.

Outra vez, me arrependi de não ter ficado para dormir na cidade, pois poderia ter feito os passeios nos 2 castelos com calma, ter visitado o museu e aproveitado um pouquinho relaxando junto ao maravilhoso lago de águas azuis que adorna a paisagem.

Enfim, pela primeira vez arrisquei entrar com meu 'pequeno terremoto' em uma construção histórica.  Como já conhecíamos o Neuchwanstein de outra viagem, desta vez entramos no 'Castelo Velho'.  Enzo curtiu pois falamos para ele que o Rei estava lá e íamos encontrá-lo, portanto ele teria que se portar bem. Claro que gerou uma certa decepção quando não encontramos o bendito rei ao fim da visita, mas até que funcionou bem.

A visita era guiada em inglês, então, não prendeu a atenção do pequeno, exigindo que fizéssemos algumas 'ginásticas', mostrando objetos, vistas das janelas, traduzindo alguma informação e pegando-o no colo, quando se empolgava muito.  Claro que com isso perdemos muitas informações do guia, o que já era esperado, mas o resultado foi positivo.

Restaurante em Fussen



Subir de charrete é um pouco mais caro, mas excelente opção...


... pois o Castelo fica bem lá em cima!

Entrada

Adornos

Os intervalos entre os inícios das visitas são relativamente longos, portanto, temos que entreter as crianças nos jardins

Ainda bem que os jardins são lindos!



A única parte 'visitável' do museu sem o guia é essa reprodução da cozinha

Que vista é essa?!?!

O belíssimo lago.

 Descemos à pé, pois para descer todo santo ajuda, e fomos para o ponto do ônibus que segue para o Neuchwanstein, onde o restante da família nos esperava.  A fila foi demoradíssima e o transporte realmente não dá conta da quantidade de turistas na alta temporada. Deu tempo do Enzo dormir e acordar e nada do bendito ônibus ter chegado!

Mas eu nem sonhava subir a montanha à pé, pois lembrava bem de ter feito isso uns 20 anos antes e ter sido muito cansativo! Então, esperamos.  O ônibus é baratinho e sobe apinhado de gente!

Subimos somente para tirar fotos no exterior do Castelo




Enzo estava com fome e o mau humor começou a aparecer


Há uma pontezinha suspensa que é visita obrigatória para fotos, pela vista que tem do Castelo. 

Na hora de descer, novamente longa espera pelo ônibus, com um agravante: as pessoas vão se juntando num larguinho e não formam filas.

Como meus cunhados e sobrinhas estavam acostumados a andar longas distâncias, acabaram nos convencendo a descer à pé. Só que essa descida era bem maior e mais íngreme que a do primeiro castelo!  Enzo, que sempre se locomovia em carrinhos quando estava no Brasil, não gostou nada de ser colocado para andar tanto.  E, para dizer a verdade,  eu também não, pois o chão é, por boa parte, de pedrinhas escorregadias e eu estava com uma sapatilha que não me dava a menor segurança. Mas as crianças estavam com fome e cansadas, então lá fomos nós!






domingo, 25 de agosto de 2013

Nossa ida ao Sul da Alemanha - Stuttgart e Waiblingen - agosto 2012

Saindo de Lisboa, pegamos o avião para Frankfurt. Nosso destino era Stutgart, pois meu outro cunhado estava morando numa cidade próxima. Nossa opção foi pegar o trem que sai do mesmo complexo onde fica o aeroporto e nossos parentes nos buscariam na estação para nos levar para a casa deles, na cidade de Waiblingen.

Portanto, alerta máximo de perrengue!! Isso significou sair do hotel pela manhã e chegar na casa do cunhado quase de madrugada. Com uma criança de 3 anos à tiracolo, excessivamente agitada pela situação de confinamento que teve durante todo o dia e num país no qual as crianças são absolutamente comportadas e cordatas, essa situação ficou especialmente estressante.

O vôo atrasou, não foi fácil encontrar o caminho da estação com todas as malas e a criança indócil e também comprar o bilhete do trem naquelas máquinas em alemão foi bastante complicado.


O jeito para levar as malas por aquelas distâncias e sem carrinhos de transporte, foi amarrando-as.

Enzo, vc achou a viagem cansativa?

Pelo menos tinha vagão restaurante no trem!

Mas, chegamos.  Ficamos hospedados na casa do cunhado e no dia seguinte saímos para conhecer a linda cidade, que não sei porquê, não está nos roteiros oficiais de turismo da Alemanha.

A torre e as muralhas medievais que protegiam a cidade

Estilo típico alemão nas casinhas

Flores e fontes nos pátios!

Flores nas janelinhas

Uma coisa encantadora em Waiblingen é a quantidade de parquinhos infantis por todos os lados!
É possível andar por dentro das muralhas medievais


Essas portinhas são apartamentos! Adoraria ter visto como são por dentro...


O antigo e o novo dividindo espaço

Mais um parquinho


E outro, cada um com uma proposta diferente de experimentação para as crianças, nesse a brincadeira era com polias.


Uma gangorra hidráulica.

Um parquinho de lama. Bombeia-se água na areia e as crianças brincam no rio de lama que se forma.

Acho que Waiblingen é uma das cidades mais kids friendly que já conheci.  Claro, que no inverno nada disso deve adiantar muito...

No Centrinho comercial há muitas lojas, lanchonetes, mercados, farmácias. Tudo com pouquíssimo trânsito de automóveis, portanto, as crianças andam com muita liberdade (especialmente as alemãs, sempre tão obedientes).



A melhor forma de andar pela cidade é de bicicleta (isso se vc não estiver hospedado numa casa que fique no alto da parte íngreme da cidade, como nós ficamos..rs)

Para crianças pequenas, o 'reboque' é ótimo.

O reboque pode ser usado como carrinho e é tão confortável que Enzo até tentou tirar uma soneca.


Na economia alemã, nada se perde. O comércio de brinquedos de segunda mão é farto em vitrines de prédios pelas cidades.

O lado bom de ter ficado hospedada na parte alta da cidade foi conhecer o condomínio do meu cunhado, o qual, uma centena de metros após a casa dele, virava uma espécie de fazenda, com plantações diversas. Algumas pareciam ter dono, outras não, mas claro que não tinha ninguém tomando conta, nem tampouco ninguém roubava nada, afinal, estávamos na Alemanha!

Macieiras carregadinhas em cada esquina

Pereiras

As macieiras não tem dono, crescem como mato naquela região

Milharal

Framboesas ou amoras?

Parreiras


Essa cidade fica a pequena distância de trem de Stuttgart. É bastante fácil locomover-se entre as duas cidades.

Entrada da estação de trem de Waiblingen
Chega-se a Stuttgart direto no centro turístico da cidade e, caminhando-se à pé já se vê os principais pontos de interesse, que ficam, basicamente, em torno da Shlossplatz.

Shlossplatz

Em dias de sol, parece uma 'plantação' de europeus...

Neues Shloss


Obelisco

Opera House, lar do famoso balé de Stuttgart

Parlamento do Estado de Baden-Wurttenberg

House of art




Paradinha para um apfelstrudel

Entre a estação de trem e a Shlossplatz, tem um centro de informações turísticas, no qual se pode comprar o ticket para o ônibus de sightseeing tipo hop on hop off.  Nós fizemos só o hop on, pois, com uma criança de 3 anos, era complicado ficar descendo e depois esperando o próximo, mas, ainda assim, foi bem interessante para dar uma visão geral da cidade.





O passeio dura quase duas horas, se bem me lembro, com narração por audiofones em inglês, e passa por alguns pontos interessantes, como:


Arena poliesportiva da Porsche


Estádio do Stuttgart


Museu Mercedez Benz

Área alta da cidade, onde estão os vinhedos

Torre da TV
Arquitetura típica da cidade

Terminado o 'lerê' turístico, sentamos na rua de pedestres, a Koningstrasse, para desfrutar de uma refeição com wurst, kartoffel, apelsaft und bier, ou seja, salsicha com salada de batatas, suco de maçã e cervejinha!