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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Nossa ida a Maragogi - Salinas de Maragogi - parte I

Antes de mais nada, preciso confessar que essa viagem foi um improviso. Todas as nossas pesquisas e programações estavam direcionadas a uma viagem para a neve. Entretanto, quando éramos para ter marcado tudo, precisamos esperar várias confirmações de trabalho (minhas), viagens a trabalho (do marido), visitas de familiares de fora, etc, etc. Assim, quando finalmente pudemos agendar nossas passagens, já não tinham vôos em horários razoáveis  para viajar com crianças, só em horários da madrugada e pelo dobro do preço (milhas nem pensar!).

Praticamente em desespero, começamos a simular destinos a serem pagos com milhas, que já eram raros de se conseguir para as férias de julho, ainda mais para o curto período que dispúnhamos entre viagens profissionais do marido (domingo a quinta). Encontramos Maceió. Lembrei, então, de ter lido que o Salinas de Maragogi tinha sido eleito o melhor resort all inclusive do Brasil. Numa rápida checagem, vi que o preço era proporcionalmente barato para o que era oferecido e que tinha vaga para o período. Sem pensar muito, sacamos nossas milhas e escolhemos nosso destino de férias em menos de 10 minutos.

Claro que isso não poderia dar totalmente certo.  A total falta de planejamento me fez cometer alguns erros cruciais:

1o- Segundo apuramos depois, apesar de Maragogi ficar no Estado das Alagoas, seu acesso é mais próximo e a estrada é melhor a partir do aeroporto de Recife.

2o - Para visitar as piscinas naturais, que são o cartão postal da cidade, é preciso que a maré baixa esteja num nível que, normalmente, não é alcançado na lua minguante... Agora adivinha qual a lua quando fomos? Pois é... apesar da tábua de marés até indicar um dia com o nível máximo aceitável para o passeio (0.6), a Capitania dos Portos bloqueou todos os passeios nos dias em que estivemos lá.
O ideal seria ir na lua cheia ou nova, como explica o site Viaje na viagem  http://www.viajenaviagem.com/2013/04/como-usar-tabua-mares/

3o - Consultando-se o praiômetro do blog acima mencionado (http://www.viajenaviagem.com/2012/10/praiometro-nordeste-caribe/), verifica-se que julho é o mês com um dos maiores índices pluviométricos da região. Claro que, em se tratando de inverno no  nordeste, ter tempo bom, chuvoso, com vento ou tudo isso junto, depende muito de sorte, mas o risco de pegar bastante chuva era grande.

Dito isso, vamos ao nosso relato de viagem!

Dia 1 - Sob o comando do Piloto Enzo, chegamos a Maceió no horário certinho!

Apenas na 33a viagem de avião do Enzo, lembramos de pedir para tirar foto na cabine!
 
O transfer para o hotel foi fechado com a Luck  por 170 reais por pessoa, ida e volta, criança grátis. O preço me pareceu melhor que o da Tropicana e o da Costa Azul, mas esqueci de apurar se o transporte deles (cobrado por volta de 250 reais) seria individual... No caso da Luck, tivemos que esperar cerca de uma hora e meia pelo vôo das outras pessoas que dividiriam a van conosco. Como chegamos meio dia, foi bom ter um tempo para almoçar com calma, mas mesmo assim, foi uma baita perda de tempo!

O trajeto dura cerca de duas horas e meia. A van não é muito confortável (é tipo daquelas usadas para transporte escolar) e a estrada também não é muito bem cuidada. Há uma boa parte de solavancos pelo caminho. Para quem enjoa com movimento, pode ser um problema. Enzo dormiu por cerca de uma hora, mas nossos 'colegas' de transporte falavam muito e alto demais, então o menino acordou e ficou brincando no Ipad o restante do caminho.
Uma pessoa grande, como meu marido, só cabe no assento que não tem cadeira na frente!
 
Chegamos ao hotel Salinas de Maragogi por volta das 16h. Apesar do tempo nublado, estava quente o suficiente para um banho de piscina e meu filho estava louco por isso! Enquanto eles nadavam, eu aproveitava o chá da tarde servido ao lado dessa piscina.

Piscinas da parte superior do hotel, que são mais calmas, já que a recreação fica nas de baixo.
 
O hotel não é luxuoso, como outros resorts, mas é muito funcional e agradável. Como na maioria dos hotéis do tipo, ou o quarto fica perto das atrações e, consequentemente, perto do barulho, ou longe de tudo, mas numa área mais silenciosa.  Nós ficamos com a segunda opção. Minha única restrição foi ter ficado no 3o andar, sem elevador. Porém, no final, isso deve ter ajudado a queimar um pouquinho das gordurinhas acumuladas nessa estadia... e que não foram poucas!

O quarto standard tem tamanho razoável

Vista para o muro de escalada (escondido atrás do arbusto de flores) e a área de 'Coqueirismo' (arvorismo em coqueiros)

Vista 2 - Lá no fundo se vê a piscina de cima
Após o banho, uma paradinha no quiosque dos jogos para 'viciar' no fliperama gratuito. 

Desde a chegada pude perceber a excelente organização do hotel. Nos murais há programações para sol e chuva, o que eu achei um cuidado muito importante para que o hóspede não deixe de se divertir mesmo se o tempo não ajudar. Também há sombrinhas espalhadas em locais estratégicos. A equipe sempre muito atenciosa, se mostrava pronta a solucionar qualquer questão que se apresentasse.

Agora, a maior excelência deste resort, na minha opinião, está na culinária. Levando-se em consideração a quantidade e a fartura da comida oferecida, a qualidade é absolutamente supreendente!

O restaurante Galés é onde são servidas as principais refeições. O jantar começa às 19h, horário bom para as crianças, e há uma área separada para elas, sua recreação e suas famílias, o que garante o sossego dos 'sem filhos'.

Copos e pratos inquebráveis com temas infantis! As crianças adoram!

Bebidas de boa qualidade, lagostins, frutos do mar e outras comidas temáticas variadas a cada noite

A recreação janta com as crianças, brinca com elas quando acabam de comer e depois as levam para algum entretenimento noturno, garantindo o jantar romântico dos papais!

Primeira atividade no Clubinho do Siri: Cineminha (Enrolados)
 


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