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terça-feira, 30 de abril de 2013

Nossa viagem à Disney - Dia 5

Nosso plano inicial era chegar cedo ao Hollywood Studios, voltar para o hotel para descansarmos e depois voltar ao parque para o Fantasmic, o único show de encerramento que iríamos ver, mas acabamos passando 12 horas nesse parque, o que, devo dizer, é algo muito cansativo! Mas, como o Enzo não fica acordado até muito além das 21h e o único show de encerramento que ocorre às 20:30 era esse, além de ser comentado como o melhor de todos, não podíamos desistir dele!

Então, após todos os procedimentos de praxe (foto do estacionamento, trenzinho, pegar mapas e guias, etc), começamos nosso dia com as fotos no tradicional chapéu do feiticeiro que é o símbolo do parque dos cinéfilos, todo ambientado como nos anos 1950.



Como não tinha conseguido agendar pela internet um almoço/jantar em um dos restaurantes do parque que davam passes vip para o Fantasmic, passei no Guest Relations para ver se conseguia uma mesa. Não tinha. Mas, supresa das surpresas, estavam fazendo um teste, apenas naquela semana, e oferecendo fast passes a partir de meio dia num local determinado!!! E ainda aproveitei para pegar um bottom comemorativo de primeira visita, que não tinha ainda!!
Enzo e o bottom. A marca no pescoço é da cordinha que prende os óculos escuros.
Daí cruzamos meio parque, direto pra área do Pixar, pegar o fast pass para o brinquedo do Toy Story, que já estava com previsão para mais de uma hora e meia depois. É realmente o mais popular do parque. Na frente do brinquedo (outro lado da 'rua') tem a fila para fotos com o Woody e o Buzz. Foi a pior fila que peguei. Apesar de passar por vários cenários do filme, para as crianças irem tirando foto e se distraindo, foi muito lenta e demorada.


De lá fomos ver A Lenda do Capitão Jack Sparrow. Enzo ficou um pouco assustado com o escuro e os barulhos de tiros, mas gostou muito.
O seguinte foi o showzinho do Disney Junior. Eu ia traduzindo algumas partes para ele, mas como ele conhecia bem os personagens e os desenhos, a questão da língua realmente não interferiu no prazer dele ver o espetáculo.  Em algumas partes perguntava por uma palavra em inglês que se repetia, noutras tirava suas próprias conclusões.

Andando mais um pouco, encontramos uma atração para a mamãe: Star Wars! E ainda tinha uma apresentação para as crianças com treinamento padawan. Pena que o Enzo ainda não conhece o filme, porque eu adoraria que ele participasse!




Bom, o fast pass seguinte a se pegar é o do teatrinho da Ariel. A outra peça do parque é a da Bela e da Fera, mas acontece num teatro enorme, então dá pra ver o horário no times guide e chegar mais em cima da hora que consegue entrar.  Enzo conhecia as personagens, mas não as estórias, porque ele não é muito fã de desenhos de princesas, mas com um pouco de tradução simultânea sussurrada no ouvido, ele ficou bem envolvido com os espetáculos.

Na verdade, esse é um parque bem demorado de se fazer, porque tem poucas opções de fast pass e muito shows bastante demorados e em horários determinados, o que exige muita flexibilidade na programação e deslocamentos longos para assisti-los.

Também há muitas fotos para se tirar com personagens que não se encontram em outros parques, como Phineas e Ferb, Monstros SA, Detona Ralph, Os Incríveis... Enfim, para cada um desses, é uma fila a se pegar! Numa área chamada Characterpalooza ficam vários deles. Outros encontramos em locais diversos pelo parque.

O almoço foi no Sci Fi Drive in, um lugar incrível! Ele simula um drive in dos anos 50, com carros ao invés de mesas e um telão de cinema passando filmes de ficção científica antigos, tipo B. Amei. Nós comemos sanduíches, mas o menu kids tinha aquela boa e velha opção de purê com frango e legumes para o Enzo continuar na sua dieta saudável.



Depois do almoço os horários das apresentações vão escasseando e, muitas vezes, ficando muito próximos e coincidindo. Ainda assim, conseguimos fazer o Indiana Jones e o show que mostra o trabalho dos efeitos especiais dos filmes. São dois espetáculos interessantes, cheios de ação, que prendem a atenção até de meninos de 4 anos. Só que são bastante longos. O último ainda nos leva num passeio de trenzinho pelos estúdios e guarda algumas surpresas interessantes.

Depois de tudo isso, enquanto o papai tomava uma cervejinha relaxante (aproveitem porque não é todo parque que serve! No Magic Kingdom não tem...), fomos para o Playground do "Querida, encolhi as crianças". Novamente, a mamãe aqui teve que seguir o filhote por dentro dos túneis, por medo de perdê-lo...

Socorro! Estou sendo levado pelo formigão!

A essa altura já eram 18h e só havia um brinquedo que não havíamos feito, o do hotel que tem o elevador que despenca. Falei dele para o Enzo em tom de brincadeira, mas ele ficou bem empolgado e quis ir. Como é para maiores de 1,02cm, não podia ser nada tão terrível assim, então, fomos. E gostamos!
Coragem é com a gente mesmo!
Agora era só esperar pelo Fantasmic. As filas quilométricas para a área do show já começavam a se formar, mas, como tínhamos o fast pass, podíamos relaxar e fazer um lanchinho. Os meninos foram de hot dogs, ali no complexo de lanchonetes que fica próximo à entrada do local do espetáculo. Eu preferi voltar a um quiosque na saída do Hotel do elevador que cai para pegar um capuccino e um blueberry muffin.

Com mais de uma hora de antecedência nos dirigimos para a fila dos fast passes e fomos dos primeiros a sentar. Era uma arena gigantesca que dava visão para um enorme lago e uma montanha. Aparentemente, são cerca de 10 mil lugares!!
Isso é só a metade da arena.



O show é mesmo incrível e vale à pena a espera. Enzo aguentou até o fim e capotou assim que foi para o colo do pai na saída.  Todos mais que exaustos depois dessa maratona!





segunda-feira, 29 de abril de 2013

Nossa viagem à Disney - Dia 4

Resolvi fazer o Magic Kingdom em 3 vezes. São muitas atrações e atividades para um só dia. Na verdade foram um dia inteiro e dois meios dias nesse parque, mas saí satisfeita, com a sensação de ter feito tudo o que programei.

Já não chegamos tão cedo no parque, era um pouco mais de nove horas, mas já tinha uma boa quantidade de veículos no estacionamento. Passamos, então, a usar o recurso de fotografar o local de parada. Achei engraçado as vagas não serem numeradas. Na verdade os estacionamentos são divididos por áreas com nomes e as filas é que são numeradas. Depois, é com você saber em que lugar da fila estacionou!

Se você já estacionou meio longe da entrada, vai ter que pegar um trenzinho desses até a porta.

E, no caso específico do Magic Kingdom, você ainda terá que optar entre o monorail ou um ferryboat para chegar exatamente no parque! Nesse primeiro dia quisemos chegar de ferryboat.


Ufa!! Agora sim, você chega no parque e (depois de pegar seu mapa em português e o times guide com os horários das atrações) pode seguir pela lindíssima Main Street e começar sua série de fotos do Castelo da Cinderela, da estátua do Walt Disney e do Mickey, da parada de abertura (com um bonde e dançarinos vestidos com roupas de antigamente), etc, etc




Nesse momento você começará a ser abordado pelos fotógrafos oficiais dos parques que, além de gentilmente tirarem fotos suas com a sua máquina (se você assim pedir) também tirarão fotos com a máquina deles e darão um cartãozinho para depois você acessar a foto no site e, claro, comprá-la por US$ 14,95 cada.  Não se preocupe de ficar pegando o cartãozinho a cada foto que tirarem de você, porque eles não se incomodam de dar outros cartõezinhos. Só vai te dar mais trabalho pra olhar na internet depois....

Esse primeiro (meio) dia foi reservado para fazer apenas a Fantasyland. É a parte mais infantil do parque, mais ligada aos contos de fadas e está sendo aumentada com novos cenários e brinquedos. Desta vez eu já tinha o itinerário prontinho. Fomos direto pegar o fast pass do Peter Pan e ganhamos outro para o Mickey Philarmagic, um filme em 3D bem legal. De lá, entramos no Carrossel do Príncipe Encantado, logo em frente, e antes mesmo de entrar no Peter Pan, pegamos o fast pass para o brinquedo do Ursinho Pooh.

Aproveite para ver se seu pequeno príncipe pode virar rei!


Enquanto esperávamos pelo horário do Pooh, entramos no It´s a small world, que é um brinquedo bem besta, mas até que pessoalmente é mais bonitinho do que eu esperava.

Completada essa primeira parte, comemos um hot dog no Friar´s Nook ao lado do Pooh e seguimos para pegar o fast pass do brinquedo da Ariel. Enquanto esperávamos, fomos para o Dumbo, onde não vale pegar fast pass porque tem um brinquedão por dentro dele, lá ficamos com um aparelhinho que vibra quando chega nossa vez. O perigo é só não achar a criança quando o aparelho vibrar, porque a área é bem grande!
A tenda de entrada para o Dumbo

Pra não perder a criança, paguei o mico de entrar com ele no brinquedão

O último fast pass a pegar é o da montanha russa do Pateta, The Barnstormer. Não sabia se o Enzo ia querer ir, mas me surpreendeu. Foi a todas as montanhas russas e brinquedos de emoção indicados a partir da altura de 1,02cm. E amou!



Enquanto não chega a hora do brinquedo prevista no fast pass, vale passear pela nova área da Bela e a Fera, com a taverna do Gaston e ver o castelo por fora. Por dentro tem o restaurante "Be our guest", onde está praticamente impossível entrar sem reserva, já que é 'A' novidade do parque!

Também há muito o que fazer na área do circo do Dumbo, tem a tenda do Bafo pra tirar fotos com personagens (não entramos), tem área de brinquedos de molhar e shows de palhaços.

Infelizmente, nosso último brinquedo previsto, as xícaras do Mad Tea Party, estava fechado para reformas.

Com isso, encerramos nosso dia de parque e partimos para as compras. Primeiro as náuticas, para o marido,durante as quais o Enzo dormiu.

Depois fomos para um 'almojanta' no que se tornou meu restaurante predileto em Orlando: OLIVE GARDEN.  Tinha um bem do ladinho do meu hotel. É um italiano excelente, com um bom kids menu (cuidado só com a salsicha italiana e o molho marinara deles, que são bem apimentados), uma salada cesar de entrada (incluída no preço do prato, que não é alto) e sobremesas ótimas. Para completar, oferecem um potinho de uvas de sobremesa para as crianças e, nesse dia, Enzo finalmente aprendeu a comer uvas com casca e, melhor, viciou-se nelas e foi seu lanchinho preferido nos parques por todos os outros dias em Orlando.


Em seguida, mais umas comprinhas - era nossa tarde de compras - e depois, banho e cama!


Nossa viagem à Disney - Dia 3

Primeiro dia de parque. Animadíssimos. Chegamos antes da abertura. Estacionamos na primeira fila do estacionamento. Devia ser em torno de 8h30. Ouvimos os festejos e os fogos e fitas de início do dia. Nunca mais o cansaço acumulado da maratona de parques nos permitiu chegar tão cedo... Uma pena, porque nesse dia fizemos uns 4 brinquedos antes das 10h30 da manhã!

O parque escolhido foi o EPCOT. Disseram que era o mais sem graça para crianças, apesar de estar muito bem decorado para o festival da primavera com lindas topiárias de personagens feitas em arbustos com flores e plantas. Eu mesma não esperava muito dele, pois tem um foco na ciência e no futurismo por um lado, enquanto por outro tem toda aquela reprodução dos países em torno do lago, que não parece fazer muito sentido. Mas gostamos bastante, apesar do mau tempo daquele dia.



Pegamos o mapa na entrada do parque e seguimos direto para o brinquedo de estréia, que foi o Soarin, um clássico do Epcot. Ótimo.
O segundo foi o Living with the land, bem interessante também, já puxando pro lado científico.
Fomos então para a área dos mares, fazer o passeio do Nemo, que é fofinho, e ver os aquários.
Entre uma e outra atração, uma nova topiária ou um personagem vivo para fotos. Foi ótimo encontrar a Margarida e o Tico e Teco, que não estavam no jantar do dia anterior. Filas pequenas para fotos e um Teco bem engraçadinho, que tentou 'roubar' o biscoito que o Enzo estava comendo.




Também há nessas áreas umas fontes engraçadas, de águas pulantes, esquilinhos que correm pelos arbustos e jogos interativos na área de innovations. Alguns brinquedos ficam bem limitados pela língua, pois são competições, mas há um dos bombeiros que dá para ser jogado em família e foi legal de brincar.

Descobrimos os inacreditáveis estacionamentos de carrinhos, de onde, reza a lenda, nunca desaparecem, nem ninguém mexe neles, embora nunca tenhamos tido coragem de deixar as mochilas junto. Afinal, somos cariocas e não íamos dar esse mole...



Para o almoço quis tentar o restaurante temático Coral Reefs e comer entre os aquários. Para o Enzo, massinha com queijo, frango e brócolis. Para nós, rachamos uma massa com lagosta e camarões. Deliciosa.
Como não fizemos reservas, a dica era chegar bem cedo nos restaurantes mais concorridos para pegar uma mesa (costumam abrir por volta de 11h30).



Após o almoço, assistimos ao Capitain EO, filme em 3D com o Michael Jackson que, de tão kisch, torna-se quase imperdível!
No imagination pavillion, onde nos refugiamos da chuva que começava, Enzo curtiu muito uma aventura com um dragãozinho chamado Figment, que falava dos 5 sentidos. Há outras atividades sensoriais para crianças por lá também, mas exploramos pouco pois queríamos dar a volta nos países antes que a grande chuva, que estava prometida para o fim da tarde, caísse. Não que não estivéssemos preparados para ela, claro...


Aliás, é imprescindível sair para os parques com o kit completo: bonés, óculos de sol, filtro solar, capas de chuva, casacos, muda de roupa, lanchinhos, etc. Na primavera, a temperatura pode variar entre 15 e 30 graus durante o dia, pode chover e logo em seguida, ter sol, portanto, devemos estar preparados para tudo!

Enzo dormiu no carrinho logo que seguimos para a seção dos países, assim, tivemos que esperar um pouco rodando pelo México, China e Noruega, revezando com o marido para entrar nas construções. Aproveitei para pegar o Fast Pass do passeio de barco da Noruega que, em matéria de brinquedo nessa área, parece ser a única coisa interessante (apesar de bem meia-boca). Tem os filminhos sobre os países, mas não achei que valesse à pena com criança.

Nos "países", realmente não há muita coisa infantil. São lojas e restaurantes temáticos e, nessa época, as topiárias especiais. Procurando direitinho, há shows sobre as nações e personagens para fotos (Branca de Neve na Alemanha, Ursinho Pooh na Inglaterra, Mulan na China, por exemplo). Tem algumas áreas chamadas Kidcot Fun espalhadas pelos países. Às vezes é um parquinho, outras só uma área para desenhar. Mas com a chuva, ficaram prejudicadas.

Olha quem acordou com carinha de sono...

E com fome também!

Tentamos comer uma Lefse norueguesa, mas não gostamos muito não.

Felicidade do papai com a coxa de peru que encontrou para o lanche

E o Enzo caiu dentro também!
Infelizmente, a chuva atrapalhou o fim do passeio e eu fiquei com gostinho de quero mais. Eu queria ter voltado lá no nosso dia livre, mas o marido decretou 'dia do descanso' após 5 dias seguidos de parque...

domingo, 28 de abril de 2013

Nossa viagem à Disney - Dia 2

Depois de uma noite bem mal dormida, chegamos ao nosso destino! Enzo já estava acordado a cerca de 3 horas, portanto, já chegando ao ponto crítico da agitação. Apesar de toda a bagunça que ele fez na fila da imigração, nossa entrada no país foi tranquilíssima.  Da mesma forma, a passagem das malas foi rápida e sem problemas. Ponto para os americanos.

O deslocamento no aeroporto também foi fácil. Destaque para a surpresa que tivemos quando pensávamos estar na porta de um elevador para descer para o térreo e, ao abrir, era um trem!

O passo seguinte era pegar o carro alugado através do site: http://www.happytoursusa.com/alamof.php
Por ser disparado a mais barata, pelo menos para brasileiros, a fila da Alamo estava bem grande.  Mas, diferentemente do que ocorre aqui, quando normalmente só tem dois atendentes e um está em treinamento, o balcão da empresa é enorme, há totens para atendimento remoto, e a fila não é muito demorada.

Uma vez no estacionamento, podemos escolher o carro que quisermos, dentro da categoria escolhida e, simplesmente, sair dirigindo. Sem aquela chatura de vistoria que temos no Brasil. O eleito do marido foi um Impala branco, que, pra mim, tava mais pra banheira, mas aguentou toda a viagem com o tanque cheio com o qual saímos do aeroporto.

Enzo em estado de máxima empolgação, não entendia como já tínhamos saído do aeroporto e não tínhamos encontrado ainda com nenhum personagem. Aparentemente, ele achava que desembarcaria direto na casa do Mickey ou algo assim. :)

Fomos direto para o hotel, tentar um early check in, que já tinha pedido por email. Aliás, isso é uma coisa bem desagradável nos hotéis dos EUA: o check out é às 11am, mas o check in é somente às 16h!! Oras, no país da eficiência, demora tanto assim para arrumar um quarto? Como se todo o hotel entrasse e saísse ao mesmo tempo!

Nada feito, deixamos as malas no hotel (Clarion Inn Lake Buena Vista) e fomos procurar algo para comer.  Não tinha almoço no hotel (só buffet pela manhã e jantar), mas nos arredores havia vários restaurantes.  O primeiro que vimos foi um Pizza Hut com serviço de all you can eat, por algo em torno de U$ 6,99. Enzo encarou muito bem um macarrão com molho marinara e eu fiquei nas pizzas mesmo.

De lá, fomos às compras no Walmart, pois o quarto contava com frigobar e microondas, portanto era por lá que faríamos o café da manhã e algumas outras refeições. Além disso, apesar de eu ter levado várias coisinhas do Brasil para o lanchinho do pequeno nos parques (biscoitos, sucos, polenguinho, bolinhos, etc) precisávamos complementar essas opções.

Já eram 14h e estávamos exaustos. Enzo capotado no carro e eu quase desmaiando de sono. Voltamos ao hotel para implorar por um quarto. A essa altura, abri mão do quarto silencioso virado para o estacionamento que tinha pedido e aceitei um virado para a rodovia, que, ao final, nem era tão barulhento assim e quebrou bem o nosso galho para uma sonequinha vespertina.

De qualquer maneira, o grande atrativo desse hotel "vizinho amigo" da Disney é que o aumento de 30 dólares por diária (que era de US$ 89) dava direito a entradas diárias para os parques da Disney para nós 3 (entradas simples, que não incluíam os parques aquáticos nem troca de parque no mesmo dia) e isso era TUDO o que eu queria da vida, pois só queria ir nesses mesmo e estar pagando pouco era a dica para não ter que ficar dias inteiros no parque, mas poder dividir minhas visitas enquanto o passeios estivessem prazeirosos. Achei um negócio da China, viu?

Para esse primeiro dia, o único compromisso que tínhamos era um jantar com o Chef Mickey no Contemporary Resort, às 18:55pm, marcado 6 meses antes.  Melhor coisa que eu fiz! Disse ao Enzo que o Mickey tinha nos convidado pra um jantar e faria purê de batatas porque eu disse que ele gostava (claro que eu tinha lido o menu antes). O menino ficou encantado! Mostrei a ele o email impresso de confirmação e disse que era o convite. Ele resolveu fazer um desenho para o Mickey no verso da folha e ficou contando os minutos no relógio digital do quarto até a hora de sairmos.

Lá ele 'matou suas lombrigas' de estar com os personagens, tirar fotos, interagir com eles (o que me poupou horas preciosas nas filas dos parques!).






E o toque de mestre foi o tal do desenho, que parece ter realmente agradado o Mickey, que mandou presenteá-lo com um muffin comemorativo, com velinha e tudo! Ele fez um pedido antes de soprar: que ele pudesse dançar com os personagens!

Mickey com o desenho na mão

Pensando no pedido a fazer...


E não é que o menino foi atendido durante a semana?




quarta-feira, 24 de abril de 2013

Nossa viagem à Disney - Dia 1

Aproveitar um feriadão para marcar nossa viagem e, assim, o menino não perder aulas demais, foi uma ótima idéia.  Agora, marcar a ida para a sexta feira anterior ao feriadão foi uma idéia de jerico.

Fui buscar o Enzo na escola por volta das 16h, toda pimpona, quando me deparei com o trânsito absolutamente parado! Como não pensei nisso? Eu ia voar de avião, mas para isso tinha q chegar ao aeroporto!! Demorei mais de uma hora num trajeto que deveria fazer em 20 minutos. Já com o menino no carro, via o sinal ficar verde, depois vermelho, depois verde de novo, sem que meu carro se movesse... Liguei chorando pro marido, achando que não daria mais tempo.

Cheguei com o Enzo em casa quase 17:30h, demos um banho rápido nele, pegamos as malas e descemos correndo, sem nem dar-lhe jantar. Pegamos um taxista que ficou jogando na nossa cara que tinha deixado de atender 3 chamadas pro aeroporto para não pegar aquele engarrafamento, que faria o dobro ficando na porta do shopping... tava vendo a hora dele abrir a porta do carro e nos botar pra fora!

Demoramos tanto para chegar, que o Enzo achou que já estávamos nos Estados Unidos! Perguntou se aquelas pessoas sabiam 'falar o nome dele em inglês'!! Aliás, ele estava indomável a essa altura. Não havia bronca ou mesmo 'segurada' mais forte que o contivessem. Fome, excitação, cansaço, ansiedade, enfim, todos os ingredientes para uma criança totalmente enlouquecida e fora de si, que dizia a todos que estava indo para Disney e simplesmente não conseguia ficar quieto.

Uma hora e meia depois de sair de casa, chegávamos no Galeão para enfrentar filas enlouquecedoras de feriadão, para check in. Informações erradas e caos em razão de problemas no outro terminal pioravam muito o quadro.

O vôo horroroso que a TAM nos empurrou goela abaixo, após cancelar o vôo direto que eu tinha comprado 6 meses antes, consistia em deixar o Rio às 21:47h e depois pegar o de Olando às 1:20h em SP.  Enzo dormiu um pouco depois que o primeiro vôo decolou. Levamos a cadeirinha do carro (já que teríamos mesmo que alugar um carro no aeroporto de Orlando e o aluguel da cadeirinha saíria bem caro) e a adaptamos sobre o carrinho 'guarda-chuva', que também levamos na viagem. Assim, mesmo durante a espera da conexão - que parecia um imenso jardim de infância, com dezenas de crianças sonolentas e excitadas correndo e gritando pelo aeroporto - ele dormiu tranquilamente. Claaaaaro que a TAM tentou não nos devolver o carrinho na conexão, que obviamente não era no finger, mas num acesso por ônibus... mas pra que dar um pouco de conforto num vôo com dezenas de crianças pequenas, né?

Como a cadeirinha do carro era maior que o carrinho, fizemos uma
adaptação com o cinto e garantimos o soninho na conexão, mas
seria bom que nossa cadeirinha tivesse certificação para vôo, pois é ótimo
quando nos deixam usá-lo na aeronave. Muito mais conforto para a criança.

Outra utilidade da cadeirinha de carro é acoplá-la ao carrinho do
aeroporto ou mesmo por cima das malas nele empilhadas.

Na hora de embarcar, a poltrona do marido tinha sido vendida 2 vezes, e a equipe da TAM estava 'batendo cabeça' na aeronave para solucionar esse e outros vários problemas do serviço de vendas mal feito da empresa.  Atrasos à parte, decolamos com um senhorzinho na nossa fileira, que, pela barriga, não me enganou... era um roncador daqueles!! Daqueles que não dão trégua a noite toda... Me ferrei. Nem com muito tarja preta consegui dormir mais de 3 horas nessa noite.

Fiquei assustada. Seria um aviso de que eu tinha inventado uma viagem que não daria certo? A cara do meu marido para mim dava a entender isso...