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sábado, 26 de março de 2016

Nossa ida ao Beto Carrero - Dia 2 - março 2016

Neste dia fizemos o check out logo pela manhã e acertamos com o transfer de nos pegar no parque às 16h30.

Animação do Cowboy!

Paradinha para foto com o Cavaleiro Vinho, para quem torcemos no dia anterior

Chegamos no parque às 9h e, dessa vez, fizemos o caminho inverso, pelo lado direito. Passamos pelo restaurante do Velozes e Furiosos e reservamos uma mesa para o almoço, de onde assistiríamos o show ao meio dia.



E emendamos com a River Adventure da área Madagascar, que no dia anterior chegou a ter 3 horas de fila!


É uma atração levinha e tradicional, que vai rodando pelo rio, com algumas quedas e jatos d´água ocasionais. Molha um pouco, mas estava quente, então secou rápido.

DINOMAGIC

Nessa área tem um passeio de trem que o Enzo curtiu bastante! Só começava às 10h30, mas antes das 10h já tinha fila.  Aliás, nossa impressão foi mesmo de que domingo é mais cheio do que sábado...

Algumas estátuas de dinossauros para brincar e subir....

...enquanto o papai ficava na fila sob o sol!

Finalmente, o passeio de trem, que passa por várias situações com narração do
 Betinho Carrero e sua namoradinha, Luli

Ao chegarmos na fazenda do Beto, um pouco de emoção, com bandidos atacando o trem!
E o salvamento!

Ai, que emoção!

Terminada a aventura, voltamos ao Betinho Carrero 4D, para mais uma sessão. Infelizmente, ainda com o defeito na parte da visão em profundidade...

Enquanto isso, chegava para fotos o Kung Fu Panda, o único personagem com que Enzo quis fotografar. Resultado, claro, do filme que tinha visto com ele 2 semanas antes.


A essa altura já era quase meio dia e voltamos para a área de Aventura Radical para a apresentação VELOZES E FURIOSOS.

Nossa mesa era bem coladinha no vidro. 

Foi confortável estar ali comendo calmamente enquanto o público chegava nas arquibancadas
A única opção era de sanduíches e batatas fritas
Quando a apresentação começou, as reações foram diversas... Rodrigo a-do-rou, filmou e vibrou com as peripécias dos carros, caminhões e motos, que freavam a uns 4 metros de nós. Enzo achou um tanto barulhento, tapou os ouvidos, mas curtiu bastante as manobras. Eu ODIEI. Fugi para o banheiro! Um barulho infernal, um cheiro de gasolina com borracha queimada... Fiquei enjoada e achei tudo de uma estupidez sem tamanho! Enfim, meninas x meninos.

Talvez tivesse sido melhor ficar na arquibancada - menos cheiro, menos barulho...

Depois disso, só faltava uma atração que não tínhamos feito ainda: o musical BLUM, que aconteceria às 15h.

Então, como a área de aventuras radicais não era para nós (nem as filas que se formavam por ali), voltamos para a TIPLIKILAND para brincar nas atrações mais infantis até esse horário.

Teatro do Blum, na Avenida das Nações

O espetáculo BLUM é lindíssimo, em estilo Cirque du Soleil. Enzo estranhou toda aquela abstração no começo, mas depois foi se deixando cativar.  Mas é um show mais para adultos do que para crianças, certamente.

Terminado o show, tomamos um sorvetinho e seguimos para a saída, para fazer algumas fotos até nosso transfer para o aeroporto chegar.











domingo, 20 de março de 2016

Nossa ida ao Beto Carrero - O parque (dia 1) - março 2016

O transporte saía da pousada às 9h, e chegava ao parque 3 minutos depois. Ir à pé é complicado, pois tem uma rodovia sem uma passarela, portanto, é um caminho perigoso e tem que dar uma boa volta. Definitivamente, não foi feita pensando em pedestres! Mas, para quem fazia a ida e volta do aeroporto com a PEDRINHO TUR (R$ 120,00 para até 4 pessoas) esses transfers estavam incluídos.

A fila na frente do parque era enorme, mas andou rápido. Umas 9:15 já estávamos lá dentro, com o mapinha na mão.

Tirando foto sem perder lugar na fila!

Boné, protetor solar, água (não tem bebedouros no parque e a garrafinha custa 4 reais). Não houve revista em nossas mochilas, poderíamos ter levado lanches, mas dada a variedade de lojas, não era necessário.

Logo na entrada, há réguas para medir as crianças e colocar pulseirinhas de 1m10. 1m20 ou 1m30. Enzo ganhou a de 1m20 e, com isso, só teria restrição em 2 brinquedos mais radicais (como se ele fosse querer ir em algum desses! rs)


Uma vez lá dentro, nota-se bem que há áreas mais antigas, do tempo do fundador (o parque tem 24 anos), que são mais simples, com mais cenários que brinquedos; e outras mais novas, mais atrativas, muitas vezes patrocinadas, com brinquedos melhores. Mas achei o parque limpíssimo, não tinha uma pintura descascando, as lojas de comida funcionavam bem, com preços razoáveis (para um parque) e muita variedade.

Sinceramente, minha parte favorita foram os shows, que são todos imperdíveis!

Começamos pela ILHA DOS PIRATAS:

É uma dessas áreas mais antigas e que tem mais cenários que brinquedos.

A ponte pênsil é simpática, especialmente se tem muita gente passando, pois balança.

Naquele solão não nos animamos com os pedalinhos (barquinhos ali atrás)
Tem um belo lago de vitórias régias


Tem uma caverna escura com cenas de pirata. Nada demais. Mesmo assim, vi várias menininhas apavoradas. Também há uma Casa de Espelhos. Enzo passou por tudo com bastante desinteresse.
De brinquedo mesmo, só o Barco Pirata, desses que balançam pra lá e pra cá. Eu não gosto desse brinquedo, uma vez fui em um e tive uma impressão horrível de pressão no abdomem quando ficávamos lá em cima. Rodrigo também não curte porque lembra de um amigo que vomitou lá em cima e quem estava nos bancos da frente ficou sujo... Nem chegamos perto!

Saindo dali, chegamos na área dos brinquedos mais infantis:

TRIPIKLAND

Esta área lembra os parques tradicionais da nossa infância. Alguns brinquedos são patrocinados pela Lilika e Tigor, como a Montanha Russa e a Roda Gigante. As filas costumam ser pequenas e andar rápido. Fizemos vários brinquedos mais de uma vez durante os dois dias de parque.

Filas ainda pequenas naquela hora da manhã

Mamãe tentando proteger a cabeça do filhote com o braço... É bem perigosinho esse brinquedo, alguém sempre sai machucado! Dessa vez fui eu e meu joelho!

Enjôo à vista! Não rode demais a xícara!

Carrossel básico

Brinquedão (na área do zoo tem outro mais elaborado, mas é pago - 20 reais)


Outros brinquedos da área são os elefantinhos voadores e uns pedalinhos infantis (estes a R$ 20,00!!).

Para seguirmos para os fundos do parque, onde tínhamos o almoço Excalibur marcado, voltamos até a entrada e pegamos o teleférico:




AVENIDA DAS NAÇÕES

O teleférico nos deixa perto de uma montanha russa bem infantil, a Dum Dum. Daquelas tipo uma lagartona. Pouquinha emoção, mas valeu a voltinha, pois não tinha fila.



Aproveitamos para passar no Betinho Carrero 4D, que estava mais para 2D, já que o 3D não estava funcionando há semanas e, portanto, não estavam distribuindo os óculos...  o simulador estava só na base do remelexo das poltronas e de uma fumacinha eventual.


Do lado de fora da atração tem esse painel com os personagens do Betinho Carrero. Enzo leu tudo e estava empolgado de ver o filme... mas quando chegamos lá, não tinha nada a ver com esse painel, era um filme com personagens desconhecidos. Ele ficou meio bolado com isso...

Das outras atrações da área, o Rapapuska estava em manutenção e o Teatro Aqua do espetáculo Blum, vimos no segundo dia.

VILA GERMÂNICA

Caminhamos em direção à Vila, que tem um estilo Oktoberfest e estava toda decorada para a Páscoa, com coelhinhos e ovinhos para todo lado. Havia recreadores fazendo pinturas nas crianças e artistas de caricaturas.

Esse chapéu tinha orelhas de coelho... mas nem parece, né? rs


É lá que fica a montanha russa da Lilika e Tigor, numa região meio limítrofe com Tripikland.

A montanha russa é órima para crianças a partir de 1m10, mas bem rapidinha.
Também tem ali um Cine Renato Aragão, que estava fechado.

A essa altura, já eram 11:30 e nosso almoço no EXCALIBUR (comprado com antecedência) era ao meio dia. Então, fomos logo para conseguir bons lugares (nos recomendaram as mesas do meio, na fileira do meio)!  Além disso, antes de entrar, tem que comprar as fichas das bebidas, se não, lá dentro não terá o que beber! 

A nobreza comparece!

Às 11:45 já foi servido o almoço (padrão para todos), o que foi legal,
porque durante o show pudemos nos concentrar na apresentação!

O almoço consiste em arroz, batata frita, carne, frango e legumes. Mas não é pra comer com as mãos, não é tão realista assim...rs

Disposição da arena para a esquerda...

... e para a direita


A brincadeira consiste em torcer pelo cavaleiro da cor da sua mesa e contra os outros durante as justas e disputas.
Bléee cavaleiro verde!

Viva o cavaleiro vinho!!

Enzo curtiu, ficou empolgado...

...e bem atento à estória.
Note nas fotos, que o local é refrigerado, portanto, um casaquinho foi providencial.

O show tem várias etapas. Os cavaleiros são ótimos. O ator que fazia o rei merecia uma fonoaudióloga, mas nada que tirasse a graça do espetáculo.





Sim, há alguns momentos um pouco violentos, com algum 'sangue'. Mas, no final todos se levantam e as crianças perguntam aliviadas: "Era sangue de mentirinha, né?"

Acho que há mais de um enredo, pois tinha ouvido falar de outro, com um final diferente do que assistimos.


MADAGASCAR

A área Madagascar é patrocinada pela Dreamworks e é linda, tem cara mesmo de Disney!



Mas, além da decoração linda, do encontro com personagens,do show e das lojinhas de souvenirs e lanches, só tem UM brinquedo, que é o Crazy River Adventure.  Até passamos por lá nessa tarde, mas estava com uma espera de mais de duas horas de fila (!!!)

Compramos um sorvetinho de sobremesa e fomos pegar bons lugares no show, que fica LO-TA-DO.

O show mistura dança, cenas do filme Madagascar III e números de circo. É lindo e divertido!








MUNDO ANIMAL

Nosso fim de tarde passamos nessa área. Começamos pelo show da Monga, o famoso número de espelhos onde a mulher vira gorila. Só dá para ver direito se ficar na ponta esquerda da platéia. Do lado direito, não se vê nada...


Enzo ficou bastante assustado, porque o pai disse que ela sempre comia alguém da platéia... Ideia de jerico, claro. Mas dei um jeito de bloqueá-lo quando ela se "solta" e vem para cima da platéia. Acho que ele nem se deu conta, tadinho, encolhido e de olhos fechados, como estava.

Em razão disso, nem o levei no outro show de sustos, o Portal da Escuridão, que era pago à parte.

Entramos no Zoo e fomos direto para a área MAMÃES E FILHOTES, onde por volta das 15h é posível comprar mamadeirinhas (pequenininhas) por 5 reais para dar a filhotes de cabras e ovelhas.

Não é uma tarefa tão fácil quanto parece, pois todas as cabritinhas tentam subir em quem traz a mamadeira

Mas há uns boxes separados, onde podem ficar só as crianças e um animal, facilitando a interação
Em seguida pegamos, ali do lado, um trenzinho que dá uma voltinha bem bobinha pelas imediações.

Depois os meninos foram passear pelo zoo. Eu não gosto de zoos, então fiquei no espaço zen que fica na entrada dele, descansando. Tem algumas cadeiras massageadoras (pagas) e um brinquedão no qual o Enzo quis ficar um pouco mais, no final.






VELHO OESTE

Quando saímos do Mundo Animal, fomos para o Velho Oeste, onde fica a Praça de Alimentação, uma área enorme em forma de "circo" com muitas opções de refeições e lanches. O local é especialmente bonito em razão de um carrossel veneziano que fica no centro dele. Fizemos um bom lanche e seguimos para a última apresentação do dia.

Nessa região também se encontra uma boa área de banheiros, farmácia, trocadores para bebês (espaço baby, com tv e ar condicionado).

Encontre o Enzo!!

Quanto ao que há para ver, é outra das áreas antigas, que tem mais cenários para fotos do que atrações. Tem a aldeia indígena, o Forte e uma hípica, além de um memorial para o Beto Carrero.  Mas não exploramos muito a região, fomos direto para a apresentação do último show do dia 'Um Sonho de Cowboy".

O show é bem nos estilo dos musicais hollywodianos antigos, um 'faroeste'. Tem interessantes recursos de cenografia e muuuuita cantoria. No início, Enzo estranhou aquela cantoria toda, por qualquer motivo, mas depois adorou o espetáculo! Tem uns bandidos engraçados interagindo com a platéia e cenas de ação no palco, que o fizeram vibrar.





Enfim, seguimos para pegar nosso ônibus de volta para a pousada. Ainda tínhamos direito ao transfer para a janta e até pensamos em um local especial, já que era aniversário do pequeno, mas acabamos optando por um buffet de comidas típicas locais, indicado pelo hotel. Serviço rápido, enfim, para podermos descansar para o dia seguinte.