Em nosso último dia, tinhamos uma manhã para aproveitar. O tempo tinha melhorado e não estava mais nebuloso como antes, nem chovia tanto.
Pegar estrada no dia do vôo é sempre estressante, pois atrasos podem ter consequências terríveis... além disso, era final de feriadão. Então tivemos que escolher apenas duas atrações, optando por duas que já ficavam na estrada para Porto Alegre.
Antes de sair, ainda tivemos mais uma distração com as aves do hotel. Enzo resolveu 'salvar' a perua que estava sendo 'machucada' pelo peru, atirando uma pedrinha nele, e parece que acabou causando um acidente diplomático com o pavão!
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| A perua sob o peru |
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| O pavão pagando o pato... |
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| A briga foi feia! |
Feito o check out, seguimos pela Rodovia 115, em direção a Porto Alegre, até o PARQUE GAÚCHO.
Esse parque divide espaço com o Zoo de Gramado, que é muito bom, mas já tínhamos visitado na vez anterior. Segundo soubemos, vai ter uma área de resort integrado às duas atrações.
O Parque Gaúcho não tem muita propaganda, mas é um local muito interessante. Uma série de galpões onde fizeram um museu antropológico do gaúcho. Eu me surpreendi muito com a rusticidade da vida desses desbravadores. Sinceramente, pareceram pouco mais evoluídos do que homens do início dos tempos. Tudo era feito de couro, madeira, lã e ossos, o que tinham disponível nas pradarias.
Obs.: Não espere encontrar danças típicas, pois não é um CTG. Para isso, me foi sugerida a churrascaria Garfo e Bombacha.
Nesse dia, Enzo não estava com muita paciência para museus, estava agitado e preferiu correr pelo lugar, que estava vazio, já que éramos os únicos clientes naquela manhã.
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| Galpões grandes, com muitos objetos em exposição |
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| Pelotas, um tipo de flutuador. Novidade para o Capitão Digão. |
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| Carroça |
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| Bancos e fornos |
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| Ao final, chega-se a um grande restaurante típico |
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| Churrasco e chimarrão, claro. |
O restaurante é muito amplo e tem até uma pequena área para crianças pequenas.
Porém, como ainda era muito cedo para almoçar, fomos para a área dos animais. Apesar de terem planejado liberar os passeios (cavalo, pônei, carroça) após o meio dia (estavam em limpeza daquela área, em razão das chuvas dos dias anteriores), como éramos os únicos clientes do museu e íamos embora naquele dia, fizeram a gentileza de nos levar e preparar o pônei para o Enzo dar uma voltinha.
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| Conhecemos uma adorável cadela da raça cimarron, que eu não conhecia |
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| Não sei a raça desses bois, mas os chifres eram impressionantes! |
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| Voltinhas no pônei |
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| Arena de doma |
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| Ovelhas |
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| Gauchito |
De lá, fomos ao Le Jardin, chamado Parque das lavandas, que de parque mesmo, não tem nada. É, na verdade, uma propriedade na qual se cultivam lavandas (alfazema) e tem uma simpática lojinha de produtos relacionados, com estilo provençal.
E a decepção do dia ficou por conta desse passeio! TODAS as flores de lavanda haviam sido quebradas pelas chuvas e granizo dos últimos dias! Então, essa área que era para estar toda azulzinha/roxinha e linda para fotos, estava assim, peladinha:
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| Sim, haviam outras flores. Mas nada de lavandas. |
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| Detalhe da lojinha |
Enfim, recomeçou a garoar e resolvemos botar o pé na estrada. Enzo dormiu bastante tempo e, quando acordou, teve sua estreia em uma churrascaria rodízio em Novo Hamburgo.
Acabamos chegando cedo ao aeroporto e o jeito foi arranjar distração. O livro da vez foi o Diário de um Banana, que acho que nem era para a idade dele, mas foi um sucesso!