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sábado, 7 de novembro de 2015

Snowland

No segundo dia acordamos menos cedo do que eu tinha planejado já já nos deparamos com queda de temperatura, garoa e muita neblina.  Como o passeio programado era indoor, não foi grande preocupação.

Nosso carro alugado
Quase não se via o pórtico!


SNOWLAND - O primeiro parque de neve indoor do Brasil. Estava muito ansiosa por esse passeio, porque sou grande entusiasta dos parques nacionais. Entretanto, as coisas foram menos legais do que eu esperava...
Primeiro porque não conseguimos chegar antes da abertura (9h), mas 15 minutos depois, e já pegamos uma fila bem grandinha.  Tudo bem que eles mandam bonequinhos e personagens até lá para entreter, mas não foi pouco demorada não! Mas, com aquele tempo + feriadão + natal luz, era algo para o quê eu já estava preparada! Sabia que tinha que chegar cedo e que meio dia já estaria intransitável por ali.

Fila às 9:15!
Mascote do parque
Enfim, entramos!




Logo na entrada há um cenário para foto dentro de um bloco de gelo (todas as fotos pagas a R$ 15,00) e a entrada do simulador. Enzo logo ficou animadíssimo porque adora simuladores (eu também!). Mas ficamos na fila uns 10 minutos e veio um funcionário informar que o brinquedo estava enfrentando problemas técnicos e pedindo que voltássemos depois.

Tudo bem, fomos então para a montanha de neve! O carro chefe do parque e o local onde a diversão realmente acontece e onde só se entra a partir de 5 anos.




Antes de chegar lá, passamos na área em que fica o ringue de patinação e uma área de games (tipo de shopping... quem paga pra entrar num parque desses pra ficar numa área de games?). Enzo não se animou de patinar, então seguimos para a neve.

Até essa área o ar condicionado ainda não é muito forte, mas a partir daí, o negócio aperta. Então, é nesse momento que o parque oferece o kit com roupas "apropriadas". Vamos passando numa fila e os atendentes vão nos dando os equipamentos e uma chave de armário para guardar nossas coisas.

89679 pessoas trocando de roupa ao mesmo tempo em frente aos armários!


 Os kits são todos das mesmas cores, então, com esse povo todo se trocando ao mesmo tempo, inevitável haver trocas e confusões. Também achei facinho para perder criança no meio dessa multidão de clones... Talvez levar algum detalhe para "marcar" a criança possa ser uma boa idéia para famílias maiores...

Tem que ser um pouco ninja para se vestir, vestir a criança e não misturar as peças, que vão sendo apoiadas pelo chão, junto com nossos petences...

Eu tinha nos equipado com roupas quentinhas para colocar por baixo da roupa de neve e meias de lã, então não sentimos frio
Isso é o que encontramos ao chegar! Um local bem bonito e grande.
Perdemos um tempo para tirar foto com um boneco animatrônico do Yeti nessa caverna, por insistência do Enzo. Ao lado, uma lojinha de lanches e o brinquedo Bumper, que, lamentavelmente, estava desativado (pois parece que era o que havia de mais divertido para crianças).

Em frente ao castelo de neve, as pistas para crianças de 5 e 6 anos descerem na boia. No cercado do meio, a subida para as boias de adulto, que descem por trás do castelo. À direita, a pista de ski e snowboard. Tudo ainda bem vazio.

Depois da foto com o Yeti, Enzo foi para a pista de boias infantis. Desceu umas 5 vezes, mas logo se cansou, pois o nível de emoção da pista é equivalente a uma descida de escorrega na pracinha...

Toma seu Yeti!!

Seguimos, então, para o teatrinho FLOKUS.

Essa primeira parte até é interessante, mas a seguinte tem graves restrições orçamentárias...
O final dessa atração é o único momento em que há espaço e incentivo para as crianças tocarem na neve, fazerem guerrinha, essas coisas. Também é o momento em que se dá conta que as luvas não são impermeáveis e a mão da criança fica congelada!
Brrrrr
Mãe atenta que sou, tinha levado luvas impermeáveis e meias extra para todos! Além de um gorrinho que funciona muito melhor com esse capacete do que essa touca que é fornecida. Voltamos então aos armários para fazer a troca.

Família já com as luvas impermeáveis e Enzo com o gorrinho
Como o Bumper estava desativado TODAS as famílias ganharam uma foto "cortesia" num cenário com um urso animatrônico. E meu marido resolveu fazer questão da bendita foto. Sem exagero, passou mais de 40 minutos na fila. Quando chegou nossa vez, reparamos que não havia sistema eletrônico de envio das fotos ao quiosque em que eram impressas. Então, a cada família fotografada, o rapaz tirava o pente de memória, levava no quiosque, descarregava e voltava. Imagine a lerdeza de uma fila dessas?? Claro que, eventualmente, esse tira e bota acabava dando defeitos na máquina e um responsável tinha que ser chamado... Por que não entregar a foto na saída do parque, já que não dispõem de tecnologia para um envio eletrônico? Surreal!!

Então, para uma criança de 6 anos só tinha o Flokus, o escorrega bobinho e filas para fotos!

Ainda tentamos ir na pista maior de boias, onde crianças de 7 anos são admitidas. Iríamos descer juntos os 3 (dá para segurar as boias juntas) e estávamos nos responsabilizando por isso, mas o fiscal não permitiu de jeito nenhum.

A essa altura já era meio dia e o parque já estava lotadíssimo, com filas imensas para qualquer coisa. Nem cogitamos tentar o restaurante. Resolvemos sair, mas, antes, passar no simulador 7D da entrada do parque. Mas o pior ainda estava por vir... Eles informam que é o único simulador 'em pé' e limitam o brinquedo à altura de 1,35m, porém, informam que crianças menores podem entrar, mas ficam sentadas. Pensei eu: "deve ser um banco desses de simulador de festa de criança, para dar mais segurança". Mas não. É um BANCO DE MADEIRA, desses, de jardim, onde as crianças ficam sentadas ouvindo os adultos se divertirem... Chega a ser cruel. E o simulador é ridiculamente bobo! A plataforma mexe só um pouquinho, não daria para desequilibrar ninguém e, se achassem necessário, os pais poderiam ficar junto com as crianças, segurando as hastes...

Saímos revoltados do parque. Nunca vi o Enzo tão frustrado em uma viagem!









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