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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Nossa ida a Porto Seguro - abril 2015 - Vila histórica e Tôa Tôa

Esse último dia amanheceu chovendo bastante, mas o sol abriu após o café da manhã e corremos para fechar nosso tour histórico na Vila de N. Sra da Pena, fundada em 1535 como sede da Capitania de Porto Seguro, e que ainda mantém e preserva construções desta época.





Passear por essas ruas realmente nos conduzem a esse passado, pois a preservação das casas é bastante impressionante.

Casa construída em 1538, com grossas paredes internas e que ainda funciona como moradia e loja.


Essa já é de 1885.
Adicionar esse colorido às casas, as tornou ainda mais interessantes!

As janelas mantém as treliças, por trás das quais as mulheres viam o movimento das ruas

Essas três casas foram reunidas em um só imóvel por um casal estrangeiro. Suas janelas ficam abertas e podemos ver a linda decoração interna e seus moradores (mas há placas pedindo para que não sejam perturbados)



Na praça central, com o mais antigo monumento do Brasil na vitrine.



Com o farol ao fundo
Como tínhamos que fazer check out e partir para a segunda parte de nossa viagem, não contratamos o guia local, apenas fizemos uma visita rápida, lendo as plaquinhas, e voltamos ao hotel para fechar as malas e desocupar o quarto.

Mas ainda havia uma coisa que tinha prometido ao Enzo fazer em Porto Seguro, desde que ele se encantou com aqueles vídeos de Axé na Passarela do Álcool: ver um grupo de dançarinos ao vivo!

Seguimos, então para uma das barracas mais conhecidas do agito, a Tôa Tôa.


 Enquanto os dançarinos não chegavam (começa às 11h), aproveitamos uma prainha, já que a chuva tinha ido embora e o sol dava o ar da graça!



 Até que o show começou!

Animou!

Enzo estava tão empolgado com a cultura bahiana que se permitiu até provar o acarajé!




Logo começaram a jogar água na área que ficava na frente do palco, o que animou as crianças a pularem por lá.  Então, veio um professor/animador e chamou as pessoas para aprender algumas coreografias. Nós fomos, claro!




Aparentemente, o "Molinho" tinha sido o hit do verão. Pelo menos, foi o que mais ouvimos... e dançamos por lá!

Por volta das 13h, tivemos que sair para devolver o carro junto às barcas para Arraial D´Ajuda, onde começaríamos a segunda parte de nossa viagem, no Eco Resort e Eco Park.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Nossa ida a Porto Seguro - abril 2015 - Tour Histórico

Acordamos cedo e animados para nosso tour histórico!


Pegamos o carro no estacionamento do hotel (sobre o hotel veja aqui), voltamos uns 400 metros em direção ao Centro, e já chegamos no Memorial da Epopéia do Descobrimento, ali mesmo na Av. Beira Mar.








O local abre às 8h30 e a entrada nos custou 10 reais cada (criança não paga). Fomos direcionados para um guia adolescente que iniciou o passeio pelo local.


O guia tem um discurso decorado, mas esse era bem simpático.

Sabia que o nome do Pedro não era Cabral, quando aqui chegou?

Aprendendo sobre o relógio de sol

Reprodução de mapa do velho mundo

 Após discorrer sobre as grandes navegações e os grandes navegadores da época, somos levados a uma "oca" que funciona como museu de artefatos indígenas.






Após mais algumas explanações, seguimos para o grand finale: a réplica da caravela!




A história dessa corda foi o que mais impressionou o Enzo!





A visita levou cerca de uma hora. Ao final ficamos fotografando a fauna e flora do lugar.


Com uma árvore de pau brasil

Devidamente munidos de informações sobre o 'descobrimento/achamento' do Brasil, fomos visitar os primeiros moradores da área: os índios!

A entrada para a  Reserva Indígena Pataxó da Jaqueira fica logo após a Barraca Barramares, no caminho para Coroa Vermelha, indo pela própria Av. Beira Mar

Fomos recepcionados por um índio paramentado que nos cobra a entrada (25 reais por adulto e 10 criança) e nos leva mata a dentro para encontrar a aldeia.


Ao chegar na aldeia, um índio mais velho nos fala de como aquelas 30 famílias se reuniram para criar uma tribo que prestigiasse todos os dias a cultura de seus ancestrais e não apenas nos dias festivos. Por isso, eles se vestem como índios, realizam rituais, são alfabetizados em Português e em "Patxohã" e tentam viver da forma mais aproximada possível da cultura Pataxó.

Claro que hoje dependem também do dinheiro dos turistas, já que não há mais como viver da caça e da pesca, nem podem mais ser nômades. Mas, de um modo geral, achamos que a essência da vida indígena vem sendo protegida no local e é uma experiência muito interessante a ser vivenciada.

Ao terminar sua palestra, o chocalho é tocado e outro guia nos leva a conhecer mais da tribo

Oca do Pajé

Pajé

Escola

Lição em Patxohã

Há uma estória interessante entre esse artefato e o casamento dos índios!

Visitantes podem ser pintados, se quiserem.

Aula de arco e flexa

Ritual de agradecimento e purificação

Turistas participando da dança ritual

Ocas das famílias e mesas comunitárias

Enzo comprou um livro sobre a história da aldeia, autografado pela escritora

Terminada a visita, que durou pouco mais de uma hora, resolvemos fazer uma parada para descanso e almoço. 
Excelente pedida, pouco depois da Reserva, no sentido de Coroa Vermelha, pela Av. Beira Mar: Recanto do Sossego!




A maré estava bem baixa. Tínhamos que caminhar bastante para a água passar dos tornozelos! Mas é uma praia bem limpa e privativa.


E comemos uma massa com molho de camarões, excelente!

Após esse momento de relax, nossa próxima parada era Coroa Vermelha, no local onde foi realizada a primeira missa.  Foi um pouco difícil achar a entrada, pois a região está lotada de barracas de comércio! 

Deve-se estacionar próximo a essa área em que as barracas tem teto de sapê
E andar uma loooonga avenida ladeada por lojinhas até a orla
No caminho, passa-se pelo Museu Indígena, onde também se pode contratar visitas guiadas.
No caminho, lojas de todo o tipo de produto local e artesanatos

Após uma boa caminhada, chega-se até a cruz comemorativa da primeira missa

Na verdade, os portugueses chegaram ao Brasil na altura do Monte Pascoal, bem ao sul desse local, após Trancoso e Caraíva, mas apenas nessa parte do litoral encontraram um "porto seguro" para aportar, dado o número de recifes que se espalham por toda a costa.  Esse "porto seguro", todavia, ficava em Coroa Vermelha, que pertence ao município de Santa Cruz de Cabrália.

Por isso há uma rixa entre Santa Cruz de Cabrália e Porto Seguro sobre onde os portugueses teriam aportado em primeiro lugar!

A primeira vila fundada pelos portugueses, todavia, ficava mesmo no município de Porto Seguro, mas como já estávamos em Coroa Vermelha, aproveitamos para dar uma passadinha na SEGUNDA vila do Brasil, que foi fundada em Santa Cruz de Cabrália.

Chegando na vila há guias locais que trabalham por uma "colaboração", mas sugerem  que seja a partir de 25 reais.  Entretanto, é bom chegar lá antes das 14h, pois após esse horário tanto a igreja quanto a Casa de Câmara e Cadeia estão fechadas e temos que nos contentar com o passeio pela área externa.

Matriz Nossa Senhora da Conceição

Ruínas do antigo colégio jesuítico destruído pelos índios

Construção com ossos e óleo de baleia

Casa de Câmara e Cadeia
Vista do mirante "Ai que lindo"

Balsas de transporte pelo rio João de Tiba, com a cidade de Santo André ao fundo (onde foi construído o resort da seleção alemã)

Rio e mar


Mapinha da área percorrida


A essa altura já estávamos bem cansados, então deixamos a vila de Porto Seguro para o dia seguinte e formos brincar na piscina do hotel.





Á noite, mais uma visita à Passarela do Álcool!


Pizza e dinossauros

Tradicionais barraquinhas de Capeta