Acordamos cedo e animados para nosso tour histórico!
Pegamos o carro no estacionamento do hotel (sobre o hotel veja aqui), voltamos uns 400 metros em direção ao Centro, e já chegamos no Memorial da Epopéia do Descobrimento, ali mesmo na Av. Beira Mar.
O local abre às 8h30 e a entrada nos custou 10 reais cada (criança não paga). Fomos direcionados para um guia adolescente que iniciou o passeio pelo local.
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| O guia tem um discurso decorado, mas esse era bem simpático. |
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| Sabia que o nome do Pedro não era Cabral, quando aqui chegou? |
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| Aprendendo sobre o relógio de sol |
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| Reprodução de mapa do velho mundo |
Após discorrer sobre as grandes navegações e os grandes navegadores da época, somos levados a uma "oca" que funciona como museu de artefatos indígenas.
Após mais algumas explanações, seguimos para o grand finale: a réplica da caravela!
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| A história dessa corda foi o que mais impressionou o Enzo! |
A visita levou cerca de uma hora. Ao final ficamos fotografando a fauna e flora do lugar.
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| Com uma árvore de pau brasil |
Devidamente munidos de informações sobre o 'descobrimento/achamento' do Brasil, fomos visitar os primeiros moradores da área: os índios!
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| A entrada para a Reserva Indígena Pataxó da Jaqueira fica logo após a Barraca Barramares, no caminho para Coroa Vermelha, indo pela própria Av. Beira Mar |
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| Fomos recepcionados por um índio paramentado que nos cobra a entrada (25 reais por adulto e 10 criança) e nos leva mata a dentro para encontrar a aldeia. |
Ao chegar na aldeia, um índio mais velho nos fala de como aquelas 30 famílias se reuniram para criar uma tribo que prestigiasse todos os dias a cultura de seus ancestrais e não apenas nos dias festivos. Por isso, eles se vestem como índios, realizam rituais, são alfabetizados em Português e em "Patxohã" e tentam viver da forma mais aproximada possível da cultura Pataxó.
Claro que hoje dependem também do dinheiro dos turistas, já que não há mais como viver da caça e da pesca, nem podem mais ser nômades. Mas, de um modo geral, achamos que a essência da vida indígena vem sendo protegida no local e é uma experiência muito interessante a ser vivenciada.
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| Ao terminar sua palestra, o chocalho é tocado e outro guia nos leva a conhecer mais da tribo |
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| Oca do Pajé |
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| Pajé |
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| Escola |
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| Lição em Patxohã |
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| Há uma estória interessante entre esse artefato e o casamento dos índios! |
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| Visitantes podem ser pintados, se quiserem. |
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| Aula de arco e flexa |
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| Ritual de agradecimento e purificação |
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| Turistas participando da dança ritual |
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| Ocas das famílias e mesas comunitárias |
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| Enzo comprou um livro sobre a história da aldeia, autografado pela escritora |
Terminada a visita, que durou pouco mais de uma hora, resolvemos fazer uma parada para descanso e almoço.
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| Excelente pedida, pouco depois da Reserva, no sentido de Coroa Vermelha, pela Av. Beira Mar: Recanto do Sossego! |
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| A maré estava bem baixa. Tínhamos que caminhar bastante para a água passar dos tornozelos! Mas é uma praia bem limpa e privativa. |
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| E comemos uma massa com molho de camarões, excelente! |
Após esse momento de relax, nossa próxima parada era Coroa Vermelha, no local onde foi realizada a primeira missa. Foi um pouco difícil achar a entrada, pois a região está lotada de barracas de comércio!
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| Deve-se estacionar próximo a essa área em que as barracas tem teto de sapê |
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| E andar uma loooonga avenida ladeada por lojinhas até a orla |
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| No caminho, passa-se pelo Museu Indígena, onde também se pode contratar visitas guiadas. |
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| No caminho, lojas de todo o tipo de produto local e artesanatos |
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| Após uma boa caminhada, chega-se até a cruz comemorativa da primeira missa |
Na verdade, os portugueses chegaram ao Brasil na altura do Monte Pascoal, bem ao sul desse local, após Trancoso e Caraíva, mas apenas nessa parte do litoral encontraram um "porto seguro" para aportar, dado o número de recifes que se espalham por toda a costa. Esse "porto seguro", todavia, ficava em Coroa Vermelha, que pertence ao município de Santa Cruz de Cabrália.
Por isso há uma rixa entre Santa Cruz de Cabrália e Porto Seguro sobre onde os portugueses teriam aportado em primeiro lugar!
A primeira vila fundada pelos portugueses, todavia, ficava mesmo no município de Porto Seguro, mas como já estávamos em Coroa Vermelha, aproveitamos para dar uma passadinha na SEGUNDA vila do Brasil, que foi fundada em Santa Cruz de Cabrália.
Chegando na vila há guias locais que trabalham por uma "colaboração", mas sugerem que seja a partir de 25 reais. Entretanto, é bom chegar lá antes das 14h, pois após esse horário tanto a igreja quanto a Casa de Câmara e Cadeia estão fechadas e temos que nos contentar com o passeio pela área externa.
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| Matriz Nossa Senhora da Conceição |
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| Ruínas do antigo colégio jesuítico destruído pelos índios |
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| Construção com ossos e óleo de baleia |
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| Casa de Câmara e Cadeia |
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| Vista do mirante "Ai que lindo" |
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| Balsas de transporte pelo rio João de Tiba, com a cidade de Santo André ao fundo (onde foi construído o resort da seleção alemã) |
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| Rio e mar |
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| Mapinha da área percorrida |
A essa altura já estávamos bem cansados, então deixamos a vila de Porto Seguro para o dia seguinte e formos brincar na piscina do hotel.
Á noite, mais uma visita à Passarela do Álcool!
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| Pizza e dinossauros |
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| Tradicionais barraquinhas de Capeta |