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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Nossa ida ao Tariri - Amazônia - 3o. dia

Durante a noite faltou luz e ficamos sem ventilador, o que não pareceu ser tão incomum na área. Como dormíamos com todas as janelas abertas, não chegou a ser um grande desconforto. Também tínhamos lanternas à mão, caso precisássemos sair ou pegar algo nas malas durante a noite. Às 6 da manhã ligaram o gerador para preparar o café da manhã.

Nessa manhã, sentimos falta dos macacos, pois quem veio nos acordar foram eles...

... os papagaios! Um grupo de fez uma festa na árvore em frente da nossa cabana!

Então, fomos nós ao encontro de nossos amiguinhos para dar bom dia!
Ownnnnn, o Inca tão foooofo!!

Encontramos esse tucano bebê que estava sendo criado na área dos donos do hotel
As penas do corpo nem tinham aparecido ainda.
E ajudamos a dar o café da manhã

Depois, nós fomos tomar nosso café e aproveitar a belíssima vista do restaurante!

Ele estranhou um pouco a comida, mas sabe que nosso lema é "em viagem, tem que comer a comida da viagem"

Os papagaios estavam atacados naquele dia e queriam até pegar uma das bolachinhas do Enzo!

E Rodrigo estava disputadíssimo naquela manhã... ainda bem que não sou ciumenta!


Enfim, programação da manhã era dupla: visita a uma comunidade ribeirinha e encontro com botos! Então, de volta à canoa!

Vila de Acajatuba, ou Vila Coríntians

Mercadinho

Parece que chegamos no dia de lavar roupas
Enzo e as 'ervas dormideiras´, como eu chamava na infância, ou 'mimosas pudicas', como parece ser o nome científico da planta

Ficamos bem impressionados com a escola, muito bonitinha e organizada, com computadores e TVs

Casas da rua principal

Nesse dia, o sol estava inclemente e só um sorvetinho (ou dois, no caso do Enzo) para refrescar

Ao final, fomos gastar um pouco na loja de artesanato
A vila era pequena, mas nos ajudou a entender melhor como vivem os caboclos, o papel de alguns projetos sociais que deram certo e outros que não parecem ter sido tão exitosos. Mas, ressalte-se que era eles tinham acesso à internet (até alguns celulares pareciam pegar!) e comércio até bastante diversificado, para um local tão pequeno.

 Em seguida, partimos para nosso encontro com botos!
Para essa construção flutuante dirigem-se embarcações de vários hotéis da região

Enquanto esperamos a vez para a interação do nosso grupo, podemos contar a estória do boto para as crianças

Em um tanque ao lado, temos a pesca do imenso e forte pirarucu!

Os rapazes que "chamam" os botos com peixes, nos informaram que há dias em que  eles encontram um cardume melhor e nem aparecem para a exibição, já que são animais soltos na natureza, sem nenhum treinamento

Mas, quando eles aparecem, é uma festa!



Nunca imaginei que o Enzo ficaria tão empolgado com os botos, após ter sido tão desconfiado com os golfinhos nas Bahamas, mas ele não teve um pingo de medo e até abraçou um deles, como se vê nesse video aqui

Retornamos felizes para o hotel, e o sol estava cada vez mais quente. Como a canoa não tem cobertura e os trajetos são longos, haja resistência!

Pelo menos, voltamos pela sombra por um pedaço do caminho... já aliviou!

Após o almoço, iríamos à aldeia indígena, mas enfrentar mais uma hora e meia de canoa debaixo daquele sol fortíssimo, nos desanimou. Acabamos aproveitando a tarde para descansar um pouquinho.

No fim da tarde, havia outro passeio agendado: a Casa da Farinha e visita à família ribeirinha que lá vive.  Na verdade, eu achei que essa casa era mais próxima, mas acabou sendo quase tão demorado quanto teria sido a visita à tribo.


Casa da família
Ao lado da casa da família, um galpão para moenda e preparo da farinha de mandioca

Moenda

Germano dando suas explicações em inglês, pois no grupo havia vários americanos 

Acompanhamos todo o processo até fazer a tapioca, que nos foi servida com um gostoso cafezinho 
Enzo logo desistiu do tour e engrenou numa brincadeira com as meninas da casa

Também apresentaram frutos típicas da região

O fruto de onde se retiram as castanhas

O ingá

E, na lojinha, havia instrumentos para experimentar (e comprar, claro), além das lembrancinhas típicas

Já somos, praticamente, índios!

Testando a zarabatana
Zarabatana comprada pelo nosso colega de tour

E, assim, fechamos nosso último dia de passeios

E eu pude me maravilhar com mais um pôr do sol na Amazônia


Na janta, as deliciosas iguarias da Fabíola nos aguardavam, como esses pães caseiros e a sopa na moranga

Demais pratos do jantar, com muitos molhinhos para experimentar

Sobremesas

Nossos roteiros marcados no mapa
No dia seguinte, saímos bem cedinho do lodge e encaramos um dia inteiro para voltar, já que a empresa aérea, para variar, havia alterado o horário de nosso vôo.  Mas valeu à pena! Foi uma de nossas melhores viagens em família!










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