Durante a noite faltou luz e ficamos sem ventilador, o que não pareceu ser tão incomum na área. Como dormíamos com todas as janelas abertas, não chegou a ser um grande desconforto. Também tínhamos lanternas à mão, caso precisássemos sair ou pegar algo nas malas durante a noite. Às 6 da manhã ligaram o gerador para preparar o café da manhã.
Nessa manhã, sentimos falta dos macacos, pois quem veio nos acordar foram eles...
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| ... os papagaios! Um grupo de fez uma festa na árvore em frente da nossa cabana! |
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| Então, fomos nós ao encontro de nossos amiguinhos para dar bom dia! |
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| Ownnnnn, o Inca tão foooofo!! |
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| Encontramos esse tucano bebê que estava sendo criado na área dos donos do hotel |
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| As penas do corpo nem tinham aparecido ainda. |
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| E ajudamos a dar o café da manhã |
Depois, nós fomos tomar nosso café e aproveitar a belíssima vista do restaurante!
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| Ele estranhou um pouco a comida, mas sabe que nosso lema é "em viagem, tem que comer a comida da viagem" |
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| Os papagaios estavam atacados naquele dia e queriam até pegar uma das bolachinhas do Enzo! |
E Rodrigo estava disputadíssimo naquela manhã... ainda bem que não sou ciumenta!
Enfim, programação da manhã era dupla: visita a uma comunidade ribeirinha e encontro com botos! Então, de volta à canoa!
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| Vila de Acajatuba, ou Vila Coríntians |
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| Mercadinho |
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| Parece que chegamos no dia de lavar roupas |
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| Enzo e as 'ervas dormideiras´, como eu chamava na infância, ou 'mimosas pudicas', como parece ser o nome científico da planta |
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| Ficamos bem impressionados com a escola, muito bonitinha e organizada, com computadores e TVs |
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| Casas da rua principal |
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| Nesse dia, o sol estava inclemente e só um sorvetinho (ou dois, no caso do Enzo) para refrescar |
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| Ao final, fomos gastar um pouco na loja de artesanato |
A vila era pequena, mas nos ajudou a entender melhor como vivem os caboclos, o papel de alguns projetos sociais que deram certo e outros que não parecem ter sido tão exitosos. Mas, ressalte-se que era eles tinham acesso à internet (até alguns celulares pareciam pegar!) e comércio até bastante diversificado, para um local tão pequeno.
Em seguida, partimos para nosso encontro com botos!
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| Para essa construção flutuante dirigem-se embarcações de vários hotéis da região |
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| Enquanto esperamos a vez para a interação do nosso grupo, podemos contar a estória do boto para as crianças |
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| Em um tanque ao lado, temos a pesca do imenso e forte pirarucu! |
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| Os rapazes que "chamam" os botos com peixes, nos informaram que há dias em que eles encontram um cardume melhor e nem aparecem para a exibição, já que são animais soltos na natureza, sem nenhum treinamento |
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| Mas, quando eles aparecem, é uma festa! |
Nunca imaginei que o Enzo ficaria tão empolgado com os botos, após ter sido tão desconfiado com os golfinhos nas Bahamas, mas ele não teve um pingo de medo e até abraçou um deles, como se vê nesse video aqui
Retornamos felizes para o hotel, e o sol estava cada vez mais quente. Como a canoa não tem cobertura e os trajetos são longos, haja resistência!
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| Pelo menos, voltamos pela sombra por um pedaço do caminho... já aliviou! |
Após o almoço, iríamos à aldeia indígena, mas enfrentar mais uma hora e meia de canoa debaixo daquele sol fortíssimo, nos desanimou. Acabamos aproveitando a tarde para descansar um pouquinho.
No fim da tarde, havia outro passeio agendado: a Casa da Farinha e visita à família ribeirinha que lá vive. Na verdade, eu achei que essa casa era mais próxima, mas acabou sendo quase tão demorado quanto teria sido a visita à tribo.
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| Casa da família |
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| Ao lado da casa da família, um galpão para moenda e preparo da farinha de mandioca |
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| Moenda |
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| Germano dando suas explicações em inglês, pois no grupo havia vários americanos |
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| Acompanhamos todo o processo até fazer a tapioca, que nos foi servida com um gostoso cafezinho |
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| Enzo logo desistiu do tour e engrenou numa brincadeira com as meninas da casa |
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| Também apresentaram frutos típicas da região |
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| O fruto de onde se retiram as castanhas |
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| O ingá |
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| E, na lojinha, havia instrumentos para experimentar (e comprar, claro), além das lembrancinhas típicas |
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| Já somos, praticamente, índios! |
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| Testando a zarabatana |
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| Zarabatana comprada pelo nosso colega de tour |
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| E, assim, fechamos nosso último dia de passeios |
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| E eu pude me maravilhar com mais um pôr do sol na Amazônia |
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| Na janta, as deliciosas iguarias da Fabíola nos aguardavam, como esses pães caseiros e a sopa na moranga |
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| Demais pratos do jantar, com muitos molhinhos para experimentar |
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| Sobremesas |
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| Nossos roteiros marcados no mapa |
No dia seguinte, saímos bem cedinho do lodge e encaramos um dia inteiro para voltar, já que a empresa aérea, para variar, havia alterado o horário de nosso vôo. Mas valeu à pena! Foi uma de nossas melhores viagens em família!
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