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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Tulum

No nosso último dia em Playa del Carmen, tínhamos apenas uma manhã livre para passeio antes de nos dirigirmos para o aeroporto. Como estávamos com carro alugado, pudemos aproveitar bem essas últimas horinhas indo até Tulum.

Em Tulum fica o sítio arqueológico de uma cidade litorânea maia faz é um belíssimo cartão postal da região!

Estacionamos em frente à entrada da atração e, na bilheteria, compramos os ingressos, que também davam direito ao transporte num trenzinho até as ruínas (e de volta também), que ficam em um terreno mais alto. Com o calor que fazia naquele dia, caminhar aquela distância não seria um bom programa...



Também contratamos um guia local, porque sem um, esses lugares perdem metade da graça! O guia tinha fotos num tablet, mostras de pigmentos usados na época e algumas histórias bem interessantes para contar. Valeu à pena!

 

Para quem não deseja contatar o guia, há plaquinhas com explicações em algumas das construções:




Entrada pelos grossos muros

Explicação sobre moradias e moradores da cidade

O guia também servia como fotógrafo, então foi útil para termos fotos de nós 3 juntos!




O local é realmente muito bonito e pitoresco!

Algumas construções estão em ótimas condições, mas não é permitido entrar nos prédios



Essa área era moradia apenas dos nobres, sendo que na cultura maia, essa posição era ocupada pela casta sacerdotal. A cidade funcionava como um entreposto marítimo. A fortificação era muito segura, pois ao redor tinha grossos muros e, no mar, por ter uma abertura entre os arrecifes que só era conhecida pelos moradores da área, funcionava como uma eficiente barreira marítima.


Rodrigo foi confirmar a informação e encontrou a passagem!

Ao final da visita, que durou cerca de uma hora, há uma escada para a praia, que é cercada por pedras dos dois lados:






Numa praia dessa região havia a opção de nadar com tartarugas, mas não tínhamos mais tempo disponível, então, iniciamos o retorno para casa, com ótimas lembranças do México!

Mas não sem antes provar uma última quesadilla!





domingo, 20 de agosto de 2017

Chichen Itza

Toda a ideia dessa viagem partiu de um desejo do Enzo, quando estava estudando o México na escola, ano passado.  Ao ver uma foto da pirâmide de Chichen Itza, ele demonstrou o interesse de conhecer o local e eu aproveitei para adicionar esse novo país à nossa rota.  Portanto, visitar esse sítio arqueológico era uma questão de honra, embora tenha sido bem difícil conseguir uma excursão em português, para que ele pudesse realmente aproveitar e não ficar entediado, ainda mais porque a viagem é de quase 3 horas, a partir de Playa del Carmen!

O ponto de encontro era na famosíssima boate Coco Bongo
Fomos buscados em uma van e depois transferidos para um ônibus grande.



Durante o (longo) trajeto, o guia Maurício foi dando explicações sobre a cultura maia e sobre a vida dos mexicanos nessa área hoje em dia, o que ajudou a passar o tempo de uma maneira bem divertida.

Entre os objetos mostrados pelo guia, estava a espada de obsidiana, que o Enzo adorou, por ser uma pedra muito forte em seus jogos eletrônicos. Mandou até foto para os amigos!

 

No trajeto, fazemos uma parada na cidade de Valladolid, uma cidade colonial espanhola, que guarda o estilo de construção típico, com arcos e plazas e está entre os 'pueblos magicos' do México.

 



O povo aqui é bem tradicional e as mulheres costumam se vestir com as roupas típicas, cujo colorido dos bordados indicam o estado civil, sendo mais escuro para as viúvas.



Depois, uma outra parada num centro de artesanato local. O guia nos orientou a comprar ali, onde os produtos eram de boa qualidade e realmente produzidos pelos moradores locais, que sofrem com muita carência de recursos e estavam em uma campanha para abrir uma escola secundária na região. No entanto, os preços dos produtos seguiam altíssimos também aqui.  Acabamos comprando um mapa astral maia para cada um e descobrimos que o Enzo é do signo de Jaguar (como o menino do livro que dei para ele ler na preparação da viagem!), Rodrigo era serpente e eu... abutre!








A parada seguinte é no famoso cenote Ik Kil.  A essa altura já era hora do almoço e o calor estava infernal, mas não nos animamos a trocar de roupa para disputar espaço com a multidão que nadava por lá... 



Ficamos um pouco irritados com a super lotação desse cenote na alta temporada. Um restaurante para atender todas aquelas excursões, realmente, era insuficiente. Especialmente se você pretendesse um local no ar condicionado...

Enfim, chegamos a Chichen Itza! Eu tinha levado um guarda chuva grande, disponibilizado pelo hotel, porque tinha ouvido que lá era muito quente e sem sombras, porém, assim que chegamos no sítio arqueológico, ele teve outro uso!

Fomos surpreendidos por um toró daqueles!
A chuva não demorou muito e o guia não parou as explicações por causa dela. Logo, estávamos de volta ao passeio, testando a impressionante acústica do lugar com palmas e gritos, analisando os locais de sacrifício e de jogos mortais realizados ali.

Isso que é uma mulher preparada!



Aprendemos as regras dos jogos de bola e não acreditamos quanto o "gol" era pequeno!
A bola tinha que passar por aquele pequeno círculo de pedra e o prêmio era a morte do jogador.





Na volta, curtimos um jantarzinho no hotel, na nossa última noite no México!



















domingo, 13 de agosto de 2017

Cozumel

Compramos um pacote de passeio para Cozumel que incluía dois mergulhos e uma visita a Playa Mia, uma praia com estrutura e muitos brinquedos para crianças.

O ponto de encontro era na estação das barcas. Cozumel é uma ilha próxima à Playa del Carmen, famosa por suas águas muito claras.

Nosso hotel ficava a cerca de 15 minutos à pé da estação, então saímos mais cedo e aproveitamos para conhecer a praia de Playa, que ainda não tínhamos visto. Diferentemente de Cancun, que tem a orla tomada por grandes hotéis, a orla aqui era ocupada por hotéis pequenos e charmosos, bares e restaurantes, além dos pequenos barcos de passeio.




O grande problema aqui eram essas algas! Em Cancun, os hotéis pagam
por essa limpeza, então as praias se apresentam bem mais atraentes.

 

Aqui, perto do cais, havia um trabalhador limpando as algas.

Chegamos no quiosque da Playa Mia, trocamos os vouchers do passeio
e recebemos as instruções dos guias.

Pegamos a primeira barca, que sai às 9h, e leva cerca de 40 min
no trajeto até a ilha. A barca é limpa, confortável e tem uma tv passando filmes.
Quando chegamos a Cozumel, os grupos foram reunidos e encaminhados para barcos menores. Essa ida foi bem cansativa, pois demorava cerca de uma hora até o primeiro ponto de mergulho, num local chamado Colômbia.

Foi bem cansativo mesmo!

Chegando perto, o guia nos deu as instruções
de mergulho e comunicação

Recebemos os kits de mergulho (levamos nossas máscaras e
snorkels) e nos preparamos!


A água é bem clara e de temperatura morna, muito agradável!

Tinha alguns peixes, mas como eram muitos turistas, o ´tráfego´ficava um tanto apinhado

Eu e Enzo ficamos só na superfície

Mas Rodrigo arriscou uns mergulhos maiores

A parte chata é q o guia insistia que ficássemos sempre perto dessa boia, então,
acabava sendo um ajuntamento de nadadores um tanto desconfortável.

A segunda parada foi num banco de areia chamado El Cielo, onde a água é azul clarinha.




Tentativa de foto artística...rs

Eu sei que não pode pegar, mas foi irresistível...


Essa arraia estava escondida na areia e Rodrigo a encontrou!




Depois fomos para Playa Mia, onde havia um buffet (simples) nos aguardando. Já deviam ser cerca de 14h, mas como eu tinha levado biscoitos para 'enganar' a fome, foi tranquilo de esperar.

O buffet ficava lá no fundo!




O lugar tinha uma ótima estrutura com piscinas e tobogãs, mas Enzo almoçou correndo porque queria mesmo era brincar nos infláveis que ficavam na praia.

Os infláveis ficam no mar, a uma distância bem razoável da praia!

 Como, antes dessa viagem, o Enzo não era de se lançar sozinho a novas aventuras, eu nem cogitei a hipótese dele ir sem nós... Como ele acabou de comer antes, sugeri que fosse encontrar onde forneciam os coletes (pois eram uma exigência para ir os brinquedos). Só que, passados uns 5 minutos, nada dele voltar! Parei de comer e procurei em todas as piscinas, mas nada! Então, fiz o Rodrigo parar de comer e nadar até os infláveis para ver se o menino tinha ido para lá!

Sinceramente, achava impossível ele ter nadado aquilo tudo em tão pouco tempo, mas já estava ficando nervosa.

Quando o Rodrigo voltou:

- E aí, ele estava lá?
- Tava.
- E você deixou ele lá sozinho???
- Ele tá de colete. E tem um cara tomando conta, e outro com um jet ski para emergências. E eu não acabei de almoçar ainda...
- Ele nem fala a língua direito! Ele tem 8 anos! 

E, apavorada como só uma mãe sabe ser, peguei um colete me joguei na água!  Levei uma infinidade de tempo para chegar até os benditos infláveis. Exausta e ofegante, levei mais um tempão para conseguir subir em alguma superfície daquelas... Um vexame.

Quando olhei em volta, o Enzo já estava no caminho de volta para a praia. Chamei-o e ele disse que estava indo para os outros infláveis DA OUTRA PRAIA!! Então, expliquei que aqueles não faziam parte da mesma estrutura em que nossa excursão estava e chamei-o para fazer outro circuito ali (enquanto eu descansava um pouco...). Quando esse menino virou esse ser tão destemido, gente?








Enquanto isso, o papai achou um barquinho e saiu para velejar...
Quando voltamos para a praia, nem deu tempo de irmos nos toboáguas, já eram 16h20 e nosso barco saía às 16h30, o tempo passou voando! E quase que o Rodrigo perde a volta pois acabou o vento e ele só conseguiu voltar para a praia em cima da hora!

A volta foi mais animada, com muita música e dança! Qual a graça de um passeio desses, se não tiver Macarena, não é mesmo?