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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Nossa ida à Inglaterra - Hamley´s, Science Museum e Victoria and Albert Museum

Nosso último dia de viagem! O plano era ficarmos na região de Kensington, próximo ao hotel, após fazer o check out e guardar as malas no depósito do prédio, mas Rodrigo quis levar o Enzo para conhecer a HAMLEY´S, uma famosa loja de brinquedos londrina.

Então, seguimos de metrô, fazendo algumas baldeações, pois era meio "contramão" de onde nós estávamos. Saltamos em PICCADILY CIRCUS, uma praça que é uma Times Square em versão reduzida.

Painéis luminosos e telões com comerciais em movimento
De lá, ainda tivemos que andar uns quase 10 minutos até achar a loja! Eu já xingando o Rodrigo pois não acreditava que visitar uma loja fosse motivo para um desvio tão grande do nosso roteiro...

Na verdade, se tem uma coisa que me irrita em viagem, é fazer compras ou visitar lojas!  Mas, para quem gosta, essa rua - Regent´s Street - é a meca das compras de luxo londrina! É uma loja chiquérrima atrás da outra!

Enfim, encontramos a loja! E tive que dar o braço a torcer, pois, realmente, é um local que vale à pena visitar...

Já na entrada, vendedores fantasiados chamam a atenção das crianças

Há muitos demonstradores de brinquedos de última geração interagindo com as crianças

E elas podem explorar e experimentar muita coisa nos vários andares da loja

Inclusive brinquedos de alta tecnologia, como óculos de realidade digital

E games de realidade aumentada

Além, claro, dos brinquedos tradicionais

Pistas de carros de controle remoto (foi o brinquedo escolhido para trazer)

Ele ficou encantado com drones e objetos que flutuavam sob o controle dos
demonstradores (pareciam ser os brinquedos mais em moda por lá, no momento)
Na verdade, nosso filho não é muito consumista, então, conformou-se lindamente com a escolha de um brinquedo e pudemos sair ilesos daquele templo de consumo... porém, não sei se é assim tão fácil com a maioria...

Enfim, terminada a visita, voltamos ao metrô e seguimos para South Kensington, onde fica o complexo de museus da rainha (gratuitos): Natural History, Science e Victoria and Albert.

Infelizmente, a fila do Natural History estava imensa e não o visitamos.

Seguimos, então para Science Museum. Sempre incluímos museus de ciências em nossas viagens, somos muito fãs, mas, com toda a sinceridade, não achei esse tão legal não...



O museu é bastante grande e suas exposições são divididas em 3 andares para exploração.

Há alguns jogos interativos para crianças, mas a língua foi um obstáculo forte
pois exigiam um nível mais alto de fluência e entendimento das matérias, como
dos diversos combustíveis utilizáveis, no caso dessa foto.
No salão sobre meios de transporte havia muita informação, mas achei pouco kids friendly
O melhor, para nós, foram os filmes que assistimos após comprar os ingressos em separado para o Cinema IMAX e para o simulador de aviões de performance (tipo esquadrilha da fumaça), que o Enzo amou! 
Os filmes, em tela de 180 graus, tem sempre temáticas de natureza e visual muito impactante.
Enzo cochilou um pouco no final, mas foi gostoso descansar um pouco e curtir as imagens.

Em seguida, demos uma passadinha do Victoria and Albert, um museu de arte e design. Não é muito nosso foco de interesse, mas eu gostei bastante (os meninos, nem tanto).

O prédio é lindo!

No pátio interno tinha atividades para fazer com crianças!
As pessoas compravam lanches na lanchonete e aproveitavam o lindo espaço para fazer piqueniques
 Dentre os objetos expostos, havia exemplares de vários períodos da arte, design de interiores, de utensílios domésticos e até de tecidos e estamparia.




O que Enzo mais curtiu foi esse totem para criar sua própria estampa para
nosso futuro papel de parede!

O programa seguinte seria entrar pelo parque Kensington Gardens e conhecer o Diana playground, mas isso daria mais uns 20/30 minutos de caminhada e já estávamos sem muito tempo até a hora do vôo... Então, voltamos para o hotel, trocamos de roupa num dos outros apartamentos vazios (muito legal dos administradores para conosco!) e pegamos o carro que eles reservaram para nos levar ao aeroporto a 25 pounds, o que funcionou super bem.

































domingo, 23 de outubro de 2016

Nossa ida à Inglaterra - Tower Bridge, Covent Garden, Trafalgar Square e National Gallery

Nessa manhã saímos sem nenhuma programação. A ideia era caminhar e descobrir algumas coisas que não tínhamos visitado em nossas viagens anteriores.

Descemos do metrô na estação da Torre de Londres, um castelo maravilhoso bem no centro da cidade!

Do lado de fora, há placas contando episódios da história do castelo

Os ingressos são comprados na construção à direita e nada baratos. Como é um passeio para muitas horas e eu e Rodrigo já tínhamos visitado, acabamos só tirando fotos por fora mesmo.


As excursões são guiadas por anfitriões vestidos como Beefeaters (guardas pessoais do rei)
e o interior do castelo tem muitas surpresas para os visitantes!

É uma estrutura enorme para explorar!

Contraste entre o castelo e os moderníssimos prédios do centro comercial da cidade

Resolvemos atravessar a Tower Bridge, que fica ali do ladinho. É uma ponte levadiça e suas estruturas internas estão abertas para visitação. Mas também não visitamos o interior, apenas curtimos a arquitetura maravilhosa da ponte.

Para visitar o interior,  deve-se seguir pela pista da direita







De lá, é ótima a vista da cidade moderna, toda trabalhada em aço e vidro!




Chegando do outro lado, seguimos pela direita, onde haviam muitos quiosques animados e coloridos com telões para assistir aos jogos olímpicos às margens do Tâmisa. No happy hour deve ser uma área muito animada!

Quiosque vendendo batida brasileira!

Oh, fui atacado!

Seguindo pelo riverside, passamos pelo navio de guerra Belfast, que pode ser visitado por dentro. Como tínhamos visitado um navio no dia anterior, pulamos o programa

Navio Belfast

A essa altura, o pequeno já estava esfomeado e encontramos a Hay´s Galleria, onde os trabalhadores dos escritórios locais vão almoçar. A maioria dos restaurantes serve pratos 'to go' e tem um precinho mais camarada que nos locais turísticos.


Pasta, lógico!
 Barriguinha cheia, rumamos para o London City Pier, ali ao lado, para pegar um táxi barco que nos levasse até 2 estações depois, em Embankment. Só mesmo pra não dizer que não navegamos pelo Tâmisa...rs


London City Pier

Outro dos piers de parada e as escuras águas do Tâmisa

O taxi é tipo uma lancha-catamarã

Navegar pelo rio foi uma interessante experiência de transporte, mas achei um bocado demorada, pois o barco demorou muito a chegar! Talvez tenhamos dado azar, mas me pareceu que a oferta de barcos durante o dia não é tão frequente...

Rodrigo quis nos levar até seu lugar preferido em Londres, o Covent Garden, que é um bairro 'descolado', cheio de atrações gastronômicas e culturais.

No caminho, várias lojinhas lindas e típicas e pubs históricos!

Candy shop

Pub

Loja de chapéus


A área do "fervo" mesmo fica em torno do mercado, com muitos artistas de rua, lojas e restaurantes badalados.

É uma área bem jovem, onde eles ficam sentados até pelo chão, bebendo e pegando sol

Muitos shows de artistas de rua por todos os lados e a plateia adora!

Vende-se de tudo nas lojinhas e nos quiosques do mercado
Há algumas opções não tão caras...
E há produtos sofisticados também!

Como somos muito chiques, paramos no restaurante do Jaimie Oliver para bebidas e petiscos

Cerveja, cider e um mix de cogumelos (mais fritura!)
E atrás de nós, um mágico se apresentava para a criançada

Descansamos e seguimos em direção à Trafalgar Square, que é, para mim, a praça mais impactante de Londres.

Ao fundo, a National Gallery

MUITOS artistas de rua e a onda do momento era a levitação
Como ele está se equilibrando ali??



Coluna de Nelson



Entramos na National Gallery, que é gratuita e, apesar de não ser muito grande, tem muitas pinturas expressivas e o prédio é lindíssimo!




Descobri esse pintor muito irônico e adorei: William Hogarth. Tinha uma boa coleção dele por lá!

Pinturas medievais clássicas, como essa do coletor de impostos

Passamos um tempo analisando as pinturas com o Enzo

Conversamos sobre iluminação, sobre a invenção da câmera fotográfica e sobre impressionismo

A pintura favorita dele foi essa, por causa da caveira oculta (Os Embaixadores, de Hans Holbein)

 Saindo de lá, resolvemos pegar um ônibus de volta para o hotel. Só que os pontos de ônibus estava todos sendo mudados, por conta de obras que estavam ocorrendo na cidade e tivemos que andar um bom pedaço ainda...

Avisos das obras sob os Admiralty Arches

Finalmente, conseguimos pegar nosso ônibus e sentamos bem na frente no segundo andar, então ainda aproveitamos um bom sightseeing pela cidade até chegarmos em 'casa'!!




Devo dizer que esse dia só foi possível diante do incrível senso de direção do Rodrigo (e eu conhecimento prévio da cidade, claro), pois foi uma das poucas vezes que saí num país estranho praticamente sem roteiro nenhum e nos dei o direito de simplesmente andar e ir decidindo o que fazer pelo caminho!