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domingo, 23 de outubro de 2016

Nossa ida à Inglaterra - Tower Bridge, Covent Garden, Trafalgar Square e National Gallery

Nessa manhã saímos sem nenhuma programação. A ideia era caminhar e descobrir algumas coisas que não tínhamos visitado em nossas viagens anteriores.

Descemos do metrô na estação da Torre de Londres, um castelo maravilhoso bem no centro da cidade!

Do lado de fora, há placas contando episódios da história do castelo

Os ingressos são comprados na construção à direita e nada baratos. Como é um passeio para muitas horas e eu e Rodrigo já tínhamos visitado, acabamos só tirando fotos por fora mesmo.


As excursões são guiadas por anfitriões vestidos como Beefeaters (guardas pessoais do rei)
e o interior do castelo tem muitas surpresas para os visitantes!

É uma estrutura enorme para explorar!

Contraste entre o castelo e os moderníssimos prédios do centro comercial da cidade

Resolvemos atravessar a Tower Bridge, que fica ali do ladinho. É uma ponte levadiça e suas estruturas internas estão abertas para visitação. Mas também não visitamos o interior, apenas curtimos a arquitetura maravilhosa da ponte.

Para visitar o interior,  deve-se seguir pela pista da direita







De lá, é ótima a vista da cidade moderna, toda trabalhada em aço e vidro!




Chegando do outro lado, seguimos pela direita, onde haviam muitos quiosques animados e coloridos com telões para assistir aos jogos olímpicos às margens do Tâmisa. No happy hour deve ser uma área muito animada!

Quiosque vendendo batida brasileira!

Oh, fui atacado!

Seguindo pelo riverside, passamos pelo navio de guerra Belfast, que pode ser visitado por dentro. Como tínhamos visitado um navio no dia anterior, pulamos o programa

Navio Belfast

A essa altura, o pequeno já estava esfomeado e encontramos a Hay´s Galleria, onde os trabalhadores dos escritórios locais vão almoçar. A maioria dos restaurantes serve pratos 'to go' e tem um precinho mais camarada que nos locais turísticos.


Pasta, lógico!
 Barriguinha cheia, rumamos para o London City Pier, ali ao lado, para pegar um táxi barco que nos levasse até 2 estações depois, em Embankment. Só mesmo pra não dizer que não navegamos pelo Tâmisa...rs


London City Pier

Outro dos piers de parada e as escuras águas do Tâmisa

O taxi é tipo uma lancha-catamarã

Navegar pelo rio foi uma interessante experiência de transporte, mas achei um bocado demorada, pois o barco demorou muito a chegar! Talvez tenhamos dado azar, mas me pareceu que a oferta de barcos durante o dia não é tão frequente...

Rodrigo quis nos levar até seu lugar preferido em Londres, o Covent Garden, que é um bairro 'descolado', cheio de atrações gastronômicas e culturais.

No caminho, várias lojinhas lindas e típicas e pubs históricos!

Candy shop

Pub

Loja de chapéus


A área do "fervo" mesmo fica em torno do mercado, com muitos artistas de rua, lojas e restaurantes badalados.

É uma área bem jovem, onde eles ficam sentados até pelo chão, bebendo e pegando sol

Muitos shows de artistas de rua por todos os lados e a plateia adora!

Vende-se de tudo nas lojinhas e nos quiosques do mercado
Há algumas opções não tão caras...
E há produtos sofisticados também!

Como somos muito chiques, paramos no restaurante do Jaimie Oliver para bebidas e petiscos

Cerveja, cider e um mix de cogumelos (mais fritura!)
E atrás de nós, um mágico se apresentava para a criançada

Descansamos e seguimos em direção à Trafalgar Square, que é, para mim, a praça mais impactante de Londres.

Ao fundo, a National Gallery

MUITOS artistas de rua e a onda do momento era a levitação
Como ele está se equilibrando ali??



Coluna de Nelson



Entramos na National Gallery, que é gratuita e, apesar de não ser muito grande, tem muitas pinturas expressivas e o prédio é lindíssimo!




Descobri esse pintor muito irônico e adorei: William Hogarth. Tinha uma boa coleção dele por lá!

Pinturas medievais clássicas, como essa do coletor de impostos

Passamos um tempo analisando as pinturas com o Enzo

Conversamos sobre iluminação, sobre a invenção da câmera fotográfica e sobre impressionismo

A pintura favorita dele foi essa, por causa da caveira oculta (Os Embaixadores, de Hans Holbein)

 Saindo de lá, resolvemos pegar um ônibus de volta para o hotel. Só que os pontos de ônibus estava todos sendo mudados, por conta de obras que estavam ocorrendo na cidade e tivemos que andar um bom pedaço ainda...

Avisos das obras sob os Admiralty Arches

Finalmente, conseguimos pegar nosso ônibus e sentamos bem na frente no segundo andar, então ainda aproveitamos um bom sightseeing pela cidade até chegarmos em 'casa'!!




Devo dizer que esse dia só foi possível diante do incrível senso de direção do Rodrigo (e eu conhecimento prévio da cidade, claro), pois foi uma das poucas vezes que saí num país estranho praticamente sem roteiro nenhum e nos dei o direito de simplesmente andar e ir decidindo o que fazer pelo caminho!







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