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quinta-feira, 23 de abril de 2020

Africa do Sul - Hartbeerspoort - First Group Magalies Park

Hartbeerspoort foi meu local favorito na viagem e uma descoberta que fiz sem nenhuma indicação. Diante das informações de que Johanesburg teria muitas vizinhanças perigosas, apenas calculei uma interseção próxima de locais que queria visitar, procurei uma área com bastante hotéis nas proximidades e, voilá, fomos parar num mega resort gigante em uma cidadezinha vizinha por um preço inacreditável de cerca de 300 reais por dia!

O resort se chamava First Group Magalies Park e nossa hospedagem era em uma casa inteira com 2 quartos e dois banheiros! O único inconveniente é que de tão grande, o deslocamento interno no hotel acabava tendo que ser feito de carro.







 


A integração com a natureza no local - e, diga-se de passagem, em todo o país - é tanta, que ocasiona até alguns imprevistos, como o roubo do nosso mapa por um macaquinho esfomeado!




 
Foi nesses caminhos que o Enzo teve sua primeira aula de direção! 



 


Merece ser lembrado também o restaurante local, de dono português, que era excelente!

A região fica em torno de um lago de mesmo nome e o "centro" é muito interessante, com muitos restaurantes e atividades náuticas.  É lá também que fica o teleférico, onde fomos no dia seguinte.








É uma área próxima a tantas atividades interessantes que valeria ter ficado mais tempo por lá! Numa próxima, quem sabe?





domingo, 16 de fevereiro de 2020

Africa do Sul - Janeiro 2020 - Pilanesberg Safari

Fizemos nossa opção por explorar o Pilanesberg Safari com carro próprio. O parque foi criado numa área de cratera vulcânica, reflorestada e com inserção posterior dos animais com vistas a fazer uma reserva pensada para safáris. É mais próximo de Joanesburgo, para onde vão todos os voos internacionais do Brasil e fora da área de malária. Também é um dos que permitem a visita com carro próprio, que fica muito mais barato que pagar o safari tradicional.

Normalmente, é preciso mais de uma saída no safári para ver os principais animais e os melhores horários são bem cedinho de manhã e no final da tarde, quando é mais fresco.  Como o dia estava frio (16 graus!!!) e chuvoso, talvez tenhamos dado sorte, mas vimos muitos bichos, quase todo o tempo em que estivemos por lá.

Aproveitando o fuso, acordamos cedo e 6h30 já estávamos diante de um dos portões do parque, a 10 min do nosso hotel.



Tava frio, era madrugada, mas estávamos animados!
 Recebemos uma revista com mapas, informações sobre o parque e espécies para identificação. Por cerca de 100 reais, pudemos entrar e sair mais de uma vez no mesmo dia. As estradas eram bem asfaltadas, nas vias principais. Nas secundárias, por vezes tinha terra batida e algumas apresentavam buracos, mas nada que um carro comum não pudesse ultrapassar.








O pessoal dos carros de safári pegou frio e chuva naquele dia...

A dica tinha sido seguir para a represa, onde os animais costumam ir pela manhã.
Logo de cara, a estrada estava 'bloqueada' por um elefante. Vários carros voltando, mas Rodrigo não se intimidou e seguiu, disputando espaço com o gigante! Não tinha lido o folheto ainda, que enfatizava para NUNCA fazer isso!


E olha que o bicho já tinha vindo em nossa direção e tivemos que dar ré!
 Seguindo, vimos muitos animais menos impactantes. Uns mais longe, outros no meio do mato alto, mas muitos bem próximos também. Afinal, não é um zoo e não há chip nos animais, que estão totalmente livres.









Mesmo quando não víamos animais, há uma bela paisagem a admirar!




Voltamos para o hotel para um churraquinho na varanda.


E, no fim da tarde, voltamos por outro portão.


Nesta parte, as estradas eram mais acidentadas, mas vimos outros animais.






Hipopótamos

Dos Big Five, não vimos o leão e o bisão. Vimos uma girafa bem de longe e o leão foi avistado por um dos carros de safari, que são mais altos, mas não conseguimos ver, por estar em carro baixo (única desvantagem). Mas saímos bem satisfeitos com nossa aventura!

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Africa do Sul - Janeiro 2020 - Kingdom Resort

Voamos pela South African Airways que, logo depois da nossa viagem, acabou com as operações para o Brasil. Por ser uma empresa estatal, estava envolvida em problemas de corrupção e má gestão, infelizmente.
Mas nossa ida foi ótima, com muito espaço livre para nos esticar, apesar de um atraso de 3 horas na saída...
Visto de cima, já nos surpreendemos com o verde e as cidades aparentemente organizadas

Enzo mostrou que já conhecia mais da história do país que eu imaginava
ao reconhecer o time Springboks, time de rugbi com forte presença
na história do apartheid

Alugamos um carro pequeno e simples, na Avis

Lá usa-se a mão inglesa

As estradas e arredores do aeroporto nos surpreenderam também!
Tudo muito organizado, com indústrias grandes, boa pavimentação...

...e fazendas!
Tentamos ouvir rádios locais, mas não era fácil! Primeiro porque misturam inglês, africaner e dialetos africanos de uma maneira impressionante! Segundo porque a cada música se sucede uma infinidade de 'falas' e propagandas... Mas, do pouco que conseguimos entender, identificamos algumas expressões que não nos eram estranhas:

 
No caminho, não tivemos qualquer sobressalto ou vimos qualquer situação violenta. 

Vimos muitas crianças uniformizadas voltando das aulas


Algumas barraquinhas de comércio local

Algumas construções até luxuosas (quanto mais pilares redondos na fachada, aparentemente, mais chiques)!

E as casas de alvenaria se alternavam em comunidades com casinhas pequenas
feitas de material metálico (os 'barracos' de lá)

Após 2h de viagem, chegamos ao Kingdom Resort, um hotel grande cheio de piscinas e estrutura para crianças. A ideia era que tivéssemos aproveitado a estrutura nessa tarde, mas além de chuvosa, ainda chegamos bem mais tarde que o previsto, devido ao atraso do voo.


As hospedagens são em chalés





Amei esses ninhos de passarinho!
 Enzo ficou espantado com tanto verde e luxo! Suas expectativas para a Africa eram baixas e foi uma grande surpresa!


 



Cansados, não aproveitamos o parque aquático. Apenas fomos ao mercadinho no centro comercial que fica ao lado do famoso Resort/Cassino de Sun City, comemos e dormimos