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terça-feira, 7 de julho de 2015

Nossa ida à Itália - Orvieto - Junho 2015

Nosso embarque para o Brasil era à noite e a previsão era de duas horas e meia de estrada, então, tínhamos algum tempinho para conhecer alguma outra cidade no caminho.

O plano inicial era ir a Cortona, onde estava acontecendo um festival medieval (Giostra dell´ Archidado), mas além de exigir que saíssemos bastante da estrada principal, os eventos do dia estavam marcados para as 16h, portanto, provavelmente não conseguiríamos ver nada, já que a devolução do carro estava marcada para as 18h30.

Então, resolvemos optar por uma cidade que não nos tirasse muito do caminho e Orvieto surgiu como a mais fácil opção.

Orvieto também é uma cidade alta

Com um imenso estacionamento subterrâneo

As mochilas cheias, pois já saímos com tudo preparado para embarcar, à noite

Quando chegamos tinha acabado de terminar uma procissão (Corpus Christi),
onde os participantes vestiam-se em estilo medieval.
A subida até a cidade se faz por elevador e a vista é muito bonita.




Chegamos à cidade por volta da hora do almoço, então fomos logo procurar um restaurante.

Escolhemos Le Grotte del Funaro por ser uma gruta subterrânea


A comida foi apenas razoável, mas esse tiramisú de frutas vermelhas estava sensacional!
A cidade é bonita e estava enfeitada por conta da procissão. Mas o calor inclemente não nos animou a ir muito longe, especialmente após o almoço. A bem da verdade, a essa altura, já estávamos um pouco cansados de explorar cidades medievais (e ver pietras vecchias, como dizia o Rodrigo). Por mais lindas que sejam, depois da terceira ou quarta, bate aquela sensação de "já deu"...







Aviso da procissão


Só senti pena de não termos ido fazer a visita guiada aos subterrâneos da cidade, onde há inscrições etruscas.
 Mas a saída seguinte ficava num horário impossível para nós naquele dia.
Além disso, ficavam na outra extremidade da cidade.


Enfim, para fugir do calor, nada como voltar para o ar condicionado do carro!



Seguimos, então, para Roma. Rodrigo resolveu sair da via expressa e pegar uma estrada lateral litorânea. Só que, infelizmente, não era tão litorânea assim e só vimos o mar por uns breves minutos durante o trajeto (mais longo). Outro problema é que essas estradas, apesar de não terem pedágios, também não tem pontos de parada com banheiros e lojas de conveniência.  Por fim, ainda pegamos um pequeno engarrafamento, pois era final de feriado e, sendo início do verão, os romanos também tinham ido aproveitar as praias daquela região.

Mas, apesar dos perrengues, chegamos no horário exato para a devolução do carro e, após alguma enrolação com os terminais do aeroporto, (pois a Alitalia embarca alguns voos no Terminal 1 e outros no 2 e ninguém sabe explicar essa divisão direito) e com o único restaurante disponível naquele terminal (tipo grab and go, mas com péssima infra estrutura), pegamos nosso voo de volta para casa.




domingo, 5 de julho de 2015

Nossa ida à Itália - Castello di Gargonza - Junho 2015

Para nossa última noite na Itália programamos um pernoite em um hotel muito especial na Toscana. 

Em minhas pesquisas eu estava buscando um hotel de agriturismo, muito comum naquela área, onde pudéssemos descansar e apenas explorar o local antes de partirmos de volta a Roma para pegar nosso vôo, quando me deparei com o Castello di Gargonza, localizado em Rapolano Terme, na região de Siena (http://www.gargonza.it/).

O hotel é uma impressionante reconstrução de um burgo medieval, do qual a família do proprietário eram os nobres regentes (condes), e que acabou sendo abandonado após a segunda guerra mundial.

O exterior do vilarejo foi reformado e enfeitado com flores, varandas para descanso e mirantes para o lindo cenário toscano. Os quartos e apartamentos (alguns com cozinha) têm o nome das famílias que neles residiam e seus interiores estão lindamente decorados com os confortos modernos, sem destoar do estilo antigo do lugar.

Vista aérea do hotel

Para chegar no hotel, que não é muito longe da estrada que segue em direção a Roma, temos que subir o Monte San Savino por uma estradinha sinuosa, mas bem asfaltada.



Chegada ao hotel




Tivemos alguma dificuldade para encontrar os caminhos nos labirintos de casinhas pois não há muitas placas para orientação. Acho que essa é a única ressalva que tenho à estrutura do hotel.  

Prédio da recepção
Entrada para nosso quarto
 O quarto era grande, em dois ambientes, e bem decorado. A cama auxiliar ficava na saleta.



 




Tínhamos frigobar, secador de cabelos e tomadas, mas não tinha televisão (por opção do hotel, para evitar antenas e fios externos) e ar condicionado (mas era muito fresquinho à noite, por ser alto).

Pessoas altas podem precisar abaixar a cabeça!

Em matéria de lazer, o hotel oferece algumas atividades para hóspedes, como caminhadas, passeios a cavalo pela região e aulas de culinária toscana (pagos à parte). Além disso, eles tem convênio com duas empresas nas proximidades, um SPA e um espaço de aventura para crianças, que oferecem descontos para os clientes do hotel.

Além disso, contam com uma piscina maravilhosa!







Vista do vale
Depois do relax e do banho, fomos descobrir os cantinhos do pitoresco hotel!










Os cuidados com a limpeza, organização e embelezamento da propriedade com recursos da natureza são encantantadores!

Vai uma partidinha de bocha antes do jantar?

Outro ponto forte do hotel é seu restaurante!



Recomendo o prato de carne de porco!
E ao fim do dia, ainda curtimos um lindo anoitecer!





Ah! E o café da manhã é bem servido e variado, no estilo italiano.

Sucos de arancia(s)