Nosso embarque para o Brasil era à noite e a previsão era de duas horas e meia de estrada, então, tínhamos algum tempinho para conhecer alguma outra cidade no caminho.
O plano inicial era ir a Cortona, onde estava acontecendo um festival medieval (Giostra dell´ Archidado), mas além de exigir que saíssemos bastante da estrada principal, os eventos do dia estavam marcados para as 16h, portanto, provavelmente não conseguiríamos ver nada, já que a devolução do carro estava marcada para as 18h30.
Então, resolvemos optar por uma cidade que não nos tirasse muito do caminho e Orvieto surgiu como a mais fácil opção.
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| Orvieto também é uma cidade alta |
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| Com um imenso estacionamento subterrâneo |
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| As mochilas cheias, pois já saímos com tudo preparado para embarcar, à noite |
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Quando chegamos tinha acabado de terminar uma procissão (Corpus Christi),
onde os participantes vestiam-se em estilo medieval. |
A subida até a cidade se faz por elevador e a vista é muito bonita.
Chegamos à cidade por volta da hora do almoço, então fomos logo procurar um restaurante.
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| Escolhemos Le Grotte del Funaro por ser uma gruta subterrânea |
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| A comida foi apenas razoável, mas esse tiramisú de frutas vermelhas estava sensacional! |
A cidade é bonita e estava enfeitada por conta da procissão. Mas o calor inclemente não nos animou a ir muito longe, especialmente após o almoço. A bem da verdade, a essa altura, já estávamos um pouco cansados de explorar cidades medievais (e ver pietras vecchias, como dizia o Rodrigo). Por mais lindas que sejam, depois da terceira ou quarta, bate aquela sensação de "já deu"...
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| Aviso da procissão |
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Só senti pena de não termos ido fazer a visita guiada aos subterrâneos da cidade, onde há inscrições etruscas.
Mas a saída seguinte ficava num horário impossível para nós naquele dia.
Além disso, ficavam na outra extremidade da cidade. |
Enfim, para fugir do calor, nada como voltar para o ar condicionado do carro!
Seguimos, então, para Roma. Rodrigo resolveu sair da via expressa e pegar uma estrada lateral litorânea. Só que, infelizmente, não era tão litorânea assim e só vimos o mar por uns breves minutos durante o trajeto (mais longo). Outro problema é que essas estradas, apesar de não terem pedágios, também não tem pontos de parada com banheiros e lojas de conveniência. Por fim, ainda pegamos um pequeno engarrafamento, pois era final de feriado e, sendo início do verão, os romanos também tinham ido aproveitar as praias daquela região.
Mas, apesar dos perrengues, chegamos no horário exato para a devolução do carro e, após alguma enrolação com os terminais do aeroporto, (pois a Alitalia embarca alguns voos no Terminal 1 e outros no 2 e ninguém sabe explicar essa divisão direito) e com o único restaurante disponível naquele terminal (tipo grab and go, mas com péssima infra estrutura), pegamos nosso voo de volta para casa.
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