Preciso dizer que 2018 foi um ano brilhante!
Talvez um dos meus anos favoritos de todos os tempos.
Tudo o que era bom, continuou bom.
Claro, com um probleminha aqui e outro ali, mas nada que não tenhamos solucionado ou encontrado caminhos para diminuir o problema.
Enzo começou a usar óculos. Tá, não é uma notícia excelente, mas tb não foi nenhuma surpresa. E estamos tentando controlar o crescimento com a atropina, o que tem funcionado muito bem em um dos olhos, mas não tanto no outro...
Na escola ele ficou bem. Falador e conversador, mas sem muitas encrencas, tretas ou brigas. Praticamente nenhuma ligação da escola para reclamações! Um upgrade fenomenal em relação ao ano anterior! E continuou gostando da escola. Foi um aluno B. Desenvolveu uma curiosidade imensa sobre política, sistemas de governo e regimes econômicos.
Perdeu peso, descobriu que gostava de basquete, fez natação com crianças bem maiores que ele e consolidou as amizades iniciadas no ano passado.
Começou a oscilar entre a infância e a pré adolescência. Algumas reações de vergonha dos pais dançando, respostas enviesadas, silêncios prolongados, humores alternados. Passou a gostar de ouvir música e montar suas próprias listas no spotify.
Por outro lado, continuou carinhoso, gostando do convívio familiar e de risadas altas!
Eu menopausei. Tive um problema para voltar a regular o peso, mas acho que estou voltando ao prumo agora, depois de muitas diferentes dosagens de hormônios e complementos. Que bom ter recursos para tudo isso...
Já Rodrigo, emagreceu muito. Com sua dieta paleolítica e exercícios em método Tabata, ficou orgulhoso de seus resultados. Confesso que o que mais me agradou nisso foi ter praticamente parado de roncar! Foi também um ano de sucesso profissional, com abertura de novos campos de trabalho e influências, o que ele adora.
Para mamãe foi um ano mais complicado em saúde. Esporão de calcanhar, alergias crônicas, pedra na vesícula e gordura no fígado. Tudo sob controle, mas sempre exigindo cuidados. Teve algumas decepções com amizades e empregada, mas parece tudo superado. Não perdeu a alegria de viver.
Teve viagens fantásticas!
Portugal foi praticamente uma viagem perfeita, com encontros com a família portuguesa, tempo agradável, ótimos roteiros e muita diversão! Brincamos na neve, aprendemos muito sobre Cabral e os descobrimentos, vimos lugares lindos e curtimos demais!
Em Piranhas, comemoramos meu aniversário com uma imersão no interiorzão desse Brasil, suas histórias, cenários exuberantes e personagens.
Em Ilhéus, reencontramos a família baiana, reatamos laços e mergulhamos no mundo de Jorge Amado, meu escritor favorito.
Na República Tcheca, tivemos nossa comemoração de 11 anos juntos, numa viagem de adultos, com ópera, cenários de sonho, tours históricos e experiências incríveis!
A visita ao Canadá também foi um absoluto sucesso, com o primeiro encontrinho marciano internacional, camping em motor home e a descoberta de um país maravilhoso.
Falando em marcianos, o Encontrão de Sorocaba também foi sucesso e, mais uma vez, tivemos a incrível experiência de ver os marcininhos juntos como uma família.
Para fechar com chave de ouro, nosso natal no Castelo de Itaipava contou com upgrade de quarto para a mamãe, muita harmonia familiar e diversão.
E, finalmente, eu comprei outro apartamento! Agora, é planejar as obras e fazer a mudança. Procuramos outros apartamentos por toda a área - que não podia se afastar muito da casa da mamãe - e nada nos agradou. Prédios mal cuidados, condomínios caríssimos, apartamentos grandes demais para nós, plantas que não nos agradavam. Resolvemos, então, mudar apensa de andar, indo do 1o para o 16o, e focando no que realmente me incomodava. Agora, rumo ao silêncio, ao arejado, à varanda desfrutável, a menos problemas de encanamento e a uma nova disposição da decoração, para atender à nossa nova fase de vida!
Por fim, a política. Ah, a política... As tretas, as amizades rompidas ou estragadas.... Mas, acima de tudo, a vitória!
A Lava Jato sofrendo reveses a todo momento, mas sempre dando a volta por cima. Os planos perfeitos do PT sendo destruídos como num desenho animado infinito. A prisão do Lula. A vitória do programa político contrário à esquerda (tudo bem que veio com o Bolsonaro, mas o importante é que veio!) e o Witzel.
Depois de 12 anos vendo o mesmo grupo se revezar nas cadeiras do Estado, sendo corrupto, ineficiente, auto protetor e autoritário, ver a roda girar não tem preço! Ainda mais assistindo de camarote! Foi um desfecho muito melhor que nos meus sonhos mais otimistas!
2019 virá com uma enorme carga de trabalho, mas com muita satisfação de poder ajudar meu Estado e minha PGE a fazer um trabalho digo, que nos tire desse buraco e entregue ao cidadão fluminense um melhor lugar paa viver!
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domingo, 30 de dezembro de 2018
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Canadá - Julho 2018 - Montreal - Biosphere
Último dia em Montreal, calor agreste!
O programa era ir até a Ile St. Helene, então fomos até o metrô da Champs de Mars, que era a melhor forma de ir até lá.
Nessa ilha há um parque de diversões da Six Flags e um museu, mas nesse dia, só queríamos nos refrescar um pouco!


E curtiu muito os jogos interativos:

Na última noite, fogos novamente para nossa despedida da cidade! No verão, acontecem toda quarta e domingo!
E assim encerramos nossos dias em Montreal!
O programa era ir até a Ile St. Helene, então fomos até o metrô da Champs de Mars, que era a melhor forma de ir até lá.
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| Charmosa entrada do metrô |
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| Gratuito para crianças aos domingos |
| Bonita estação |
| Estação Jean Drapeau |
Nessa ilha há um parque de diversões da Six Flags e um museu, mas nesse dia, só queríamos nos refrescar um pouco!
| Piscinas públicas do Parc Jean Drapeau! A solução! |
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| Aos domingos, também gratuitas para crianças. |
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| Não há guarda sóis e há poucas áreas de sombra. Como chegamos cedo, pegamos lugar facilmente. |
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| Adorei os barquinhos azuis e flutuadores coloridos de EVA! |
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| Splash pads para os menores brincarem |
O problema é que não tem nenhum lugar para comprar comida no local, então ficamos até bater a fome e depois seguimos para a Biosphere, o museu interativo de relações ecológicas e de meio ambiente, que fica nessa imensa estrutura circular.
(nota: não confundir com o Biodôme, o grande zoo com ambientes climáticos diferenciados, que não visitamos por estar em obras durante o período.)
| Rumo à Biosphere |
Confesso que não tínhamos muita expectativa com relação a esse museu. Os meninos foram com uma preguiça danada... Eu fui na frente pra ver se tinha algo interessante. Mas foi uma ótima surpresa, ele é excelente para crianças (que compreendam inglês ou francês) e nos divertimos muito.
Agora, apesar de todo os discursos de responsabilidade social e blá blá blá, não tinha uma lanchonete decente no lugar! Só máquinas de venda de biscoitos industrializados em saquinhos e refrigerantes! Achei um contra senso!
Enfim, o local é um grande incentivo para os pequenos cientistas! Em diversas dinâmicas, eles são levados a observar e anotar suas conclusões para depois comparar as respostas. Enzo mandou bem!


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| Há apresentações em inglês e francês, alternadamente |
| Enzo curtiu as contações de histórias... |
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| Conhecendo a pata do urso pardo |
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| Ganhou uma receita de 'Vitamin N' |
E curtiu muito os jogos interativos:

Mas nossa maior surpresa foi na palestra principal do museu sobre mudanças climáticas! A princípio, não era sequer recomendada a presença de crianças, pelo nível de dificuldade das informações científicas apresentadas, mas ele quis participar e, não só entendeu tudinho, como levantou a mãozinha para fazer perguntas super pertinentes! Morremos de orgulho!
Ao final do dia, uma última atração: o espetáculo AURA, o show de som e luzes que acontece na Basílica de Notre Dame. Compramos pela internet, com antecedência e, ainda assim, enfrentamos uma enorme fila para entrar (apesar de não muito demorada).
| Prontos para o show! |
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| Foi bom, mas eu esperava mais... |
Na última noite, fogos novamente para nossa despedida da cidade! No verão, acontecem toda quarta e domingo!
E assim encerramos nossos dias em Montreal!
No dia seguinte, fizemos o caminho de volta a Toronto, de trem, para a volta para casa. Preciso enfatizar que foi uma escolha ruim, pois o trem atrasou muito e novamente não tinha opções de comida além de uns sanduíches fraquinhos. Mas, enfim, conseguimo chegar a tempo de não perder o voo!
sábado, 1 de setembro de 2018
Canadá 2018 - Julho - Quebec
Quebec não estava na minha lista, mas várias pessoas elogiaram tanto a cidade para mim nas vésperas da viagem que acabei comprando um 'bate-volta' no site Get Your Guide.
O ponto de encontro era no centro da cidade, onde embarcamos em um ônibus grande para o trajeto até nosso destino!
A cidade é construída em dois níveis e começamos o passeio pela parte baixa, com o guia nos levando pelas ruelas e contando casos da colonização do local.

Por volta das 14h, fomos deixados na parte baixa, com uma indicação de restaurante pelo tour, que nos dava desconto em um almoço cardápio fixo e que era servido bem rapidinho num restaurante italiano. Estava bom!

O estilo das construções na parte de cima é mais moderno que na de baixo, com prédios geminados e muitas (mas muiiiiitas) ladeiras.
Com o calor extremo que fazia naquele dia, foi um sufoco subir até a cidadela para ver as muralhas mais de perto...
Hora de voltar para a parte baixa... e para a sombrinha!
Conhecemos o ateliê do trançado típico do local, um trabalho artesanal muito antigo e ainda preservado por antigas moradoras:

Enfim, hora de se despedir da linda Quebec!!
O ponto de encontro era no centro da cidade, onde embarcamos em um ônibus grande para o trajeto até nosso destino!
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| Filminhos e lanchinhos prontos para aguentar 3 horas de viagem! |
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| On the road! |
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| Rio São Lourenço, que margeia a cidade |
Quebec é a capital da província de mesmo nome, que tem a população mais francófona do Canadá, por força da grande presença francesa durante o período colonial.
No caminho, o guia fala algumas coisas sobre a região e sua história, mas não muito, porque ao chegar na cidade um guia local nos recebe para esse trabalho no local. O guia era muito conhecedor da área, mas uma pessoa bem antipática.
Chegando na cidade, já se é impactado pelos coloridos, pelas construções históricas e pela geografia íngreme encimada pelo majestoso hotel Chateau Frontenac!
A cidade é construída em dois níveis e começamos o passeio pela parte baixa, com o guia nos levando pelas ruelas e contando casos da colonização do local.

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| Esse mural representa diversos períodos e pessoas importantes da cultura quebecoise.. |
A atmosfera é de conto de fadas. Realmente, é um local lindo e mágico, embora lotado de turistas para todos os lados. E dizem que ainda é mais cheio no outono!
Voltamos ao ônibus e fomos levados às Cataratas de Montmorency, o que me pareceu uma terrível perda de tempo, pois a cachoeira não é nada demais e a parada do tour não dava tempo para andarmos nos bondinhos, o que deve ser o mais legalzinho da atração...
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| Bondinhos |
De volta a Quebec, dessa vez exploramos a parte alta da cidade com o guia, mas de dentro do ônibus. Essa parte mistura uma área bem moderna com os remanescentes da fortificação colonial. Ele explicou sobre a cidadela, os muros que a cercavam, o morro do Parlamento, onde está a Assembléia Nacional da Província e os muitos parques e jardins de suas áreas mais belas e caras.
Infelizmente, a política é muito rígida com os ônibus de excursão e eles não podem dar nem uma paradinha para fotos dentro da cidade. O que foi uma pena, pois passamos por lugares lindos que, por conta do calor extremo que fazia no dia, não conseguimos voltar à pé...
Por volta das 14h, fomos deixados na parte baixa, com uma indicação de restaurante pelo tour, que nos dava desconto em um almoço cardápio fixo e que era servido bem rapidinho num restaurante italiano. Estava bom!
Após o almoço, tivemos mais umas duas horas para explorar a cidade sozinhos. A dica era subir para a parte alta pelo funicular e depois descer pelas escadarias, e assim fizemos!
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| Vista do alto do funicular |
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| A saída é em frente ao majestoso hotel Chateau Frontenac |
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| Rio São Lourenço |
Com o calor extremo que fazia naquele dia, foi um sufoco subir até a cidadela para ver as muralhas mais de perto...
Confesso que gostaria de ter explorado mais o local, mas não consegui por causa do calor, especialmente porque ali não havia uma sombra sequer para refúgio, pois essa área tem longos trechos de enorme gramadão, sem árvores.
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| Vamos ficar na sombrinha olhando o mapa, que é melhor... rs |
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| Um dos portões da antiga fortificação |
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| Era tanto sol, que até ficava difícil posar pra foto! |
Hora de voltar para a parte baixa... e para a sombrinha!
Conhecemos o ateliê do trançado típico do local, um trabalho artesanal muito antigo e ainda preservado por antigas moradoras:

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