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sábado, 28 de janeiro de 2017

Petrópolis - Janeiro 2017 - parte III

Em nosso segundo dia, amanhecemos fazendo comprinhas na rua Teresa. Encontramos várias pechinchas com preço de fábrica e boa qualidade. Decidi que precisamos voltar antes do inverno para renovar o guarda roupa do Enzo, pois aqui no Rio as roupas infantis estão caríssimas e sempre com estampas enormes de personagens, o que não fica mais tão legal em meninos de 8 anos.

Almoçamos ali no centro da praça mesmo, a pedido do Rodrigo, num restaurante alemão chamado Marowill, que durante a noite tem um espaço onde muitas famílias levam os filhos para brincar, correr, andar de patinete ou patins.

Eu não gostei muito. Achei a comida excessivamente temperada e o garçom meio sujo... Mas o Rodrigo gostou.

De lá, rumamos para o Museu Imperial. No caminho, vimos outro centro cultural interessante, que estava com uma exposição de esculturas feitas com metais reciclados. Uma paradinha que valeu à pena! Aliás, a graça do centro de Petrópolis é exatamente ser sempre surpreendido por um detalhe, uma exposição, uma história, a cada caminhada que se faz!





Enfim, chegamos ao Museu Imperial!

Hora de colocar as pantufas e caminhar pelos bem conservados corredores do museu!

Não é permitido tirar fotos lá dentro, mas é altamente recomendável baixar o app (museu imperial) no celular e levar fones de ouvido para as crianças.  Pegamos a visita guiada das 15:30, que foi ótima, mas o Enzo preferiu usar o audio guia e fazer a visita em seu próprio tempo. Para ele, ter ou não essa opção, faz toda diferença entre gostar ou não da visita ao museu!


Tentamos lanchar no Café Duettos, mas não demos sorte com o atendimento,
muito demorado e ineficiente. Além de ter poucos produtos em exibição.

Outros moradores da propriedade
Na saída, ficamos em dúvida entre fazer o city tour de ônibus ou de charrete.  Não morro de amores por veículos de tração animal, mas aquele trenzinho apitando em frente ao nosso quarto do hotel também já tinha me irritado... Então, deixamos para o Enzo escolher.

Ter o Titio Avô pintado deu pontos ao trenzinho...
Mas o charme da charrete, ganhou!

Fizemos uma parada para fotos no Palácio de Cristal. Depois, fomos deixados bem perto do nosso hotel.




Nessa noite iríamos no espetáculo Luz e Som, mas o tempo fechou, baixou neblina e ameaçou uma chuva forte, então, foi mais uma coisa que deixamos para a próxima vez!

No último dia, deixamos para conhecer a casa de Santos Dumont.

Na praça da Liberdade, uma réplica do 14 Bis

Numa ruazinha que sai da praça, chega-se no morro do Encanto, onde se localiza a pequena casa

A famosa escada do 'pé direito'

Interior da casa

O chuveiro desenvolvido pelo cientista






Imperdível nessa visita é o vídeo de 12 minutos passado no anexo à parte superior da casa! Narrado pelo "próprio" inventor,  dá uma visão muito interessante do seu tempo, de suas conquistas e de suas habilidades.

E, antes de deixar a cidade, uma passadinha no Trono de Fátima, em homenagem à nossa aniversariante!


Vista do Mirante

Enfim, não foi possível visitar tudo o que tínhamos planejado, nem tudo que a cidade tem a oferecer. O lado bom é que temos motivo de sobra para voltar!

Nota para o futuro: Voltar à rua Teresa, Quitandinha, Casa dos 7 erros, Espetáculos de Som e luz e sarau do Museu Imperial, Palácio Rio Negro e Cervejaria Bohemia











sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Petrópolis - Janeiro 2017 - Parte II

Como chegamos por volta da hora do almoço, deixamos as malas no hotel e saímos para procurar um restaurante.

O hotel fica na esquina da Praça Rui Barbosa, mas que ninguém conhece por esse nome, mas como praça da Liberdade, por conta de uma reunião feita pela Princesa Isabel no local para alforriar os escravos da cidade.

E do outro lado da praça, fica o restaurante de Massas Luigi, o qual fomos experimentar.

O ambiente é muito bonito e o atendimento foi ótimo

O melhor é o buffet de antepastos! A manteiga e o pão quentinho... hummm

Ficamos muito satisfeitos com nossas massas.

E começamos as comemorações do niver de mamy, abrindo uma champanhe!


(Infelizmente, quando voltamos outro dia à noite para experimentar as Pizzas Luigi, no anexo dos fundos, foi uma imensa decepção! Tudo ruim, do atendimento às pizzas, do ambiente (com videos adolescentes em telões) aos ingredientes macerados em farofas de sabores indissociáveis!!)

Após o almoço, eu e mamãe fomos dar uma voltinha ao redor da praça e encontramos um Centro Cultural de entrada gratuita, a casa de Claudio de Souza, escritor, médico e, principalmente, rico!

Havia uma exposição de mapas da cidade produzidos pelo engenheiro Koeller

A casa é bem cuidada e conta com belos vitrais e móveis do início do séc. XX

Azulejos portugueses obtidos através da compra de uma casa em Portugal apenas com esse objetivo

Adorei a vitrola!

Também fomos, juntas, até a Catedral São Pedro de Alcântara, onde encontramos o guia Abel que, nos acompanhou dentro da igreja e de volta ao hotel contando muitas histórias super interessantes (algumas não confirmadas posteriormente, mas ainda assim, deliciosas!). Eu sou muito fã de uma boa visita guiada: dá um colorido todo novo ao que se vê


A igreja construída com pedras durante o período imperial,
e com cimento durante a república, foi fruto de uma promessa
da Princesa Isabel para conseguir gerar filhos.

O vitral inusitado com os monarcas e a abolição retratados 


Restos morais de membros da família imperial, inclusive Pedro II e Teresa Cristina




Casa da Princesa Isabel

Palácio Ouro Negro (que ficou faltando visitarrmos)

Lindas mansões em diversos estilos pela Av. Koeller
Nosso guia Abel




quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Petrópolis - Janeiro 2017 - Parte I

Resolvi comemorar o aniversário da matriarca da família em grande estilo, com uma viagem já prometida há tempos: Petrópolis.

Saímos cedo num dia de semana e, pela primeira vez, não enfrentamos engarrafamentos ou atrasos! Deu até para passarmos no trabalho do marido para conhecer os laboratórios, depois, seguimos para a Cidade Imperial.

Para uma ocasião especial, escolhemos um hotel especial, o Solar do Império, que fica muito bem localizado, na Av. Koeller, a avenida das mansões do período imperial, construída por um barão do café (há folhas de café nas grades para mostrar a origem do proprietário). 




 Conta-se que a própria Princesa Isabel, ao saber da construção de uma nova casa em "sua" rua, pediu ao construtor que mantivesse o "padrão" das residências locais. Em resposta, teria sido construído um palácio ainda mais grandioso do que a casa da própria princesa.


Lindos arranjos de flores enfeitam as áreas comuns

Realmente, a construção é imponente e sua localização é excelente, possibilitando a visita de vários pontos turísticos à pé, mas sua adaptação para hotel tem alguns desafios não resolvidos.  A recepção fica num local de passagem e resume-se a uma mesinha com duas cadeiras. Se coincidir de vários hóspedes chegarem ao mesmo tempo, não há nem onde sentar para esperar.

A piscina é bem pequena e fria. De uma maneira geral, a parte de trás do hotel não é tão bem cuidada quanto a da frente. Seus jardins não estão bem podados, as trepadeiras incomodam quem passa pela rua, as pedras do chão são muito irregulares, a piscina não é bem limpa, enfim, vários detalhes que fazem parecer dois hotéis diferentes! 

Piscina

Spa e pequena academia

Nossa hospedagem se deu  nesse anexo, que ficava na parte de trás, onde se vê que o paisagismo não é tão esmerado

Os quartos, no entanto, eram bem amplos e confortáveis.




O nosso tinha uma agradável varandinha
O hotel fornecia algumas gentilezas, como chocolatinhos e bilhetes para recepção dos hóspedes, jornais do dia e guarda chuvas.

O banheiro do meu quarto era bem pequeno, mas acredito que não deva ser fácil adaptar um imóvel do século XIX para um hotel moderno.

Por ser virado para a praça, havia um pouco de barulho durante o dia, mas à noite, com as portas fechadas, foi tranquilo.

O café da manhã foi diferente. O buffet era bem restrito em opções, mas havia um cardápio de itens interessantes que adoramos provar!



Torradas Petrópolis com crosta de parmesão
e com ovos beneditinos

Panqueca de frutas (sobrou panqueca e faltou fruta)

Geléias e doces 

Bolinho de aniversário para mamy!

Aliás, um dos pontos altos do hotel é o restaurante Leopoldina! Gastronomia elegante e de qualidade em um belíssimo ambiente e não tão caro, onde tivemos um agradabilíssimo jantar!

Lindas pinturas nas paredes

Pratos com bela apresentação

Perfeito para um brinde de aniversário especial!