Seguidores

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Orlando - Janeiro 2019 - Blue Springs e Winter Park

Como chegamos no meio de um feriadão americano, achei melhor postergar a ida aos parques para evitar as filas comuns nesses períodos.  Então, a pedido do Rodrigo, fomos conhecer um parque natural chamado Blue Springs, que é um santuário de manatees (um tipo de peixe-boi), que ele adora.

O local ficava a cerca de 50 minutos de Orlando e foi interessante conhecer melhor os arredores da cidade.

Enzo ficava impressionado, e com razão, com esse monte de semáforos, cada
um virado para um lado nos cruzamentos. Confesso, que é algo bem confuso mesmo,
pois, dependendo de para onde se vai virar, deve-se seguir um desses sinais!

Eu tinha lido que era bom chegar cedo, porque o local lotava logo...

... e era verdade! Mesmo no frio que fazia, o local estava muito procurado
para passeios em família nesse dia de feriado.
Na entrada, recebemos folhetos com indicações das atividades disponíveis e um mapinha:

 



Chegando lá, tratamos de colocar todos os apetrechos de frio, pois a
temperatura estava em torno de 5 graus!

A natureza do local é lindíssima, e as fotos não fazem jus à beleza das cores naquela hora do dia.

São muitos manatees nessa época do ano, pois ali é uma nascente e a água é um pouco mais quentinha.
Na maior parte do tempo, eles ficam ali deitadinhos e, de vez em quando, levantam os narizes para respirar.




A casa dos proprietários do século IX. Nesse dia estava fechada para visitas.

Muitas famílias locais fazem piqueniques e passam o dia por ali
A exploração do local se faz por passarelas de madeira, onde há essas
paradas com informações sobre a história e a fauna da região.


Há também a possibilidade de exploração do local por barco...

...e por canoa!

A lojinha oferecia internet grátis e todos os produtos de manatees (a preços estratosféricos)!






 Por causa do frio, não aguentamos ficar por lá muito mais tempo. Também começou a bater a fome e a lojinha só servia snacks e produtos para fazer churrasco, então, seguimos para o próximo destino.


Tchau, manatee!

Paramos para almoçar em Winter Park, uma cidadezinha histórica da Flórida.

A cidade me lembrou muito de Niagara on the Lake, no Canadá. Uma rua bonitinha, cheia de lojinhas e restaurantes, um lago, uma praça/parque no meio... Enfim, simpática e só.







Comemos num restaurante italiano, que os molhos vieram bem picantes (lembrando ainda mais do Canadá!). Compensamos com sobremesas: sorvete e canoli.

 

 Depois, demos uma voltinha para ver as mansões da área:













Orlando - Janeiro 2019 - Orlando International Club Resort

Como sempre, chegamos cedo pela manhã nos EUA e tivemos que 'fazer hora' até o check in do hotel, que era às 14h.

Só que, às 11h30, já tínhamos tomado café no Mc Donald´s (a única coisa que gosto de lá é do café da manhã que só vendem nos EUA) e feito extensas compras na Target (que, aliás, não está mais tão boa e barata como antes, decaiu muito em preço e qualidade de produtos) e estávamos extremamente cansados pela noite mal dormida de viagem.

A criança, então, já estava procurando qualquer espaço para se esticar e dar uma descansadinha, coitado:




Mesmo sabendo que estava longe do nosso horário de check in (eu tinha pedido para antecipar por email, mas não tive resposta), rumamos para o Orlando International Resort Club .


Conseguimos um check in antecipado, o que foi excelente para nós!

A recepção foi simples e rápida na localização de um quarto já limpo, uma vez que o hotel estava com lotação completa devido ao feriado de Martin Luther King. Passaram informações básicas, inclusive quanto a supermercados nas proximidades (o Seabra é um brasileiro que fica bem perto).

Não há limpeza diária e a recepção funciona em horário comercial, mas fora isso, o local em nada difere de um hotel típico americano.

Por fora, não parece ser nada além de um quarto simples

Por dentro, uma casinha de dois andares completa!

Com varanda telada para proteção das crianças

Sala de tv.
 Naquela portinha, tábua de passar, aspirador de pó e produtos de limpeza

No andar de cima, quarto de casal (suíte). Tudo muito confortável e limpo.

Outra suíte com duas camas de solteiro.

Além das suítes, tinha outro pequeno banheiro no andar de baixo.

Tem máquinas de lavar louça e de lavar e secar roupa.
Também providenciaram o sabão correspondente para algumas utilizações.


Não aproveitamos, mas tinha uma boa e bem cuidada área de piscinas. 

E, assim, pudemos providenciar nosso almocinho caseiro tradicional de viagem.




Passamos o resto do dia curtindo a casinha nova e vendo filmes juntos!



Orlando - Janeiro 2019 - Planejamento e Chegada

Para as férias de janeiro de 2019 resolvi juntar nosso desejo pela fuga do verão inclemente dessa cidade com a saudade dos simuladores de emoção que estava sentindo e marquei uma viagem para Orlando.

Poucas novidades nos aguardavam. Apenas duas atrações novas tinham sido lançadas desde que lá estivemos da última vez, as áreas de Pandora e Toy Story.  A segunda, mais focada em crianças pequenas, não interessava muito, mas tinha muita curiosidade na primeira, que diziam ser o melhor simulador já lançado.

Claro que quando comentava com outras pessoas, dizia que o destino era responsabilidade integral do Enzo... mas isso era uma mentira deslavada!! : )  Eu adoro simuladores e a ideia foi toda minha!

Como de costume, a compra das passagens foi feita com quase um ano de antecedência, para garantir o preço mais baixo da alta temporada. Como foi pela LATAM, fiquei esperando uma alteração ou cancelamento dos voos comprados mas, miraculosamente, dessa vez isso não aconteceu e cumpriram direitinho o contratado, com pontualidade e sem problemas.

Na ida, a operação era pela parceira American Airlines, companhia muito boa, com bons espaços de assento, boa comida, limpeza, enfim, nada a reclamar.

Na volta, a aeronave da LATAM era antiga e não tão bem cuidada. Botões das cadeiras não funcionavam (minha luz não desligava), a limpeza dos bolsões e material ali colocado estava bem deficiente e a tela touch screen tinha virado 'punch screen', mas nos trouxe em segurança e sem maiores percalços.

Para a hospedagem, resolvi dividir em duas fases. Como queria conhecer a nova área da Pandora e as filas andam absurdas, minha única chance seria conseguir agendar o fast pass antecipadamente como hóspede do complexo Disney.  Na verdade, a Disney vem fazendo um trabalho de ampliação do seu complexo de hotéis e concessão de privilégios a hóspedes, além de outras providências visando tentar restringir um pouco o fluxo de visitantes, uma vez que as filas estão desanimando até os mais animados disneymaníacos.

Para a outra hospedagem, a ideia era ter a experiência do aluguel de uma casa. De preferência, uma daquelas casas americanas de dois andares, cozinha com plano aberto, enfim, uma casa que me fizesse sentir que estava lá!  Porém, acabei encontrando um hotel com essas características, o que me poupou pesquisas imensas entre peculiaridades de imóveis com proprietários diversos... Gol de placa!

A parte da reserva do carro ficou por conta do Rodrigo, que optou por um carro médio, da Alamo.  Como sempre, tinha um seguro pra pagar na hora, apesar do site dizer que todos os seguros estavam incluídos no preço ajustado... Porém, a entrega do carro foi rápida (pudemos escolher entre vários dispostos no estacionamento) e a devolução foi super express.

Enzo implicou com essa placa, mas eu achei muito fofa!

O azul se destacava nos estacionamentos, ótima escolha!

O grande problema que tivemos nessa organização foi a questão dos passaportes!

Alguns meses antes da viagem, reparei que os passaportes portugueses dos meninos iriam expirar em abril e a regra americana para passaportes da Comunidade Europeia é de que a validade para entrada no país tem que ser maior que 3 meses. Então, não tínhamos certeza se o ESTA preenchido seria considerado como válido...

O Consulado português, infelizmente, está trabalhando a passos de cágado e mudou várias regras, portanto, não conseguimos dar entrada nem nos cartões de cidadão antes da viagem de janeiro! 

Remexendo meus documentos, lembrei que tinha feito um visto americano no passaporte brasileiro do Enzo quando ele tinha 3 anos e que, por sorte, ainda estava válido! Então, o plano era levar os dois passaportes e mostrar na fronteira, se necessário.

O Rodrigo, por sua vez, tinha um coringa, que é o passaporte oficial que usa para trabalhos no exterior e que, não pretendíamos usar, a não ser em último caso de desespero.

Confesso que esse foi um item de preocupação grande. Uma família com cada um entrando nos EUA de Trump com um passaporte diferente?

Mas, enfim, tudo deu certo e entramos com os passaportes europeus tranquilamente. Ufa!