Toda a ideia dessa viagem partiu de um desejo do Enzo, quando estava estudando o México na escola, ano passado. Ao ver uma foto da pirâmide de Chichen Itza, ele demonstrou o interesse de conhecer o local e eu aproveitei para adicionar esse novo país à nossa rota. Portanto, visitar esse sítio arqueológico era uma questão de honra, embora tenha sido bem difícil conseguir uma excursão em português, para que ele pudesse realmente aproveitar e não ficar entediado, ainda mais porque a viagem é de quase 3 horas, a partir de Playa del Carmen!
![]() |
| O ponto de encontro era na famosíssima boate Coco Bongo |
Durante o (longo) trajeto, o guia Maurício foi dando explicações sobre a cultura maia e sobre a vida dos mexicanos nessa área hoje em dia, o que ajudou a passar o tempo de uma maneira bem divertida.
Entre os objetos mostrados pelo guia, estava a espada de obsidiana, que o Enzo adorou, por ser uma pedra muito forte em seus jogos eletrônicos. Mandou até foto para os amigos!


O povo aqui é bem tradicional e as mulheres costumam se vestir com as roupas típicas, cujo colorido dos bordados indicam o estado civil, sendo mais escuro para as viúvas.

Depois, uma outra parada num centro de artesanato local. O guia nos orientou a comprar ali, onde os produtos eram de boa qualidade e realmente produzidos pelos moradores locais, que sofrem com muita carência de recursos e estavam em uma campanha para abrir uma escola secundária na região. No entanto, os preços dos produtos seguiam altíssimos também aqui. Acabamos comprando um mapa astral maia para cada um e descobrimos que o Enzo é do signo de Jaguar (como o menino do livro que dei para ele ler na preparação da viagem!), Rodrigo era serpente e eu... abutre!
A parada seguinte é no famoso cenote Ik Kil. A essa altura já era hora do almoço e o calor estava infernal, mas não nos animamos a trocar de roupa para disputar espaço com a multidão que nadava por lá...
Ficamos um pouco irritados com a super lotação desse cenote na alta temporada. Um restaurante para atender todas aquelas excursões, realmente, era insuficiente. Especialmente se você pretendesse um local no ar condicionado...
Enfim, chegamos a Chichen Itza! Eu tinha levado um guarda chuva grande, disponibilizado pelo hotel, porque tinha ouvido que lá era muito quente e sem sombras, porém, assim que chegamos no sítio arqueológico, ele teve outro uso!
A chuva não demorou muito e o guia não parou as explicações por causa dela. Logo, estávamos de volta ao passeio, testando a impressionante acústica do lugar com palmas e gritos, analisando os locais de sacrifício e de jogos mortais realizados ali.
Na volta, curtimos um jantarzinho no hotel, na nossa última noite no México!
Enfim, chegamos a Chichen Itza! Eu tinha levado um guarda chuva grande, disponibilizado pelo hotel, porque tinha ouvido que lá era muito quente e sem sombras, porém, assim que chegamos no sítio arqueológico, ele teve outro uso!
| Fomos surpreendidos por um toró daqueles! |
| Isso que é uma mulher preparada! |
| Aprendemos as regras dos jogos de bola e não acreditamos quanto o "gol" era pequeno! A bola tinha que passar por aquele pequeno círculo de pedra e o prêmio era a morte do jogador. |
Na volta, curtimos um jantarzinho no hotel, na nossa última noite no México!











Nenhum comentário:
Postar um comentário