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domingo, 20 de agosto de 2017

Chichen Itza

Toda a ideia dessa viagem partiu de um desejo do Enzo, quando estava estudando o México na escola, ano passado.  Ao ver uma foto da pirâmide de Chichen Itza, ele demonstrou o interesse de conhecer o local e eu aproveitei para adicionar esse novo país à nossa rota.  Portanto, visitar esse sítio arqueológico era uma questão de honra, embora tenha sido bem difícil conseguir uma excursão em português, para que ele pudesse realmente aproveitar e não ficar entediado, ainda mais porque a viagem é de quase 3 horas, a partir de Playa del Carmen!

O ponto de encontro era na famosíssima boate Coco Bongo
Fomos buscados em uma van e depois transferidos para um ônibus grande.



Durante o (longo) trajeto, o guia Maurício foi dando explicações sobre a cultura maia e sobre a vida dos mexicanos nessa área hoje em dia, o que ajudou a passar o tempo de uma maneira bem divertida.

Entre os objetos mostrados pelo guia, estava a espada de obsidiana, que o Enzo adorou, por ser uma pedra muito forte em seus jogos eletrônicos. Mandou até foto para os amigos!

 

No trajeto, fazemos uma parada na cidade de Valladolid, uma cidade colonial espanhola, que guarda o estilo de construção típico, com arcos e plazas e está entre os 'pueblos magicos' do México.

 



O povo aqui é bem tradicional e as mulheres costumam se vestir com as roupas típicas, cujo colorido dos bordados indicam o estado civil, sendo mais escuro para as viúvas.



Depois, uma outra parada num centro de artesanato local. O guia nos orientou a comprar ali, onde os produtos eram de boa qualidade e realmente produzidos pelos moradores locais, que sofrem com muita carência de recursos e estavam em uma campanha para abrir uma escola secundária na região. No entanto, os preços dos produtos seguiam altíssimos também aqui.  Acabamos comprando um mapa astral maia para cada um e descobrimos que o Enzo é do signo de Jaguar (como o menino do livro que dei para ele ler na preparação da viagem!), Rodrigo era serpente e eu... abutre!








A parada seguinte é no famoso cenote Ik Kil.  A essa altura já era hora do almoço e o calor estava infernal, mas não nos animamos a trocar de roupa para disputar espaço com a multidão que nadava por lá... 



Ficamos um pouco irritados com a super lotação desse cenote na alta temporada. Um restaurante para atender todas aquelas excursões, realmente, era insuficiente. Especialmente se você pretendesse um local no ar condicionado...

Enfim, chegamos a Chichen Itza! Eu tinha levado um guarda chuva grande, disponibilizado pelo hotel, porque tinha ouvido que lá era muito quente e sem sombras, porém, assim que chegamos no sítio arqueológico, ele teve outro uso!

Fomos surpreendidos por um toró daqueles!
A chuva não demorou muito e o guia não parou as explicações por causa dela. Logo, estávamos de volta ao passeio, testando a impressionante acústica do lugar com palmas e gritos, analisando os locais de sacrifício e de jogos mortais realizados ali.

Isso que é uma mulher preparada!



Aprendemos as regras dos jogos de bola e não acreditamos quanto o "gol" era pequeno!
A bola tinha que passar por aquele pequeno círculo de pedra e o prêmio era a morte do jogador.





Na volta, curtimos um jantarzinho no hotel, na nossa última noite no México!



















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