Por coincidência, na mesma semana em que marcamos para levá-lo ao Museu Imperial da Quinta, a escola agendou outras duas visitas. A primeira foi durante a semana, numa excursão só com a turma, ao Paço Imperial, no Centro, para ver a exposição de arte da Beatriz Milhazes.
Eu já tinha visto essa exposição, fica bem pertinho do meu trabalho, e não imagino como fizeram para apresenta-la a crianças tão pequenas. Meu filho apenas sabe dizer que usaram a estória do Ziraldo, Flicts (que ele já conhecia), para enfatizar a questão das cores, já que a obra dela é muito colorida.
A outra foi uma visita, com direito a companhia de um responsável, no sábado, ao Museu de Arte do Rio - MAR, que fica na revitalizada região do Porto 'Maravilha'.
Vamos começar os relatos pelo Museu da Quinta da Boa Vista:
A preparação para essa visita começou num fim de semana anterior, quando, numa visita ao Jardim Botânico, ele quis tirar foto no busto de D. João VI. Explicamos que tinha sido um Rei, que tinha mandado plantar aquelas árvores e morado num grande palácio, que agora era um museu. Assim, despertamos seu interesse. Também mostramos o site do museu para ele, que é muito bem feito e demos uma 'palhinha' do que iríamos encontrar por lá.
Formos à Quinta num domingo ensolarado e quente, pela manhã. O Museu abre às 10h, mas o estacionamento fica cheio antes da hora do almoço, portanto, é bom ir cedo.
Os jardins mostam que, um dia, aquilo já foi um lugar muito bonito. Porém, hoje estão muito mal cuidados.
| Saída do estacionamento, com o Palácio ao fundo |
| Há uma razoável distância a caminhar, mas muitas coisinhas para ir mostrando às crianças |
| Escalar as pedras também é uma brincadeira muito comum por lá |
| Nesse ponto, tem que prometer à criança que na volta vamos andar de pedalinho! |
| Chegamos ao Palácio - Museu |
Crianças e idosos, assim como funcionários e alunos de faculdades federais, tem entrada grátis no museu.
Logo na entrada, vemos o meteorito, que é interessante para crianças, pelas teorias que podemos criar sobre como ele fazia parte de uma estrela que explodiu e caiu na Terra.
Em seguida havia uma pequenina exposição de seres do mar que - milagre! - era interativa, então as crianças podiam tocar no objetos. São estrelas do mar, corais, esponjas, conchas, entre outros.
Em seguida, sobe-se as escadas para chegar ao salão dos dinossauros. É a melhor parte para eles.
| No bocão do T Rex! |
| A preguiça gigante |
| Sob o pterodátilo |
Outro setor que interessa às crianças é o egípcio, com suas múmias e sarcófagos. Nessa idade, eles não conseguem prestar atenção nos utensílios e detalhes, apenas os objetos maiores geram interesse.
O ideal é que os pais, conhecendo o conteúdo das exposições, aproveitem para conversar antes sobre os temas para despertar curiosidade na criança. Não fizemos isso com relação à ala egípcia, então o interesse dele passou rápido.
Por fim, o que também gerou interesse nele foi a ala indígena. Mas só quando vislumbrou a palavra tupi-guarani numa placa... Isso porque tem um DVD do Cocoricó com uma música que fala sobre a formação do nosso idioma e enfatiza muito a origem tupi guarani. Então, relacionando com a música, ficou tudo mais interessante!
| Olha, é tudo tupi! Tupi guarani! |
| Pai, tira uma foto minha com os vasos tupis guaranis! |
A partir daí, ele já apresentou cansaço e pediu para ir embora. Encerramos a visita e fomos aproveitar um pouquinho do parque com um sorvetinho e uma voltinha nos pedalinhos!
| Os jardins são mal cuidados, mas dá para correr pelo gramadão... |
O restaurante fica mais perto do Zoo, do outro lado do parque, então preferimos pegar o carro e ir almoçar em outro lugar dessa vez.
No próximo post eu conto como foi a visita ao Museu de Arte do Rio, o MAR.
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