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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Nossa ida aos EUA - Janeiro 2015 - Nasa

E, para não perder o costume, acordamos bem cedinho, pois era dia de deslocamento. Tínhamos que voltar a Miami para pegar o cruzeiro no dia seguinte e optamos por passar no Kennedy Space Center, que fica, razoavelmente, no caminho, a uma hora de Orlando.
Enzo estava particularmente interessado no parquinho do Angry Birds que eu contei a ele que existia no local.
Seguimos em direção ao litoral da Flórida
Chegamos!
Logo que chegamos, fui comprar os ingressos e confirmar o que estaria incluído no pacote básico. A bilheteira me confirmou que eram os filmes IMAX, as exposições, o tour básico de ônibus e o encontro com o astronauta. Foi aí que descobri que o parquinho dos Angry Birds não existia mais, haviam 'se mudado' há cerca de duas semanas! Que azar!

Claro que todo o apelo "astronáutico" tinha sido ofuscado pela notícia do bendito parquinho e, depois da frustração com os Minions no dia anterior, essa notícia caiu como uma bomba no humor do pequeno (e no meu também!). Mas, vida que segue, seguimos para o Rocket Garden.


Réplicas de foguetes de várias gerações

Em alguns módulos podemos entrar e nos sentir como os astronautas, ou seja, apertados...

... e estranhamente posicionados...

Não é um bom lugar para claustrofóbicos, definitivamente.

Mas as réplicas são bonitinhas de ver!

Ao lado, há exposições permanentes a serem visitadas.

A primeira que fomos versava sobre o desenvolvimento da tecnologia na área da Flórida, desde os pioneiros.

Tinha até vestidos das pioneiras!

E brinquedinhos dos pioneirinhos.

E enfatizavam as descobertas da Nasa que puderam ajudar na vida dos cidadãos comuns.

Corremos para pegar a primeira sessão do cinema IMAX, que era sobre a Estação Espacial que os EUA construíram juntamente com os Soviéticos. Soube depois que há um aparelho para tradução, inclusive em português, que eu deveria ter alugado quando comprei os ingressos, mas infelizmente não o fiz (e a boboca da bilheteira não ofereceu!!).  O filme é interessante e instrutivo mas demooooooora demais!  Com tanta informação, não sei se o Enzo teria conseguido manter a atenção por muito mais tempo ainda que estivesse com o aparelho tradutor. De qualquer forma, fomos traduzindo para ele aos poucos e, no final, até nós já estávamos entediados demais daquela novela toda! Por isso acabamos não vendo o segundo filme, que era sobre o telescópio Hubble.

Quando o filme acabou estávamos mortos de fome e tínhamos perdido o tal encontro com o astronauta (que, por acaso, era até o brasileiro nesse dia). Mas também não tinha nada que eu quisesse perguntar a ele mesmo...
Na falta da entrevista, uma foto com o astronauta!
Não encontrei um restaurante decente por lá, só sanduiches e pizzas muito ruins. Comemos qualquer coisa e seguimos para a área do ônibus espacial Atlantis, onde se asssiste a um filme (em pé) sobre a história da criação e a revolução que os ônibus espaciais representaram na conquista do espaço, deixando para trás os módulos que se separavam e eram tão desconfortáveis para seus ocupantes.
Entrada da atração 
No final do vídeo, se abre o salão de exposição com réplica do Atlantis e vários itens para exploração.



Podiam colocar uns botões de verdade nos painéis...

Havia um sensor e o movimento das mãos realizava o trabalho requerido na tela
E túneis para explorar como se estivesse na nave
Nesses salões é possível matar algumas curiosidades, como de que modo os astronautas dormiam ou iam ao banheiro. Aliás, toda a visitação é muito instrutiva, mas essa área é mais lúdica que as demais, portanto, mais fácil de aproveitar com criança.

Deveríamos ter pego o ônibus que faz um tour mais extenso pelo complexo, passando pelas áreas de lançamento e Cabo Canaveral, mas já tinha lido aqui e ali que crianças pequenas ficam muito entediadas nesse passeio.  Além do mais, demorava 1h30 e não queríamos sair muito tarde, já que ainda seguiríamos viagem para Miami, o que demoraria mais umas 3h, no mínimo.

Emendamos, então, em outra área de exposições, o Early Space Exploration, que trazia algumas réplicas de naves antigas e de filmes antigos que se passavam no espaço.
Sputinik

PE-RI-GO, PE-RI-GO

Major Nelson foi encontrado pela Jeannie boiando num desses
Para fechar, deixamos o Enzo brincar um pouco num parquinho, que deve ter substituído a área Angry Birds e onde as crianças das excursões escolares fazem uma paradinha durante a visitação.
O parquinho fica nessa cúpula

E é formado, basicamente, por esse brinquedão decorado com naves
O tempo começou a fechar e, depois do toró do dia anterior, não quisemos nos arriscar e demos o parque por visto! Saímos por volta das 15h.
Na saída, uma foto de lembrança
A essa altura, já estávamos com fome. E o carro precisava ser abastecido. As opções nas saídas da rodovia, novamente, eram as grandes redes de sanduíches. Acabei optando por uma loja de Waffles, que parece ser muito tradicional nos EUA e descobri que há uma rivalidade waffles x pancakes, veja só!

Resolvi comer como uma americana e pedi os pratos mais tradicionais da casa. Claro que me arrependi assim que os vi... Engordei 3 kg só de olhar para eles!

Waffle com peanut butter e manteiga

Bacon na modalidade mais frita e crocante possível

O sanduíche tava bom, era de ovos fritos e bacon. Tirando os piccles, claro. A batata rosti estava mais ou menos.

Bom, como não sabíamos se íamos gostar muito da Nasa, a que horas iríamos sair de lá, se a estrada estaria boa, e tudo mais, resolvemos cancelar a reserva de hotel que tínhamos em Miami e não termos compromisso com essa chegada, podendo parar num hotel de estrada, se necessário.

Porém, a estrada estava ótima e saímos bastante cedo, portanto, chegamos em Miami ao anoitecer.

E nos deparamos com o engarrafado trânsito de volta para casa no fim do horário de trabalho!
A partir daí, começou nossa luta! Não tínhamos hotel reservado, as ruas estavam muito cheias, e estávamos cansados e loucos para descansar.  Seguimos na direção do aeroporto, onde os hotéis costumam ser mais baratos, mas o GPS nos direcionava para hotéis inexistentes em locais ermos, pulgueiros horrorosos ou grandes redes caríssimas.

Por volta das 20h, passamos em frente a um motel. Mas motel mesmo, com propaganda de quartos temáticos e tudo!
As fotos dos quartos com decoração erótica ficavam num cartaz logo na entrada!
Rodrigo entrou para perguntar e descobriu que eles tinha um 'quarto boutique' para famílias, não 'decorado tematicamente' por 130 dólares. Eu fui lá ver e o quarto era ótimo. Não fedia como o de US$ 100 do pulgueiro, nem era tão caro como o Holliday Inn (US$ 176). Ufa! Tínhamos encontrado um lugar para passar a noite!

O quarto boutique do Hotel Alladin não era nada mau!

Mas o banheiro era todo em vidro transparente...
Uma coisa engraçada é que o Enzo, logo que entrou, imediatamente ligou a TV. Eu dei um pulo da porta até a mão dele, arranquei o controle e desliguei desesperada! O menino não entendeu nada e eu disse que não podia ver TV porque eu não tinha pago a taxa de televisão...

Ainda bem que o canal em que a TV estava quando ligou não passava nada de comprometedor... mas, afinal, aquilo era um motel! Sei lá que tipo de canais tinham ali...

Antes de dormir, ainda fomos a uma lanchonete que ficava ao lado para mais um hamburguer e um hot dog (argh!).









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