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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Nossa ida a New York - Continuação do segundo dia - Brooklyn

Continuando nosso segundo dia de passeios, saímos da barca e fomos procurar algo para comer.
Aquela região não tem muitas opções além dos trailers de cachorro quente que são ali mais caros que no resto da cidade.

Hot dog, espetinhos e outros sanduíches estranhos.

Comemos por ali mesmo e em boa companhia, pois os americanos aproveitaram
que o sol saiu e levaram seus sanduíches e "quentinhas" para comer ao ar livre também.

Retoranamos à pé para o ponto 12 do Big Bus que nos levaria para um tour pelo Brookin, passando pela ponte Manhattan (uma das que se vê na foto acima).
Porém, tínhamos perdido o ônibus de 12h e o seguinte, só uma hora depois. Então, fomos caminhar ali pelo Financial District.

Perna errada, rapaz!

Em frente ao museu do índio americano havia uma apresentação de descendentes dos nativos

Nosso objetivo era encontrar o famoso Charging Bull, pois reza a lenda que tirar foto segurando as bolas dele traz sorte.

Não custa tentar, né?

E, pra garantir, vamos segurar nos chifres também!

Voltamos ao ponto e pegamos o ônibus para o próximo tour.

Já tínhamos feito a linha vermelha que passa pelo Centro até o porto (ponto 13)

Agora pegamos a verde, até o Brooklyn
Passamos pelo arco e cruzamos a Manhattan Bridge:





A área em que se desce no Brooklyn chama-se DUMBO, que é acrônimo para "Down Under the Manhattan Bridge Overpass" ou área de passagem embaixo da ponte. Na verdade, vários nomes de lugares em NY são expressões acrônimas sobre onde localizam-se, como SOHO (South Houdson Street) ou Tribeca (Triangle Below Canal Street). Essas são informações interessantes só conseguimos nesses ônibus! :)
Em compensação, pelo menos dois guias deram a mesma informação em locais diferentes: sobre onde se localizava a favela de West Side Story... :(


Chegando ao Brookln, o famoso carrossel do lado direito

Um parquinho que parecia ótimo do lado esquerdo
Estádio feito com placas "enferrujadas" para combinar com os tijolinhos marrons da cidade

Prospect Park, até onde vai o tour do ônibus, antes de iniciar o retorno para Manhattan

Um grupo de rapazes alegres!
O Brooklyn tem prédios menores, com as famosas escadinhas (stomps), onde os guias disseram haver muita interação entre os vizinhos e crianças do bairro.
De uma maneira geral, é um bairro residencial, onde os principais comércios se repetem a cada 10 quadras, para que as famílias possam viver no entorno dessas referências.

Para crianças, convenhamos, esse tipo de tour tem um prazo de validade...

De volta à ilha, pegamos outro ônibus para o Ponto 1, próximo à Times Square. O guia deste era um coroa negro muito figuraça. No começo não gostei muito dele, grosso, rindo das próprias piadas, implicando com as babás, com as varandas, com a decoração de apartamentos caros... depois acostumei a achei a experiência, digamos, peculiar.

O retorno é feito pela parte da cidade mais próxima do Rio Hudson (linha vermelha na parte de cima, no mapa) e passa por outros locais-símbolo da cidade.

One World Observatory, construído para homenagera as torres derrubadas em 9/11

A arquitetura faz o prédio parecer triangular desse ponto de vista

High line, o/jardim suspenso que é um passeio público  construído para reaproveitar uma antiga ferrovia elevada desativada

À esquerda, um dos elevadores para High Line 

De volta ao Ponto no. 1, pegamos o ônibus para Uptown, que passaria por perto de onde estávamos hospedados. Esse demorou demais e o tempo começou a virar.  No meio do caminho, caiu a chuva!


Como não há capota, eles distribuem ponchos plásticos

Voltamos ao hotel um pouco molhados após um dia bem cheio!



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