Nossa rota de fuga do carnaval começou na madrugada de domingo, dia em que os preços de passagens aéreas começam a deixar de ser absurdamente extorsivos. Nosso voo saía às 7 da manhã e quase não chegamos a tempo, em razão de uma saída de baile do MAM, que praticamente fechava o Aterro às 6h!! É pra implicar mesmo com a festa momesca, não é?
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| Enfim, no voo, vendo Carrossel baixado do Netflix |
Fizemos escala em Brasília (naquele aeroporto ótimo em que até wi fi funciona!)
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| Deu até pra assistir ao video novo do Coisas de nerd! |
Chegamos a Natal por volta do meio dia, já com a fome batendo...
Rodrigo chamou o Uber, (que custou 60 reais, quando a previsão de tarifa de táxi estava por volta de 128 reais) e fomos direto para o hotel. Na verdade, não sabíamos que o aeroporto ficava a quase uma hora da cidade (novo aeroporto construído para a Copa, o anterior ficava apenas a 15 minutos)... Melhor seria termos almoçado no aeroporto...
Enfim, esfomeados e cansados, chegamos ao SERHS e encaramos outro problema: o recepcionista não encontrava nossa reserva de jeito nenhum! Nem passando a ele os dados do aplicativo da Hoteis.com, onde a mesma constava como integralmente paga!
Optamos por deixá-lo procurando e irmos comer alguma coisa. Neste hotel, as opções de almoço eram um buffet a 68 reais por pessoa + 10%, ou o restaurante Jangada, que ficava na área da piscina/praia. O atendente do buffet nos dissuadiu de irmos ao outro restaurante, alegando que o preço dos pratos seria o mesmo (o que não era verdade!). Encaramos aquela comida horrorosa e saímos com o mau humor característico das pessoas que se sentem enganadas!
Felizmente, a essa altura nosso glorioso recepcionista já tinha conseguido encontrar a reserva e pudemos começar a desfrutar da parte boa de nossas mini-férias!
Essa tarde dedicamos a conhecer o hotel, que é um Resort vertical bem interessante, elegante e chique. Pagamos uma diária média de 786 reais, contando com descontos que eu tinha no site da Hoteis.com. Para um hotel desse porte, pegando dias de feriado super procurado, achei bem razoável.
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| Quarto amplo e confortável |
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Essa porta de vidro estava com problemas, mas a manutenção atuou rapidamente,
quando solicitada. |
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| As frutas são um toque muito simpático de boas vindas |
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| Todos os quartos tem vista para o mar, mas as suites tem vista mais ampla. |
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| Por ser um resort vertical, o lobby fica no 4o andar! |
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| Áreas de descanso com vista para o infinito! |
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| O forte do hotel é seu complexo de piscinas. As crianças adoram passar por todas elas nos escorregas que as interligam! |
O único problema das piscinas é que não tem nenhum guarda ou salva vidas. Então, além dos pais terem que ficar bastante atentos todo o tempo, não há quem impeça hóspedes de comer dentro da água, nem brigue com as crianças que sobem pelos escorregas . Claro que criança não vai dar uma volta de 50 metros para voltar para a piscina de cima e escorregar de novo, então tiveram a brilhante ideia de colocar uma placa de mármore inclinada ao lado dos escorregas para eles subirem por ali com seus pezinhos molhados! Confesso que fiquei tensa, mas como dizem: os anjos da guarda protegem as crianças!
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| Olha a plaquinha de mármore ali do lado! |
Localização: O hotel fica na Via Costeira, entre o mar e as dunas, a uma razoável distância da zona comercial de Ponta Negra. De carro não é longe, mas também não tem retorno em frente, como na maioria dos hotéis da via. Como saíamos duas vezes por dia, gastávamos cerca de 20 reais de Uber (ida + volta) a cada saída até a área comercial.
Área Infantil: Nossa escolha por esse hotel foi 100% focada na estrutura infantil do hotel e, apesar do Enzo não ter simpatizado nada com a Recreação, ele se divertiu bastante por lá.
Foi o carnaval do escorrega!! Mas as piscinas infantis também tinham jatos e chuveiros divertidos para eles.
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A brinquedoteca pareceu ser mais para crianças pequenas, mas achei o tapete
úmido e fedido, vi brinquedos espalhados... achei desorganizado. |
E ainda tinha a área de jogos, com sinuca, totó, games e jogos de mesa.
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Ao ver a programação, Enzo exclamou: "Ninguém me disse
que aqui tinha escola!" E fugiu deles como o diabo da cruz! |
Confesso que achei a animação bem sem graça mesmo. De uma maneira geral, os funcionários eram educados, mas não eram simpáticos. Recreação boa é na Bahia, não tem comparação!
Gastronomia: Com exceção do ótimo café da manhã, nossas experiências com a comida do hotel foram bem ruins. E tudo absurdamente caro!!
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| R$ 70,00 a 90,00 reais no prato individual?!? Enquanto no Camarões 3 pessoas comem a 100 reais? Nem morta! |
Praia: Fica numa área bem movimentada de ondas e não é raro ver o guarda vidas colocando a bandeirinha vermelha naquele ponto.
SERHS é uma sigla que significa algo como "serviços de hotelaria e outros", de um grupo empresarial catalão. E, em Natal, muitos o chamam de CERES.
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