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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Cancun - Parte II

Passamos 2 dias aproveitando o resort, pulando de restaurante em restaurante para provar de tudo um pouco!

E nos intervalos, ainda tinha o bar 24h com várias guloseimas à disposição

E bebidinhas também disponíveis!

Pena que, dessa vez, não aproveitei o Spa...
E, para não dizer que não vimos mais nada de Cancún, resolvemos dar uma voltinha de ônibus. O ponto do R2 ficava bem em frente ao hotel e demorava menos de um minuto para passar, nem deu tempo de tirar foto no ponto!



O ônibus passa por toda a zona hoteleira e é uma boa oportunidade de city tour.  Custa 12 pesos ou 1 dólar.  Como nosso hotel trocava dólares ao câmbio de 16,70, valia mais à pena pagar em pesos!

Nosso objetivo era chegar até o MERCADO 28, o point do artesanato na cidade. Mas os motoristas de ônibus parece que ganham 'algo' para deixar os turistas numa loja chamada Plaza 28, que fica algumas quadras antes e usa a fama do mercado quase homônimo, vendendo a preços bem mais caros.



Mas, apesar de caríssima, a loja é uma festa para os olhos e até os cenários que deixam para os turistas são bem divertidos.

Depois de tirar foto nesse letreiro, nem fomos à Praia Delphines fotografar no original!

 


Adora uma besteira...rs

Milhares de imãs de geladeira!
Sombrero!



Lucha Libre, uma paixão nacional!
A loja é linda, mas os preços, astronômicos!  Caminhamos um pouco mais pela rua, onde vimos outras lojinhas, mas não achamos grande variação de preços... então, com o calor que fazia, desistimos de procurar o Mercado 28 e seguimos para o Walmart, que ficava quase em frente ao ponto do ônibus de volta.

Compramos alguns produtos que estavam com preço mais baixo que no Brasil e aproveitamos para fazer a lição de matemática com o Enzo, que aprendeu rapidinho a fazer a conversão dos preços!



Aprendemos que, no México, alguns produtos não
 tem prazo de validade antes de abertos!

E que dá pra comprar lembrancinhas, como mini tequilas e copinhos, bem mais baratinho...

No terceiro dia, mudamos de Cancún para Playa del Carmen, onde ficamos num hotel bem mais simples, para fazermos os passeios.

Para fazer a 'mudança', alugamos um carro na Álamo, ali pertinho do hotel (para devolver no aeroporto depois).

Confesso que ficamos com medo de alugar carro por lá, pois sempre ouvia relatos de achaques policiais, mas foi super tranquilo!

Primeiro, porque o local é muito bem sinalizado e há placas de todos os lugares que se queira visitar, além de informar bem as velocidades máximas por trecho.



Segundo, porque a legislação mexicana prevê uma tolerância com os turistas, permitindo que sejam liberados apenas com uma orientação na primeira infração de trânsito que cometerem (se não for algo grave, claro).

 


O aluguel foi barato, deu até pra ostentar no carro!
Rumo às próximas aventuras!










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