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domingo, 1 de outubro de 2017

Conhecendo Museus no Rio de Janeiro: Museu do Amanhã

Finalmente fomos conhecer o Museu do Amanhã!
Após mais de um ano de sua inauguração, animamos após um pedido do Enzo que tinha ouvido elogios do amigo de turma ao local.  
Aproveitamos um domingo ensolarado e ainda fresco do começo de primavera (porque aquela região, sem áreas de sombra, no verão é insuportável!) e compramos o ingresso online para o primeiro horário (10h), para fugir das filas da entrada e poder usufruir das instalações com maior conforto.

Pegamos um Uber para lá.  Podíamos ter descido na esquina da Presidente Vargas com Rio Branco, e caminhado por uns 12 minutos até o museu, mas preferimos ficar na Praça Mauá e, para isso, o carro teve que dar uma boa volta entrando pela rua Uruguaiana, já que as ruas do Centro estão com o tráfego bem limitado após as obras de revitalização.

Chegamos uns 20 minutos antes do horário e aproveitamos para fazer algumas fotos do entorno.

Com os prédios do MAR ao fundo, onde já fomos 2 vezes.
Boa dica é ir com bolsinha a tiracolo, pois a entrada com bolsas maiores no museu é proibida.

Á esquerda, o Rio Branco I, onde o Spoletto estava aberto para almoço.
No meio, nunca tinha reparado, mas também temos o nosso "Flat Iron Building"!

Nosso amor não anda essas coisas, mas vá lá...

Exterior do museu

Na frente haviam algumas estruturas mostrando satélites e placas solares
flexíveis (os rapazes de costas estavam carregando os celulares ali!)

Tendo comprado os ingressos online, não tivemos que encarar a fila que se formava na porta (e estava bem comprida a essa altura!). Entramos direto e recebemos nossos cartões de identificação e interação com a tecnologia do museu.

Logo de cara, temos a belíssima estrutura do globo terrestre que mostra alterações climáticas, noite/dia, pangea e outros fenômenos. Enzo, ficou encantado e sacou que ia gostar do museu antes mesmo de entrar nele!


Quase ficou com torcicolo de tanto olhar para o globo!

A primeira atração fica dentro de uma esfera negra, onde é passado um filme em 360o sobre a Terra e os seres vivos que nela habitam.

Lá dentro, há lugares para assistir ao filme deitado em almofadas ou sentado em bancos. Enzo deitou e nós sentamos. Quando o filme começou, vi que era muito impactante, com imagens de explosões cósmicas, desastres naturais e além de  animais que ficavam gigantes quando projetados, então fui deitar ao lado dele para que não se assustasse. Fica a dica!
A experiência é fantástica! As imagens são impressionantes causam grande efeito no público.


Em seguida, passamos por mesas, onde há videos e dados sobre coisas como velocidade, densidade, medidas de tempo, distância... Enzo acompanhou umas duas dessas mesas na explicação toda e com muito interesse. Afinal, metrologia é assunto que interessa a essa família!

Nesse círculo branco ao lado da mesa, passa-se o cartão recebido
 na entrada e o sistema reconhece o usuário.

Em seguida, fala-se do planeta e das condições para a
vida na terra

A estação seguinte fala sobre genética e tem uma linda instalação com panos flutuadores que encantaram o Enzo!


"Eu poderia ficar aqui o dia todo só olhando isso!"
As estações seguintes falavam sobre poluição e degradação do planeta. Quase tudo o que ele viu lá, reforçou o aprendizado desse ano na escola, onde foram tratados os temas da rainforest, pollution, endangered species e outros.  O museu não é adequado para crianças pequenas. Acredito que 7 anos, já alfabetizado, seja uma idade limite para levar crianças. Menos que isso, não aproveita quase nada.

O museu não é grande e 2 horas seria um tempo ótimo para percorrê-lo, mas o Enzo ficou tão empolgado com os jogos interativos que se seguiram, que foi dificílimo tirar ele de lá!

Os jogos objetivam ensinar as melhores práticas ecológicas para a conservação da Terra

Ele ficou impressionado com a pegada ecológica alta de seu estilo de vida!
Então, ele resolveu fazer todos os jogos por 3 vezes: uma com respostas honestas, uma como ele achava que tinha quer ser, e outra como um grande destruidor da natureza! Assim, nosso tempo lá dentro foi, praticamente, triplicado!

Enquanto esperávamos, ficamos curtindo o belíssimo visual pelos janelões do museu:




Antes de descer para o primeiro andar, ainda demos uma olhada na seção especial para deficientes visuais e nas belas maquetes:



A fome já batia forte e ele já estava agitadíssimo, mas ainda tínhamos a exposição temporária de invenções brasileiras no primeiro andar!


Lá estavam expostas criações antigas e novas, como o copo descartável de mandioca e a máquina de fazer água potável.

 
Algumas não me pareceram criações genuinamente brasileiras, na verdade, mas a preferida do Enzo foi o jogo do improviso, que se podia fazer música em ritmo de rap ou de repente:


Ao final, fomos para o restaurante que fica do lado de fora do museu, o Fazenda Culinária.  Achei uma pena não ter nem uma lanchonete dentro do prédio, assim, como não podemos entrar com comida ou bebida, só podemos permanecer lá dentro por um tempo mais curto do que gostaríamos.

O restaurante funciona em regime de bistrô, com poucos pratos, preços altos e ambiente requintado.



Chegamos antes das 12h30 e lotou logo depois.  O atendimento foi ótimo, mas o serviço, nem tanto. Para começar, não tinham mais massa de macarrão, nem a cerveja que o Rodrigo escolheu.  Depois, o meu filé suíno veio tão seco que até machucava engolir, assim como as vagens estavam sem tempero.  O prato infantil veio com batatas com casca, o que não me parece muito adaptado ao paladar infantil médio.



Em compensação, salvaram o dia os bolinhos de feijoada! Que delícia!


Do lado de fora, a praça estava animadíssima com uma feirinha, música e muitas pessoas fantasiadas!

Não descobrimos a razão desse 'congresso de Emílias'

Barraquinhas padronizadas

Apresentação de ciganas

Enfim, nossa impressão do passeio foi a melhor possível. A área estava com uma aparência bem segura e animada, o museu deixou meu filho encantadíssimo e nos divertimos muito!

















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