Bom esse será o relato de um dia repleto de perrengues!
Primeiro, faço remissão ao post anterior (da experiência com o motorhome) em que contei o que aconteceu nessa manhã, quando fomos limpar o esgoto do motorhome... 💩💩💩
Depois, deixamos para abastecer o veículo próximo da chegada a Hamilton (erro recorrente quando alugamos carro) e acabamos tendo que rodar mais uns 20Km. Como já tínhamos ultrapassado a kilometragem prevista na locação, isso nos custou um dinheirinho a mais.
Chegando a Hamilton, tivemos todo o stress da devolução após o acidente. Os funcionários estavam bem bravos e tomamos bronca até pela louça suja na pia (diferentemente dos apartamentos que alugamos, já que a taxa de limpeza estava inclusa, aqui entendiam que havia necessidade de lavar e queriam nos multar por isso).
Enfim, tivemos que repassar fotos, relatórios, entrar em contato com a polícia de Niagara para requerer documentos... Foi bem demorado e chato.
Enfim, terminamos o procedimento por volta de meio dia, sendo que o trem que pretendíamos pegar, saía de Hamilton às 13h.
Além de todo esse atraso, o táxi que foi solicitado demorou muito pra chegar. Acho mesmo que não pediram na hora certa... E, para completar, ficamos parados um bom tempo por conta de um navio que passou provocando a abertura de uma ponte daquelas que se abre...
Nisso, estávamos tentando comprar as passagens de trem pelo celular, mas o site da Viarail não aceitava os cartões de crédito de jeito nenhum!
Chegamos 10 minutos antes das 13h à estação e fomos comprar as passagens no totem da empresa... que também não aceitava cartões!!!
Fomos ao guichê de outra empresa menor, que fazia viagens apenas até Toronto e conseguimos comprar no trem de 13:05.
Mas não conseguimos chegar na plataforma a tempo e perdemos... O seguinte, passaria 20 minutos depois. Isso tudo, sem termos almoçado. Então, abri a bolsa e comemos tudo o que encontramos por lá! Algumas barrinhas, polenguinhos e biscoitos.
Chegando a Toronto, foi uma correria para comprar os bilhetes e pegar o trem seguinte.
Eu pensei que um trem cuja viagem dura mais de 5 horas tivesse um vagão restaurante. Mas, nada. No máximo, um carrinho de sanduíches e snacks muito dos fuleiros...
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O lado bom é que tinha carregador para os eletrônicos e eu pude assistir
Anne enquanto passava pelos cenários do país em que a série acontece. |
Também pensei que trens fossem meios de transporte nos quais, seguramente, haveria previsibilidade de horário. Mas, nada disso também. Os trens do Canadá atrasam loucamente! Todos os que pegamos! Na única vez em que deram uma 'desculpa' disseram que as obras nos trilhos tem que ser feitas no curto período de verão, portanto é uma época sempre atribulada.
Chegamos a Montreal já por volta das 20h... E constatamos, ao tentarmos pedir um Uber, que o chip de celular que tínhamos comprado não funcionaria nessa região, apesar do vendedor ter prometido o contrário.
😩😩😩😩
Bom, mas aí termina nossa sucessão épica de perrengues!
Nossa hospedagem em Montreal era num apartamentinho muito simpático, localizado no melhor ponto da cidade para turismo, o "porto velho', e o proprietário era dono do restaurante francês que ficava no térreo. Nos ajudou com as malas e ainda nos deu 20% de desconto no jantar!
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| Chez Eric |
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| Com direito a música francesa ao vivo! |
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| Pelo letreiro, já houve um hotel no prédio em que ficamos |
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| Entrada do prédio ao lado do Chez Eric |
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| A rua se tornava na rua de pedestres mais movimentada de Montreal logo à frente |
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| Mas onde ficávamos era silencioso e tranquilo |
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| O apartamento era estranhamente comprido, mas bem funcional |
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| Móveis antiquados, mas confortáveis |
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| Nossa vista do porto |
E ainda deu tempo de curtir um pouco as iluminações noturnas e presenciarmos a salva de fogos que ocorre na área, todas as quartas e sábados às 21h, durante o verão!
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E, ao voltar para o quarto, descobrir que conseguíamos assistir o filme
projetado nesse prédio, com a história da cidade! |
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