Seguidores

sábado, 5 de outubro de 2019

Dinamarca - Copenhagen - 2o dia - Kastellet, Amalianborg e Nihavn

Continuação do post anterior

Esse deslocamento à pé do Rosemborg Castle até o Kastellet foi bem puxado. Devíamos ter pego o metrô ou um uber...
No final, para aliviar um pouco, aluguei um desses patinetes elétricos, que tinham em quantidade enorme por lá.  Mas só o Enzo e o Rodrigo conseguiram andar bem naquilo!


Entrando no Kastellet


Infelizmente deu para circular pouco por lá, pois logo o patinete deu 'aviso' de que estava fora da área de cobertura e tivemos que levá-lo de volta à rua... na verdade, o Rodrigo, né? 😉
O Kastellet é uma antiga fortaleza, com vários prédios de uso militar e uma construção como morros em forma de estrela, onde se pode passear.



Na Dinamarca quase não se encontram placas turísticas e aqui não era exceção.  O objetivo era encontrar a outra porta de saída para encontrar a famosa estátua da Pequena Sereia, mas acabamos voltando por onde entramos e dando uma baita volta para encontrá-la.

Por fora, o local é muito bonito e fotogênico.





A essa altura, a fome já batia e fomos procurar uma lanchonete na orla.

Mais de 90 reais por um hambúrger na orla?! Socorro!

Ambulantes, só de café. Nem um sorvetinho!

Vamos pensar no que fazer então??
Bora comer o lanchinho da 'merendeira' do papai até encontramos algo menos horrivelmente caro!!
Mas antes, eu queria ver a bendita sereiazinha! E pra isso tive que voltar grande parte do caminho pela orla!
 Foi fácil de encontrar, pois em frente à pedra onde ela se encontra, há uma aglomeração enorme de turistas!

 

A estátua em si, não é nada demais. Pequena e bem sem gracinha. Mas, já que eu estava lá, fui ver.

Voltamos a seguir pela orla a caminho de Amalianborg, um conjunto de palácios, entre os quais está a atual residência da família real dinamarquesa.  Um dos palácios é uma residência antiga, transformada em museu, cuja entrada compramos em 'combo' em Rosemborg.



 


Esse palácio é bem mais simples que o anterior em sua decoração interna.  Representa uma moradia do séc. IXX, quando a ostentação já não era tanta entre as famílias monárquicas. No entanto, ainda há ambientes bem rebuscados.

 
 

O mais interessante foi conhecer a família real dinamarquesa, da qual nunca tinha ouvido falar.

A "fina flor" do sangue azul europeu reunida!

 

Dos feitos desses monarcas, destaca-se um enfrentamento feito a Hitler pelo, então, rei do país. Enfrentamento verbal e que não evitou a invasão nazista... Mas é algo de que parecem se orgulhar.

De lá, continuamos pela orla até o porto de Nyhavn, o principal cartão postal da cidade.



Pena que não tivemos tempo livre para fazer um passeio de barco... Se bem que, devia ser caro à beça!

Encontramos até uma praia dinamarquesa!
Finalmente, chegamos a NYHAVN, um braço do porto que entra em direção à cidade e tem as casinhas históricas coloridas fofas que se tornaram cartão postal da cidade.





Hora de parar para um lanchinho em uma das lanchonetes super antigas do lugar.



Definitivamente, é o lugar mais popular de Copenhagen. E o mais confuso.
Um contraste com a calma e silêncio que  marca o restante da cidade.






Nos despedimos de Nyhavn e seguimos, mais uma vez à pé, de volta ao apartamento. Passamos pelo bairro latino, que tem toda uma 'pegada' francesa. Foi uma descoberta, pois nem sabia que existia.












































Nenhum comentário:

Postar um comentário