Esse deslocamento à pé do Rosemborg Castle até o Kastellet foi bem puxado. Devíamos ter pego o metrô ou um uber...
No final, para aliviar um pouco, aluguei um desses patinetes elétricos, que tinham em quantidade enorme por lá. Mas só o Enzo e o Rodrigo conseguiram andar bem naquilo!
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| Entrando no Kastellet |
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| Infelizmente deu para circular pouco por lá, pois logo o patinete deu 'aviso' de que estava fora da área de cobertura e tivemos que levá-lo de volta à rua... na verdade, o Rodrigo, né? 😉 |
Na Dinamarca quase não se encontram placas turísticas e aqui não era exceção. O objetivo era encontrar a outra porta de saída para encontrar a famosa estátua da Pequena Sereia, mas acabamos voltando por onde entramos e dando uma baita volta para encontrá-la.
Por fora, o local é muito bonito e fotogênico.
A essa altura, a fome já batia e fomos procurar uma lanchonete na orla.
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| Mais de 90 reais por um hambúrger na orla?! Socorro! |
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| Ambulantes, só de café. Nem um sorvetinho! |
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| Vamos pensar no que fazer então?? Bora comer o lanchinho da 'merendeira' do papai até encontramos algo menos horrivelmente caro!! |
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| Mas antes, eu queria ver a bendita sereiazinha! E pra isso tive que voltar grande parte do caminho pela orla! |

Voltamos a seguir pela orla a caminho de Amalianborg, um conjunto de palácios, entre os quais está a atual residência da família real dinamarquesa. Um dos palácios é uma residência antiga, transformada em museu, cuja entrada compramos em 'combo' em Rosemborg.

Esse palácio é bem mais simples que o anterior em sua decoração interna. Representa uma moradia do séc. IXX, quando a ostentação já não era tanta entre as famílias monárquicas. No entanto, ainda há ambientes bem rebuscados.


O mais interessante foi conhecer a família real dinamarquesa, da qual nunca tinha ouvido falar.
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| A "fina flor" do sangue azul europeu reunida! |

Dos feitos desses monarcas, destaca-se um enfrentamento feito a Hitler pelo, então, rei do país. Enfrentamento verbal e que não evitou a invasão nazista... Mas é algo de que parecem se orgulhar.
De lá, continuamos pela orla até o porto de Nyhavn, o principal cartão postal da cidade.

Pena que não tivemos tempo livre para fazer um passeio de barco... Se bem que, devia ser caro à beça!
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| Encontramos até uma praia dinamarquesa! |
Hora de parar para um lanchinho em uma das lanchonetes super antigas do lugar.
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| Definitivamente, é o lugar mais popular de Copenhagen. E o mais confuso. Um contraste com a calma e silêncio que marca o restante da cidade. |
Nos despedimos de Nyhavn e seguimos, mais uma vez à pé, de volta ao apartamento. Passamos pelo bairro latino, que tem toda uma 'pegada' francesa. Foi uma descoberta, pois nem sabia que existia.









































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