Como a noite anterior tinha muito vento e isso impediria os fogos, o Capitão teve que fazer uma volta com o navio e colocá-lo numa posição que não atrapalhasse o show da noite. Isso atrasou bastante a chegada a Key West. Pela primeira vez não acordamos com o navio já no porto.
Assim, pela primeira vez, acordamos mais tarde e tomamos um desjejum com bastante calma.
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| Deu até para bater umas fotos... |
Ficamos nos divertindo pelo navio até que o navio aportou. Como o Enzo come pouco no café da manhã, demos o almoço a ele e descemos para passear.
Não havia nenhum passeio programado, a idéia era pegar algum city tour e dar uma voltinha para ver a ilha, que é separada do continente por várias outras lhas e fica mais perto de Cuba do que de Miami.
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| Porto de Key West, cheio de lojinhas |
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| Logo que saímos do navio, já encontramos quiosques vendendo passeios de bondinho ou trenzinho pela ilha por cerca de28 dólares por adulto (criança não paga). Nos precipitamos um pouco e compramos logo no primeiro lugar que vimos. Depois, verificamos que tinham outras várias opções, um pouquinho mais baratas até (mas não muito) |
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| Num quiosque ao lado, vendiam passeios de jet ski |
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| Outras opções eram o trenzinho... |
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| O aluguel de carro elétrico em vários tamanhos e modelos |
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| O tuc tuc |
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| Ou mesmo o aluguel de bicicletas (essa de guidom alto era muito comum por ali, tipo seca suvaco!) |
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| Mas nossa opção foi esse ônibus em forma de bondinho que circulava toda a ilha, ao invés de fazer apenas as ruas mais centrais. |
Para pegar o bondinho, seguimos na direção da Duval Street e passamos já por algumas lojas e monumentos interessantes.
Pegamos o bondinho e um simpático guia foi contando várias histórias da cidade. Enzo ficou rapidamente entediado, por ser tudo em inglês, e ficou no ipad. O tour foi longo, mais de uma hora e meia. Mas ele dá a volta em toda a extensão da ilha, até as praias do outro lado.
O que eu mais gostei na ilha foi da arquitetura! As casas em estilo colonial americano são cada uma mais linda que a outra!
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| Rodrigo encontrou sua casa perfeita, com um peixe boi segurando a caixa do correio! |
Mas a ilha tem outras peculiaridades interessantes, como o Farol que não fica perto do mar, o aeroporto internacional que não tem vôos internacionais e as árvores de múltiplos troncos.
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| Uma dessas árvores e o farol por trás |
Quando retornamos à parte central da ilha, saltamos perto da casa de Ernest Hemingway, do qual nunca cheguei a ler realmente nenhuma obra (falha minha no planejamento!). Por isso, só tiramos fotos por fora.
O único local em que animei de entrar, foi no borboletário. Como nunca tinha estado em um, achei que poderia ser interessante. E foi, embora seja bem pequeno.
Seguimos, então pela Duval Street e percebemos que a 'night' começava bem cedo por lá. Tipo 4 da tarde! Os bares já estavam lotados de gente bebendo e uma galera meio 'doidona' povoava as ruas. Assim, o encanto provinciano que o local tinha apresentado para nós foi se desfazendo...
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| Galos de rinha circulam livremente pelas ruas |
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| Lojas com apetrechos relacionados ao uso de drogas são bastante frequentes |
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| Com a proximidade de Cuba, claro que há um próspero comércio de charutos |
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| Também há algumas galerias de arte interessantes |
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| Nesse bar, são penduradas notas de dinheiro pelos clientes em todas as paredes e uma vez por ano, são recolhidas para um projeto de caridade |
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| Outro lugar que pode ser visitado por ali é uma franquia do museu "Acredite se quiser" |
A certa altura, tentamos esperar o próximo bondinho no ponto, para nos levar de volta ao porto, mas, ponto negativo da experiência, ele demorou muito mais que a meia hora prometida. Então, acabamos desistindo e voltamos à pé. Ainda bem que meu joelho tinha melhorado!
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| Enquanto mofávamos no ponto... |
Ah, vale mencionar que o Rodrigo acertou o número de pontes entre a ilha e o continente (42 ou 43, não lembramos mais) e ganhou uma capa de chuva souvenir!
Essa era nossa última noite no navio.
Após nosso último por do sol, encontramos nosso último bichinho de toalhas sobre a cama, acompanhado dos envelopinhos de gorjetas para nossos garçons e camareiro e etiquetas para colocar nas malas a serem despachadas naquela noite mesmo. Então, ficamos com uma mala de mão com tudo o que poderíamos precisar na manhã seguinte e seguimos para o jantar e o último show, que era sobre sonhos que se realizam com os personagens Disney, um grande musical com referências a diversos filmes e estórias em mais uma apresentação digna da Broadway!
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