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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Nossa ida aos EUA - Janeiro 2015 - Cruzeiro Disney - Key West

Como a noite anterior tinha muito vento e isso impediria os fogos, o Capitão teve que fazer uma volta com o navio e colocá-lo numa posição que não atrapalhasse o show da noite.  Isso atrasou bastante a chegada a Key West.  Pela primeira vez não acordamos com o navio já no porto.

Assim, pela primeira vez, acordamos mais tarde e tomamos um desjejum com bastante calma.

Deu até para bater umas fotos...

Ficamos nos divertindo pelo navio até que o navio aportou.  Como o Enzo come pouco no café da manhã, demos o almoço a ele e descemos para passear.

Não havia nenhum passeio programado, a idéia era pegar algum city tour e dar uma voltinha para ver a ilha, que é separada do continente por várias outras lhas e fica mais perto de Cuba do que de Miami.

Porto de Key West, cheio de lojinhas
Logo que saímos do navio, já encontramos quiosques vendendo passeios de bondinho ou trenzinho pela ilha por cerca de28 dólares por adulto (criança não paga). Nos precipitamos um pouco e compramos logo no primeiro lugar que vimos. Depois, verificamos que tinham outras várias opções, um pouquinho mais baratas até (mas não muito)
Num quiosque ao lado, vendiam passeios de jet ski
Outras opções eram o trenzinho...
O aluguel de carro elétrico em vários tamanhos e modelos
O tuc tuc
Ou mesmo o aluguel de bicicletas (essa de guidom alto era muito comum por ali, tipo seca suvaco!)
Mas nossa opção foi esse ônibus em forma de bondinho que circulava toda a ilha, ao invés de fazer apenas as ruas mais centrais.
Para pegar o bondinho, seguimos na direção da Duval Street e passamos já por algumas lojas e monumentos interessantes.
Duval Street é a rua principal do Centro da cidade

Esponjas são um produto típico, aparentemente
Até esculturas fazem com elas!
O doce típico do lugar é a torta de limão, que é vendida em vários formatos (no palito, mergulhada em chocolate, simples,  em cookies, sorvetes, etc.
 Há grandes esculturas realistas de um artista famoso por lá (do qual não lembro o nome) e estão por todo lugar.





Por ali também há alguns museus (restos navais, história da cidade...) e o aquário. Mas não visitamos esses lugares, em razão do tempo escasso que tínhamos para a visita.


Pegamos o bondinho e um simpático guia foi contando várias histórias da cidade. Enzo ficou rapidamente entediado, por ser tudo em inglês, e ficou no ipad.  O tour foi longo, mais de uma hora e meia. Mas ele dá a volta em toda a extensão da ilha, até as praias do outro lado.

O que eu mais gostei na ilha foi da arquitetura! As casas em estilo colonial americano são cada uma mais linda que a outra!



Rodrigo encontrou sua casa perfeita, com um peixe boi segurando a caixa do correio!

Mas a ilha tem outras peculiaridades interessantes, como o Farol que não fica perto do mar, o aeroporto internacional que não tem vôos internacionais e as árvores de múltiplos troncos.

Uma dessas árvores e o farol por trás
Quando retornamos à parte central da ilha, saltamos perto da casa de Ernest Hemingway, do qual nunca cheguei a ler realmente nenhuma obra (falha minha no planejamento!). Por isso, só tiramos fotos por fora.




O único local em que animei de entrar, foi no borboletário. Como nunca tinha estado em um, achei que poderia ser interessante. E foi, embora seja bem pequeno.







Seguimos, então pela Duval Street e percebemos que a 'night' começava bem cedo por lá. Tipo 4 da tarde! Os bares já estavam lotados de gente bebendo e uma galera meio 'doidona' povoava as ruas. Assim, o encanto provinciano que o local tinha apresentado para nós foi se desfazendo...

Galos de rinha circulam livremente pelas ruas
Lojas com apetrechos relacionados ao uso de drogas são bastante frequentes
Com a proximidade de Cuba, claro que há um próspero comércio de charutos
Também há algumas galerias de arte interessantes
Nesse bar, são penduradas notas de dinheiro pelos clientes em todas as paredes e uma vez por ano, são recolhidas para um projeto de caridade

Outro lugar que pode ser visitado por ali é uma franquia do museu "Acredite se quiser"

A certa altura, tentamos esperar o próximo bondinho no ponto, para nos levar de volta ao porto, mas, ponto negativo da experiência, ele demorou muito mais que a meia hora prometida. Então, acabamos desistindo e voltamos à pé. Ainda bem que meu joelho tinha melhorado!

Enquanto mofávamos no ponto...

Ah, vale mencionar que o Rodrigo acertou o número de pontes entre a ilha e o continente (42 ou 43, não lembramos mais) e ganhou uma capa de chuva souvenir!



Essa era nossa última noite no navio.


Após nosso último por do sol, encontramos nosso último bichinho de toalhas sobre a cama, acompanhado dos envelopinhos de gorjetas para nossos garçons e camareiro e etiquetas para colocar nas malas a serem despachadas naquela noite mesmo. Então, ficamos com uma mala de mão com tudo o que poderíamos precisar na manhã seguinte e seguimos para o jantar e o último show, que era sobre sonhos que se realizam com os personagens Disney, um grande musical com referências a diversos filmes e estórias em mais uma apresentação digna da Broadway!




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