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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Nossa ida às Bahamas - Janeiro 2015 - Nassau - Cruzeiro Disney (2o. dia)

A segunda parada do navio foi em Nassau, capital das Bahamas.

Eu tinha algumas opções nessa parada. Uma seria visitar o centrinho da cidade à pé. Ainda bem que não escolhi essa, pois meu joelho ainda doía um pouco (apesar de ter tomado outro dorflex pela manhã).  Outra, seria conhecer o famoso hotel Atlantis, com seus aquários, parque aquático e nado com golfinhos. Ainda bem que não escolhi essa também, pois, além de ser caríssimo, teria muito para andar por lá, além do que o tempo não ficou muito bom para ficar na piscina e, ainda por cima, o Enzo não poderia nadar com os golfinhos, por ter apenas 5 anos.

Na verdade, apesar de um lado meu não gostar da idéia de animais em cativeiro, adestramento de animais selvagens, etc., há um outro lado que sempre quis tirar uma foto com um golfinho. Enfim, essas contradições do ser humano... Era uma experiência que eu queria ter um dia e gostaria que fosse num local como o Caribe ou as Bahamas e não num aquário totalmente artificial como os de Orlando, onde os bichinhos ficam em águas cheias de antibiótico e em espaços tão restritos e diferentes do seu habitat natural.

Assim, partimos logo cedo para um local chamado Blue Lagoon, em uma barca, para fazer a interação com golfinhos.
Nossa Barca
Porto de Nassau 
O tempo não ficou muito bonito nesse dia. Estava mais quente, mas muito nublado. Chuviscou um pouco .
O imponente Hotel Atlantis
As casinhas coloridinhas do centro de Nassau
Residências mais abastadas com estacionamento para lanchas
O guia nomeou mais de 10 celebridades americanas com mansões no trajeto! Não imaginava que Nassau estivesse tão "na moda"
Enfim, chegamos à ilha do Blue Lagoon. E a água, de verde, se tornou mesmo azulzinha!
Entrada
A praia tem brinquedos, mas precisa pagar para passar o dia por lá
Ao chegar, vamos para um galpão ver filmes sobre como se portar com os gofinhos. Depois, uma adestradora faz uma palestra ratificando o que o filme já mostrou e comentando sobre os cuidados tomados com os animais naquele lugar. Enfatizou muito que eles vivem mais que o triplo dos animais na natureza e que eram muito bem tratados e respeitados até em suas vontades. Por exemplo, animais estressados ou que não quisessem participar da interação com humanos (o que eles percebiam por alguns sinais) eram imediatamente trocados.

A ilha é cercada por redes e, pelo que pude perceber, a área em que os golfinhos podem transitar é bastante grande, como se vê, em parte, na foto abaixo.
Hora de botar as roupinhas



Praticamente 'soltos' os golfinhos nadam nos observando e depois entram e saem dos tanques de interação, conforme comandados pelos treinadores
Esse era o tanque do nosso grupo
Uma foto dentro do tanque demonstra que a diversidade nessas águas é semelhante ao do mar ao redor, já que os peixes pequenos passam pelos buracos da cerca
Nosso golfinho fazendo suas gracinhas
E jogando muita água na gente!
Primeiro entramos no tanque apenas para fazer a foto do beijo.  Na hora de entrar, Enzo se assustou e gritou que não queria ir. Eu já tinha entrado e pedi ao Rodrigo que não insistisse. Afinal, ele é assim, vai se libertando dos medos devagar... uma pena que a foto principal tenha sido tirada tão cedo!
Enfim, pareceu que o golfinho tinha ficado um pouco estressado com o barulho do Enzo, mas a adestradora controlou a situação e foi tudo bem.


Essa foi a única foto que compramos porque cobravam 17 dólares cada e um pacote de cento e quarenta dólares pela filmagem com algumas fotos. Achamos caríssimo e deixamos para lá. Como levamos nossa câmera, achamos que tínhamos lembranças suficientes!

Bom, o golfinho tem todo um roteiro de atividades para fazer com os turistas. A treinadora o controla muito bem e uma virada diferente de mão pode significar que ele faça uma careta, jogue água, repita o beijo, entre outras muitas gracinhas.
Mas mesmo vendo o controle da adestradora, não há como não se sentir um medinho... afinal, é um animal selvagem! Olha só minha cara nessa foto!
Enfim, o Enzo topou entrar conosco e fazer a interação
Alimentamos ele com peixes
Passamos a mão em seu dorso e barriga
Chamamos pro abraço!

E abraçamos!
Muitos beijam o golfinho na boca, mas nós não topamos isso não...
Até nos dentes passamos as mãos!
Também dançamos com eles!
Enzo topou até o abraço...
...só não encarou o beijinho!
Valeu a experiência!

Nesse local, também havia a possibilidade de interação com leões marinhos, mas parece que tudo acontece no mesmo horário.  Então, só foi possível dar uma olhada na área deles.



Voltamos na primeira barca, de meio dia.  Almoçamos no navio e eu pude descansar minha perna enquanto Enzo brincava nos computadores dos clubinhos do navio.

Aliás, consegui uma pomada na recepção do navio, nesse dia, que foi muito eficaz para acabar com aquele incômodo. O que foi providencial, pois meu estoque de dorflex tinha acabado.

Como Nassau tem uma história muito ligada à pirataria, essa é tradicionalmente a noite dos Piratas no navio!
À tarde, junto com a escultura de toalhas, os chocolates e o programa do dia seguinte,  deixaram lenços piratas para  usarmos.
Mas eu tinha levado complementos para o nosso piratículo!
Aliás, para a família toda!
Os personagens que ficam tirando fotos pelo navio também estavam à caráter

Todos os hóspedes, de todas as idades, participam da brincadeira
Até cenários temáticos para fotos são montados
O cardápio infantil da noite tem o formato de um chapéu de pirata
E, claro, os garçons também entram no clima. Esses foram os 2 que nos atenderam em todos os jantares.
Aliás, o jantar de comida caribenha estava maravilhoso!



Após o jantar, tivemos um show de um mágico. Achei que ia ser bobo, mas foi muito divertido. O homem sacaneava horrores as crianças da platéia chamadas a auxiliá-lo. E as crianças pareciam contratadas (mas não eram), pois levavam tudo na esportiva e ainda o surpreendiam muito, como o menino que não se assustava com nada.

Após o show, tinha a festa de piratas no deck. Enzo estava morrendo de sono, mas conseguimos assistir aos melhores momentos.
Primeiro os animadores fazem brincadiras com as crianças, interagindo com o telão como ser fosse um video game
Depois chegam os personagens e tomam conta do show
Até que piratas malvados os capturam...
Então, surge o Mickey numa super tirolesa e cai no palco para o salvamento
No final, há uma bela queima de fogos










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