Seguidores

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Nossa viagem ao Atacama - Chegando a Santiago

Queridos leitores, desde já aviso que esse é um relato cheio de emoções e perrengues! Enzo se livrou de umas boas furadas quando decidiu ficar em casa! Claro que nem tudo foram espinhos, mas poucas vezes me lembro de ter estado em uma viagem tão conturbada!

Para começar, compramos nossas passagens com milhas pela LATAM para Santiago (17 mil, cada) e pagamos mais 200 reais por trecho para Calama.  Com a desistência do Enzo, conseguimos reaver as milhas, mas não o dinheiro... Mas, tudo bem, não choramos o leite derramado! Depois de meses tentando tomar essa decisão, finalmente estávamos confortáveis e assumimos o prejuízo com a convicção de ter sido a melhor coisa a fazer!

Pelo menos viajamos confortavelmente, com uma poltrona vazia entre nós, o que ajuda muito em um avião com poltronas tão apertadinhas, que nem telas ou carregadores tinham!  Sorte que levamos nossos Ipads com o app deles, onde pudemos ter acesso a alguns filmes.

Passando pelas Cordilheiras

Chegando a Santiago foi muito fácil encontrar o balcão da Transvip e pedir o ticket do traslado para o Hotel Diego de Almagro Aeroporto, cujo valor está incluído na diária. O hotel é relativamente barato e o fato de ter transfer incluído melhora bastante o custo benefício! (Vale lembrar que, se não fosse assim, valeria mais ficar no Hollywood Inn, que fica do outro lado da rua do aeroporto, mas que é mais caro.)

Logo na saída, muitas vans para traslados dessa empresa
O hotel fica próximo ao aeroporto, numa área bastante deserta. Trata-se de um hotel de trânsito e somente se presta a isso.  Sua decoração é bem antiquada, mas o quarto é confortável e limpo.


 A única coisa injustificável é a manutenção desse carpete velho e manchado! Um veneno para alérgicos! Aliás, nesse mesmo dia, minha sinusite, que já estava meio atacada, começou a piorar... Mal sabia eu do que me esperava no Atacama!



Mas como o trabalho de 'pais' não termina com a
distância, ainda estudamos com o Enzo para a prova de
Matemática pelo Whatsapp!

O café da manhã é servido desde as 4h e é razoável. No restaurante, o serviço de jantar é lento e  estava faltando até água sem gás no restaurante... Em compensação, comi ali um salmão com molho de alho poró memorável!

O transfer para o aeroporto também é providenciado pelo hotel com uma van própria, com saídas a cada meia hora, que funciona muito bem.

Saímos mais cedo do hotel e acabamos sendo encaixados em um voo que saía uma hora antes para Calama, o que acabou sendo uma sorte enorme, já que o nosso voo acabou sendo cancelado!

CALAMA

O aeroporto de Calama fica no meio do deserto e estava uma loucura, com filas e
reclamações por conta do cancelamento do voo seguinte! 

Tivemos que esperar por uma hora que chegasse o nosso carro alugado pela Europcar,
pois, achando que não iríamos embarcar no voo cancelado, não agilizaram a vinda do veículo...
Enfim, só uma amostra dos problemas que essa empresa nos traria!

E ainda nos colocaram no carro errado!! Quando já estávamos saindo, que o funcionário notou o erro..
Então, finalmente, nos entregou nosso Peugeot e pudemos seguir viagem. O carro era bem novo, mas
muito mais frágil do que seria recomendável para esse local, como notamos mais tarde...

A cidade de Calama fica próxima ao aeroporto e tem porte médio. Na volta, a conhecemos
melhor, já que tivemos que dar muitas voltas para encontrar um posto de gasolina aberto,
em razão das eleições que ocorriam naquele dia.
E lá fomos nós!

Por grande parte do caminho, nossa única companhia são os geradores de energia eólica.
Muitos "cataventos" gigantes!

Também há muitas placas pelo caminho, é bem sinalizado.

E a imensidão do deserto se abre à nossa frente!

No caminho, um mirador da Cordilheira de Sal

No próximo post: nossa chegada a San Pedro de Atacama!









Nenhum comentário:

Postar um comentário