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segunda-feira, 2 de abril de 2018

Portugal - Janeiro 2018 - Évora e Monsaraz

Em nosso último dia em Portugal eu cismei que queria conhecer Évora.

Como estávamos sem carro e o trajeto de trem é muito demorado, contratei uma empresa que fazia city tours privados e não me cobraram pela criança: Go Portugal.

Fomos buscados em carro particular pelo guia Luis, que tinha muito conhecimento de história e pudemos entabular infinitas conversas sobre fatos históricos de Portugal e outros países, assunto do qual é muito estudioso. Então, foi um investimento que valeu à pena!

Évora é a cidade mais famosa do Alentejo e fica a cerca de 2 horas de Lisboa. Foi a primeira cidade que o Rodrigo conheceu, pois era lá que seu pai morava da primeira vez que foi visitá-lo em Portugal.

A primeira parada, foi na Igreja de São Francisco, onde fica a famosa Capela dos Ossos, o monumento franciscano de gosto duvidoso, dedicado à transitoriedade humana.

 

"Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos"



Em seguida, seguimos para o centro da cidade medieval, ouvindo as histórias do nosso guia sobre a reconquista cristã da cidade por Geraldo Geraldes, ou Geraldo Sem Medo, um bandido que conseguiu reaver várias cidades alentejanas tomadas pelos mouros com seu bando e, com isso, cair nas graças do rei português, preservar seus saques e evitar punições.

O centro histórico mantém o colorido branco e amarelo que caracterizam
a cidade

Praça principal da cidade, chamada Praça de Geraldo
 Vielas e construções sobre arcos marcam o estilo medieval das construções da cidade.

 




Encontramos um de nossos "pontos turísticos pessoais":
Nessa casa morou meu sogro e foi onde Rodrigo se hospedou
 

Próxima parada, templo romano de Évora, comumente conhecido como Templo de Diana, embora não haja nenhuma comprovação de que tenha sido dedicado a essa deusa.


O templo chegou a ser anexado ao palácio contíguo e, mais tarde, transformado até em açougue!
O palácio hoje também encontra-se bem modificado e hospeda uma das Pousadas de Portugal

Vista da área do Palácio

 Retornamos ao Centro porque era hora de procurar um restaurante para o almoço.



Nosso objetivo era ir a o restaurante Fialho, conhecido na família por ser o melhor restaurante do mundo!


Essa fama deriva de uma história que meu sogro contava, de que se a melhor culinária do mundo é a portuguesa,  a melhor culinária portuguesa é a alentejana, e o melhor restaurante alentejano é o Fialho, então, logicamente, ele é o melhor do mundo!

Só não contávamos com o fechamento das segundas feiras, o dia 'mico' de Portugal... Pouquíssimos restaurantes abrem nesse dia e o Fialho não está entre eles. Então, fiquei sem conhecê-lo.

Nosso guia insistiu que não voltássemos direto para Lisboa, mas passássemos por uma cidade próxima chamada Monsaraz. Eu fiquei um pouco tensa do com tempo, pois tínhamos voo de volta nessa noite, mas deu tempo.



Monsaraz é uma outra cidade tomada pelo Geraldo. Por ficar no alto de um morro, quase na fronteira com a Espanha tinha importante função de vigia da fronteira.

Vista livre até a fronteira entre os países


A cidade é realmente uma graça, daquelas que parece ter parado no tempo.

 


 


 


 




 E, assim, começamos a nos despedir de Portugal, até a próxima visita!



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