Na verdade, esse foi nosso único dia de passeio em Toronto. Acabamos espremendo tanto o roteiro que sobrou pouco para a cidade... No entanto, eu acho que vimos o que queríamos ver e tivemos um dia excelente!
Na minha opinião, Toronto é como uma NY mais provinciana, menos estressada e cinza, mas igualmente cosmopolita. Uma metrópole bem mais limpa e arrumada que a média, mas sem o charme de cidades menores. Por isso, fiquei satisfeita com o curto período que tivemos lá e não me ressenti de não ter ficado mais.
Não gosto de ser repetitiva em passeios e já tínhamos feito recentemente Aquário, Museu de Ciências, Palácios antigos, Museus de arte... Então não me animei muito com as atrações disponíveis e foquei só no que era mais diferente das últimas experiências.
Acordamos cedo e corremos para a CN Tower!
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| Bem cedinho dá até pra tirar foto sem um monte de turistas junto! |
O dia estava lindo e Torre estava vazia também!
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| Facinho de tirar foto com os bichinhos que ficam na fila da atração! |
A 'máquina de imaginação' do Enzo logo começou a funcionar e ele quis voar por aquele céu!
Encontramos nosso prédio (The Icon) ali no meio. O único com árvores na cobertura!
Depois descemos um andar para ver o chão de vidro.
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| Desse andar a vista não é muito boa, por causa das redes de segurança |
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| Uma passadinha pela gift shop e seus bichinhos fofinhos! |
Descemos da Torre e pegamos o ônibus para o City Tour ali embaixo mesmo. Pagamos na hora.
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Tinham opção em português brasileiro, mas não era boa,
quase não tinha informação. Enzo ouviu em inglês mesmo. |
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| Filtro solar e viseira que o sol de verão não é fácil por lá! |
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| O tour dura 2 horas e tem bastante ônibus em circulação. O trajeto não é muito amplo, mas algumas informações fornecidas pela guia são interessantes, especialmente as referentes às histórias de fundação e formação da cidade. Enfim, o suficiente para ter uma visão geral do local. Levando em conta que o ticket vale por 48h, é uma boa opção para o hop on hop off. |
A cidade alterna os estilos super moderno e o industrial (com tijolinhos vermelhos) e o mais legal da cidade é ver esse contraste.
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| Distillery District |
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| Além do metrô, o serviço de bondes parece muito farto. |
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Às vezes o trânsito fica complicado com ruas divididas entre ciclistas, bondes
e carros! Eles mesmos não se entendem muito nesses casos... |
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| Muitos prédios tem essas ligações externas, para passagem durante o frio |
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| O ponto no.1 do ônibus é em Dundas Square, uma espécie de Times Square novaiorquina, com telões de propaganda. |
Tinha que escolher uma das atrações da cidade para visitar. As opções são, normalmente, Casa Loma (palacete), AGO (galeria de arte), Bata Museum (museu de sapatos) e ROM, ou Royal Ontario Museum. Escolhemos esse último.
Só a arquitetura do prédio já vale a visita!
Mas antes de encarar o museu, uma paradinha para almoço no Gabby´s, bem em frente do ROM!
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| Uma pizza inteira mata sua fome, filho? |
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| Bifes malpassados, como ele gosta |
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| Quesadillas para mim |
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Aqui aprendemos que, sobre a conta, incide uma taxa de cerca de 15%,
mais gorjeta padrão de 15%, o que aumenta 30% no valor de face do pedido. |
Enfim, de barrigas cheias, rumo ao museu!
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Enzo ficou tão encantado por essa banda de Jazz, que estava na porta,
que comprou o CD deles! |
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| Salão de entrada do museu |
Na decoração, totens indígenas típicos da América do Norte:
O ROM é MUITO maior do que eu imaginava. Ele tem história natural, história canadense, história mundial... E em todos os setores tem MUITO de TUDO. Ou seja, as 2 horas que passamos lá foram bastante corridas.
Existe uma visita guiada com os highlights do museu, mas só peguei uma explicação e depois perdi a guia, pois o Enzo tinha se distanciado. Mas, pelo que deu para entender, ela pinçava apenas algumas poucas coisas de cada área e se movimentava muito rapidamente pelos salões.
Enfim, com ela aprendi que a pele de castor era muito valiosa e contrabandeada durante o período colonial, especialmente para fabricação de chapéus e que a expressão "mad as a hat maker" surgiu porque os fabricantes ferviam as peles em mercúrio, o que acabava comprometendo seu sistema neurológico.
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| Pele e chapéu de castor |
A melhor área para crianças é a de história natural, com muitas vitrines cheias de animais empalhados (o que o Enzo não costuma curtir muito).
Há muitas exposições interativas interessantes para crianças por lá: Experimentar roupas antigas, montar/brincar em castelos de brinquedo, quebra cabeças temáticos e outros, como:
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| Tocar em ossos ... |
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| ... e peles de animais |
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| Aprender a contar idade de árvores |
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| Desvendar inscrições antigas (Maias, nesse caso) |
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| E o favorito do Enzo: brincar de |
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| arqueólogo em tanques de areia |
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| Já que não podemos ir no outono, dá pra tirar foto na Maple tree de mentirinha... |
Na área de história mundial há muitos objetos representando todas as culturas possíveis, com destaque para a egípcia:
Resignada com o fato de que não iria conseguir mesmo ver tudo o que havia por lá, encerrei a visita e voltamos para o ponto do ônibus para dar continuidade ao tour.
Tínhamos um compromisso marcado nesta tarde com os amigos marcianos na Main Island e estávamos ansiosos para ir para lá!
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