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sexta-feira, 27 de julho de 2018

Canadá - Julho 2018 - CN Tower, Toronto city tour e ROM

Na verdade, esse foi nosso único dia de passeio em Toronto.  Acabamos espremendo tanto o roteiro que sobrou pouco para a cidade... No entanto, eu acho que vimos o que queríamos ver e tivemos um dia excelente!

Na minha opinião, Toronto é como uma NY mais provinciana, menos estressada e cinza, mas igualmente cosmopolita.  Uma metrópole bem mais limpa e arrumada que a média, mas sem o charme de cidades menores. Por isso, fiquei satisfeita com o curto período que tivemos lá e não me ressenti de não ter ficado mais.

Não gosto de ser repetitiva em passeios e já tínhamos feito recentemente Aquário, Museu de Ciências, Palácios antigos, Museus de arte... Então não me animei muito com as atrações disponíveis e foquei só no que era mais diferente das últimas experiências.

Acordamos cedo e corremos para a CN Tower!

Bem cedinho dá até pra tirar foto sem um monte de turistas junto!

O dia estava lindo e Torre estava vazia também!

Facinho de tirar foto com os bichinhos que ficam na fila da atração!



A 'máquina de imaginação' do Enzo logo começou a funcionar e ele quis voar por aquele céu!





Encontramos nosso prédio (The Icon) ali no meio. O único com árvores na cobertura!



Depois descemos um andar para ver o chão de vidro. 

 


 

Desse andar a vista não é muito boa, por causa das redes de segurança

Uma passadinha pela gift shop e seus bichinhos fofinhos!

 Descemos da Torre e pegamos o ônibus para o City Tour ali embaixo mesmo. Pagamos na hora.



Tinham opção em português brasileiro, mas não era boa,
quase não tinha informação. Enzo ouviu em inglês mesmo.

Filtro solar e viseira que o sol de verão não é fácil por lá!

O tour dura 2 horas e tem bastante ônibus em circulação. O trajeto não é muito amplo, mas algumas informações fornecidas pela guia são interessantes, especialmente as referentes às histórias de fundação e formação da cidade. Enfim, o suficiente para ter uma visão geral do local. Levando em conta que o ticket vale por 48h, é uma boa opção para o hop on hop off.

A cidade alterna os estilos super moderno e o industrial (com tijolinhos vermelhos) e o mais legal da cidade é ver esse contraste.

 


 Distillery  District

Além do metrô, o serviço de bondes parece muito farto.

Às vezes o trânsito fica complicado com ruas divididas entre ciclistas, bondes
e carros! Eles mesmos não se entendem muito nesses casos...
 




Muitos prédios tem essas ligações externas, para passagem durante o frio

O ponto no.1 do ônibus é em Dundas Square, uma espécie de Times Square novaiorquina, com telões de propaganda.

Tinha que escolher uma das atrações da cidade para visitar. As opções são, normalmente, Casa Loma (palacete), AGO (galeria de arte), Bata Museum (museu de sapatos) e ROM, ou Royal Ontario Museum.  Escolhemos esse último.

Só a arquitetura do prédio já vale a visita!






Mas antes de encarar o museu, uma paradinha para almoço no Gabby´s, bem em frente do ROM!



Uma pizza inteira mata sua fome, filho?
Bifes malpassados, como ele gosta
  
Quesadillas para mim

Aqui aprendemos que, sobre a conta, incide uma taxa de cerca de 15%,
mais gorjeta padrão de 15%, o que aumenta 30% no valor de face do pedido.

Enfim, de barrigas cheias, rumo ao museu!

Enzo ficou tão encantado por essa banda de Jazz, que estava na porta,
 que comprou o CD deles!
Salão de entrada do museu
 Na decoração, totens indígenas típicos da América do Norte:

 

O ROM é MUITO maior do que eu imaginava. Ele tem história natural, história canadense, história mundial... E em todos os setores tem MUITO de TUDO.  Ou seja, as 2 horas que passamos lá foram bastante corridas.

Existe uma visita guiada com os highlights do museu, mas só peguei uma explicação e depois perdi a guia, pois o Enzo tinha se distanciado.  Mas, pelo que deu para entender, ela pinçava apenas algumas poucas coisas de cada área e se movimentava muito rapidamente pelos salões.

Enfim, com ela aprendi que a pele de castor era muito valiosa e contrabandeada durante o período colonial, especialmente para fabricação de chapéus e que a expressão "mad as a hat maker" surgiu porque os fabricantes ferviam as peles em mercúrio, o que acabava comprometendo seu sistema neurológico.

Pele e chapéu de castor
 A melhor área para crianças é a de história natural, com muitas vitrines cheias de animais empalhados (o que o Enzo não costuma curtir muito).



Há muitas exposições interativas interessantes para crianças por lá: Experimentar roupas antigas, montar/brincar em castelos de brinquedo, quebra cabeças temáticos e outros, como:

Tocar em ossos ...
... e peles de animais

Aprender a contar idade de árvores
Desvendar inscrições antigas (Maias, nesse caso)

E o favorito do Enzo: brincar de 
arqueólogo em tanques de areia


Já que não podemos ir no outono, dá pra tirar foto na Maple tree de mentirinha...

Na área de história mundial há muitos objetos representando todas as culturas possíveis, com destaque para a egípcia:





Resignada com o fato de que não iria conseguir mesmo ver tudo o que havia por lá, encerrei a visita e voltamos para o ponto do ônibus para dar continuidade ao tour.

Tínhamos um compromisso marcado nesta tarde com os amigos marcianos na Main Island e estávamos ansiosos para ir para lá!























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