Olomouc (Olomoutse) é uma cidade relativamente grande (6a maior da República Tcheca). Hoje é uma cidade universitária, mas por sua localização muito estratégica, bem no centro da Morávia e com distâncias semelhantes para várias capitais importantes tanto para o Império Austro-Húngaro, como para os domínios nazistas e soviéticos, foi um ponto estratégico para fins militares.
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| Na praça principal, destaca-se a prefeitura, o relógio astronômico e a coluna inaugurada pela própria imperatriz Maria Tereza da Áustria |
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| A Prefeitura vista de trás |
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| A Praça é ladeada por várias fontes de temáticas diversas |
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| A fonte dedicada a César, que segundo uma lenda antiga, poderia ter fundado a cidade |
O relógio astronômico foi recuperado pelo regime comunista e tem como temática trabalhadores que aparecem nas janelinhas e rodam de hora em hora, sendo o espetáculo mais longo ao meio dia.
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| Ao lado da Filarmônica, o melhor restaurante da Praça, o Moravská |
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Provando o queijo de Olomouc (o redondo)
Ruim pacas! |
Na segunda feira, Rodrigo foi trabalhar e eu fiquei com a inglória atribuição de achar algo para fazer... Inglória porque tudo estava fechado! Museus, spas, tours, nada funcionava! Encontrei uma única opção: um passeio de Segway de 2 horas.
A guia era uma jovem nascida na cidade, mas que já tinha morado na Inglaterra. Seu inglês era ótimo, mas seu conhecimento de história ou turismo era nulo! Ela me apresentou a cidade do ponto de vista de uma moradora, o que também foi interessante.
Há um enorme parque na parte de trás do centro histórico e muitos prédios e museus dão para esse grande 'quintal'.
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| Entrada do Jardim Botânico, que estava... fechado! |
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Uma escolinha no meio do parque. Com uma cerimônia em que meninas vestiam-se de noivas
e iam, aos casais, até aquela casinha, onde a mulher de rosa dizia algo...
Minha guia não soube explicar o que era, mas achei estranhíssimo. |
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| Há dois museus do arcebispado na cidade. |
A mais bonita igreja é a de St. Michel:
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| Maquete do Centro Histórico |
O passeio foi interessante. Ela me falou sobre a vida dos jovens no local, de como sempre há festas e festivais para irem (segundo ela, muito mais divertido que Londres) e como se vive bem, numa sociedade com economia bastante aquecida, onde ela pode se desdobrar entre vários empregos. Confirmou algumas histórias do período comunista que ouviu de sua família e disse que o que mais se sente falta daquela época é de não ter tantos imigrantes! Enfim, é uma comunidade bem fechada em seus próprios costumes e bem desconfiada quanto aos estrangeiros, que se habituou, ao que me pareceu, a viver em seu próprio núcleo após a experiência comunista.
Andar de Segway não é difícil, porém, não posso dizer o mesmo de subir com ele no meio fio...😐😒
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