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domingo, 8 de julho de 2018

Olomouc - Junho 2018 - Centro histórico

Olomouc (Olomoutse) é uma cidade relativamente grande (6a maior da República Tcheca). Hoje é uma cidade universitária, mas por sua localização muito estratégica, bem no centro da Morávia e com distâncias semelhantes para várias capitais importantes tanto para o Império Austro-Húngaro, como para os domínios nazistas e soviéticos, foi um ponto estratégico para fins militares.

Na praça principal, destaca-se a prefeitura, o relógio astronômico e a coluna inaugurada pela própria imperatriz Maria Tereza da Áustria
A Prefeitura vista de trás

A Praça é ladeada por várias fontes de temáticas diversas

 





A fonte dedicada a César, que segundo uma lenda antiga, poderia ter fundado a cidade

O relógio astronômico foi recuperado pelo regime comunista e tem como temática trabalhadores que aparecem nas janelinhas e rodam de hora em hora, sendo o espetáculo mais longo ao meio dia.




Ao lado da Filarmônica, o melhor restaurante da Praça, o Moravská

Provando o queijo de Olomouc (o redondo)
Ruim pacas!

 




Na segunda feira, Rodrigo foi trabalhar e eu fiquei com a inglória atribuição de achar algo para fazer... Inglória porque tudo estava fechado! Museus, spas, tours, nada funcionava!  Encontrei uma única opção: um passeio de Segway de 2 horas.


A guia era uma jovem nascida na cidade, mas que já tinha morado na Inglaterra. Seu inglês era ótimo, mas seu conhecimento de história ou turismo era nulo! Ela me apresentou a cidade do ponto de vista de uma moradora, o que também foi interessante.

Há um enorme parque na parte de trás do centro histórico e muitos prédios e museus dão para esse grande 'quintal'.




Entrada do Jardim Botânico, que estava... fechado!


Uma escolinha no meio do parque. Com uma cerimônia em que meninas vestiam-se de noivas
e iam, aos casais, até aquela casinha, onde a mulher de rosa dizia algo...
Minha guia não soube explicar o que era, mas achei estranhíssimo.

Há dois museus do arcebispado na cidade.




  A mais bonita igreja é a de St. Michel:






Maquete do Centro Histórico

O passeio foi interessante. Ela me falou sobre a vida dos jovens no local, de como sempre há festas e festivais para irem (segundo ela, muito mais divertido que Londres) e como se vive bem, numa sociedade com economia bastante aquecida, onde ela pode se desdobrar entre vários empregos. Confirmou algumas histórias do período comunista que ouviu de sua família e disse que o que mais se sente falta daquela época é de não ter tantos imigrantes! Enfim, é uma comunidade bem fechada em seus próprios costumes e bem desconfiada quanto aos estrangeiros, que se habituou, ao que me pareceu, a viver em seu próprio núcleo após a experiência comunista.

 Andar de Segway não é difícil, porém, não posso dizer o mesmo de subir com ele no meio fio...😐😒










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