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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Nossa ida a Bariloche - A Partida

Bariloche era um sonho antigo que nunca consegui realizar. Sabe aquelas viagens 'encantadas', que sempre furam por um motivo ou outro e nunca se concretizam? Era a minha. Então, esse ano, com bastante antecedência (mais de 3 meses), comprei passagens e marquei hotel.  Mesmo sem saber se teria neve no período, mesmo tendo tido experiências anteriores com cancelamentos de voos comprados antecipadamente... Esse ano eu não perderia a oportunidade!

O hotel já estava escolhido há anos, desde outras tentativas de marcação. Tinha que ser no Centro, pois não alugaríamos carro com chance de dirigir na neve! Também tinha que ser fácil para deslocamento com o Enzo, que detestava andar. Com passeios de dia inteiro de excursão, não daria para compras em mercado e cozinhar... Restaurante no hotel e opções próximas eram importantes. Como não há hotéis com kid´s place ou cuidados infantis, pelo menos uma piscininha era bom que tivesse, para o caso de um dia (ou muitos) de mal tempo...

Então, o Edelweiss já estava na minha lista há tempos! 5 estrelas, mas com preço em torno de 700 reais a diária. Conforto necessário para essa incursão em um local com temperaturas abaixo de zero e proteção para eventuais intempéries!

Arranjei muitas roupas especiais emprestadas e comprei outras. Fiz minha mala pecando pelo excesso (ainda bem!). Pela primeira vez, foi uma mala para cada um!

Uma semana antes de embarcar, começou a saga com a TAM.

No dia 11/08 recebi mensagem no celular informando alteração no voo. Já era a 4a ou 5a que recebia, normalmente para informar alterações de minutos na saída do voo, mas dessa vez era diferente: o voo de ida, que era direto e diurno, tinha passado a ser na madrugada. Tudo o que não se quer quando se viaja com um filho de 5 anos e chega-se a um local congelante pela primeira vez.

Pensando muito rápido, pois as vagas nos voos iam se esvaindo rapidamente, decidimos sair um dia antes de viagem, dia 22, e pernoitar em Buenos Aires, após conexão em SP, pegando o voo para Bariloche na manhã seguinte, assim não perderíamos o dia 23 exaustos e insones.

Depois de duas tentativas frustradas, achei um hotel razoavelmente próximo do Aeroparque por 109 dólares (+ IVA, táxi e jantar para o Rodrigo). O Hotel Cristofaro Colombo tinha um lindo e imponente lobby e um quarto deprimentemente mal cuidado, apesar de espaçoso. Mas, era só para dormir umas horinhas (e dar uma despesinha extra) e encaramos.

No dia seguinte, mais algumas despesas com um táxi (por volta de 80 pesos, cada perna) e um café da manhã com medias lunas e dulce de leche e embarcamos cerca de 7:30 para o último trecho daquela viagem e, finalmente, chegarmos a Bariloche!

Animados no aeroporto às 6:30 da manhã!

Pela primeira vez: 3 malas! Além de uma mala de bordo com os casacos/luvas/toucas que nos protegeriam do frio patagônico logo na chegada... e do 'malinha mor', claro! rs

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