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sábado, 20 de fevereiro de 2016

Nossa ida à Patagônia - Ushuaia - Museu Marítimo e do Presídio

No nosso último dia em Ushuaia tínhamos que fazer o check out até 10h e pegar o voo para El Calafate às 16h, então, sobravam umas horinhas para um passeio antes do almoço.

Nossa opção foi o Museu Marítimo e do Presídio, que é o mais famoso de lá.

Presidiário-propaganda de city tour

Ônibus do city tour


O museu funciona na base naval, onde havia um presídio no início do século XX, que tem muitas histórias.  Além dele, fala-se das navegações exploradoras, dos pioneiros e dos Yamanás.

Entrada do museu

Mapa das galerias

Em algumas salas, ha dessas folhas de explicação sobre o acervo em várias línguas, inclusive português

Mas, para crianças, vale investir no audioguia, o que entreteve o Enzo durante um bom tempo. Também disponível em português. Nessa sala, maquetes reproduzem navios de exploradores e contam suas aventuras.

Yamanás e suas canoas na ala dos nativos e pioneiros. 

Galeria do presídio
 A princípio, visitar um presídio é um tema meio funesto, na minha opinião. Mas há histórias interessantes a se descobrir por lá. Não muitas, mas há... Para crianças, no entanto, é difícil achar algo que entretenha nesse tema!

Para quem não está com crianças (ou tem a disposição de voltar, pois o ingresso vale por mais de um dia) há visitas guiadas incluídas no preço.
Para mim, a história mais interessante foi a da suspeita de que Gardel tenha sido um dos presos do local. Descobrir que ele foi um grande vigarista na juventude e, por isso, ninguém sabe se ele era uruguaio ou argentino (tinha documentos dos dois países para evitar a ficha criminal) foi muito surpreendente! Na verdade, ele usava tantos nomes, com pequenas variações, que só se pode supor que um determinado preso, conhecido pelos outros presidiários como Chaco, era o rapaz metido com a máfia que a todos encantava com músicas criollas no tempo em que esteve lá preso. Certamente, depois da fama foi reconhecido por alguns 'colegas'. Verdade ou não, o caso é contado no museu.


 No andar superior, há uma mostra da fauna.

Imitando pinguim
Saímos de lá e seguimos pela rua principal para almoçarmos. No caminho, fomos tirando mais fotos!





Almoçamos na Trattoria Martina. Serviço bom e preço honesto.


Truta (salmonada) com batatas
Depois, passamos na agência Tolkeyen para fazer as reservas para os passeios em El Calafate, já que chegaríamos tarde e não daria tempo de organizar lá.  Foi uma boa idéia, já que os passeios para o Perito Moreno estavam lotados para o dia seguinte e só conseguimos vaga para o outro dia. Bem que eu tinha lido que, na alta temporada, não se pode deixar esse passeio para marcar na última hora!

Rumo a El Calafate!




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