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quarta-feira, 25 de julho de 2018

Canadá - Julho 2018 - Chegada a Toronto

Voando com a Delta

Ficamos muito bem impressionados com o serviço da Delta Airlines. Tanto dos funcionários de solo, quanto dos comissários de bordo.  Os 4 vôos foram bem organizados e só no penúltimo tivemos um pequeno atraso.

Oferecem toalhas para limpar as mãos, garrafa de água, máscaras e tampões de ouvido. A comida é servida logo que possível, mas é bem mediana.

As milhas estão entrando bem rápido e tiveram o cuidado de nos indicar a sala vip, quando viram que o Rodrigo era categoria diamante na empresa parceira (Smiles). Aliás, o uso dos privilégios do Sky Priority foram bem aproveitados!

Buffezão da área Vip

Apresentando nosso companheiro de viagem

Terminou o livro todo ainda em Toronto. Adorou!

Os pontos negativos são, como sempre, a distância entre as cadeiras e a (falta de) recline na classe econômica. As telas touch também não funcionavam muito bem, pois estavam desgastadas, assim como a escolha de filmes não nos agradou. Mas havia bastante opções disponíveis.  Como havia carregadores nos voos mais longos, usamos mesmo nossos filmes já baixados nos ipads.

A troca de aeronaves em Atlanta funciona bem e não demanda retirada de bagagem ou passagem por novos controles de trânsito.

Só deu tempo de aprender que a Geórgia é a terra do pêssego:


 A imigração nos EUA, no entanto, foi uma chatice. Colocaram uns totens para ler os passaportes, que supostamente agilizariam o processo para quem tem ETA e Esta (autorização prévia para turismo nos EUA e Canadá para quem tem passaporte europeu), mas não funciona bem assim não.  

Todos os adultos recebem um documento riscado com X e são obrigados a pegar uma fila enorme para falar com o Policial Federal, onde vimos muitas famílias sendo levadas pelos oficiais para conversas em separado (as temidas 'salinhas').

 

Pelo menos, dessa vez não ocorreu o mesmo que na volta, quando o Policial cismou que eu tinha um segundo passaporte com nome de Cristina sei lá o quê (um nome bem latino)... Levei um baita susto e até agora não entendi o que aconteceu... Mas, após algumas novas confirmações, ele me liberou. Ufa!


Saindo do aeroporto em Toronto



Assim que saímos da área de desembarque, encontramos um quiosque da CHATR, uma empresa de chips de telefone locais.  Eu sabia que as melhores do Canadá eram a Roger e a Bell, mas também tinha referência de que essa funcionava bem, então compramos o pacote de 6 giga por 50 dólares.



Realmente, funcionou lindamente em toda a região de Toronto/London/Niagara. Porém, quando fomos para a parte francesa do país (Montreal/Quebec), parou de funcionar, embora o vendedor tivesse dito que o serviço também abrangia aquela área.

Para comer, não vimos muitas opções, mas o Enzo ficou empolgado com o prato nacional mais famoso, o Poutine, que nada mais é que uma batata frita molhada em um molho tipo ranch com pedaços de queijo. Parece nojento, e é mesmo...rs



O dele veio mais incrementado com bacon e frango. Ele tascou catchup e até que ficou bem gostosinho. O meu era o tradicional e não achei essas coisas não...




Para sair do aeroporto usamos o VLT chamado UP Express. Crianças não pagam e adultos pagam 12,50 (pode comprar no guichê ou na maquininha, ambos com cartão de crédito), enquanto taxis custavam em torno de 65 dólares e uber, segundo me informaram, cobravam uma taxa para buscar no aeroporto (embora numa simulação posterior tenha aparecido um valor de cerca de 45 dólares apenas, então, acho que teria sido uma opção até melhor).



O UP sai do Terminal 1, então temos que pegar o trenzinho interno do aeroporto, já que os voos internacionais parecem estar concentrados no Terminal 3 (não há Terminal 2!!)

Os trilhos são suspensos pelo lado de fora do aeroporto

Tem um espaço para malas no vagão

A promessa do UP é de chegar em 20 minutos na Union Station, no Financial District de Toronto, mas não conte com isso!  Na ida levamos um pouco mais e na volta, foi o dobro disso! Transporte público (especialmente trens) no Canadá não é como na Europa, com horários certinhos.  Pensamos que era e nos demos mal várias vezes...

 

Union Station
 A área da Union Station mistura a velha e a nova Toronto do Distrito Financeiro, vizinho ao Distrito dos entretenimentos, onde ficamos:





Hotel mais caro da cidade

Da Union Station até nosso apartamento alugado devia dar uns 15 minutos à pé, mas com malas e criança, optamos por um Uber (por 8 dólares).


Nossa primeira experiência com o Airbnb


Uma coisa que privilegio ao buscar hospedagem é que fique bem localizada. Acho péssimo ficar longe dos locais turísticos e ter que enfrentar 20 minutos de condução toda vez que sair e quiser me sentir no lugar bonito que escolhi visitar.

Porém, a hospedagem em hotéis bem localizados no Canadá é absurdamente cara, então parti para uma nova experiência: o aluguel de apartamentos por temporada.  Nesse caso, o pior inconveniente desse modelo não se apresentava, que é a necessidade de guardar as malas antes do check in ou depois do check out, quando o vôo chega muito cedo ou sai muito tarde.

Outro inconveniente é o cancelamento pelo proprietário em cima da hora e o pagamento antecipado. Para minimizar isso, descobri que há a opção de buscar no site pelos Superhosts, que são proprietários com histórico de boas notas e nenhum cancelamento.

O eleito chamava-se Luxury Downtown Core Toronto e ficava no coração do Entertainment Centre, área de shows, esportes, aquário, torre, porto e muitos restaurantes. Ou seja, a mais turística das áreas da cidade.

A nossa anfitriã respondia muito rapidamente as mensagens e morava no mesmo prédio, o que me deu segurança para o caso de algo não funcionar.  Também era um prédio com porteiro, onde era entregue a chave, o que afastava o inconveniente de ter que marcar a hora da chegada e arriscar de ficar na rua esperando alguém atrasado...

O check in era às 14h, mas eu pedi para deixar as malas mais cedo (os hóspedes anteriores saíram 12h) e a moça da limpeza acelerou para deixar as chaves na portaria às 13h30.

O prédio se chamava The Icon, é enorme e tem muitos apartamentos de aluguel no Airbnb. A rua é bem fofa para um centro de cidade:

 

Sala com sofá cama

Cozinha bem equipada e moderna

Quarto com cama, armário embutido e mesinha de trabalho

Lavadora e secadora

Varandinha

 E ainda tínhamos direito aos benefícios da cobertura do prédio:

Academia

Vista do Lago

Árvores (!!)

Espaço para churrasco
E vista privilegiada para a torre:

 

Além de uma piscina interna, que não deu pra fotografar!


Turistando

Nosso plano era de subir a torre nessa tarde, mas quando chegamos lá, soubemos que a fila de espera estava dando uma hora! Como estávamos hospedados ali do lado, resolvemos deixar para o dia seguinte e apenas dar uma volta para 'reconhecimento da área'.


Virando a esquina, já encontrávamos a torre

Passarela florida para o Rogers Centre, o estádio de esportes
Escultura no Rogers Centre. Adoramos!

Aquário

Ruas floridas

Escultura 'A corrida dos salmões'
O Rogers é a sede do time local de basebal, o Blue Jays

 Depois da voltinha, paramos no mercado para fazer nossas comprinhas:

Mercado Rabba, à direita


Nosso lavador de louça oficial em ação!












2 comentários:

  1. Você esqueceu de falar que tudo lá tinha no mínimo um pouquinho de pimenta ��

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  2. As séries só tinham 2 episódios e nem eram na ordem

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