Depois daquela primeira tentativa, confesso que havia grande tensão na empreitada.
Optamos por sair do Rio às 17h de sexta-feira, buscando-o na creche após o jantar, que era dado às 16:30. Com isso, imaginávamos que ele dormiria boa parte do trajeto. Só não contávamos com um enorme engarrafamento na saída da cidade. Então, a viagem que era para durar 3 horas, durou quase 6!
O pequeno tirou uma soneca durante o engarrafamento, acordou quando pegamos a estrada, mas também não reclamou muito até quase as 20:00h, quando paramos para dar a mamadeira e ele, mais calmo, conseguiu voltar a dormir.
Surpreendentemente, adaptou-se bem ao berço da chácara em que ficamos hospedados e divertiu-se muito explorando o novo ambiente, embora com passos inseguros, afinal só tinha começado a andar umas 2 semanas antes... Conheceu galinhas, sapos e se mostrou encantado com todas as novidades.
Olha, Enzo, um sapinho!
A comida também não foi problema, pois pegou carona na papinha das primas e ficou bem satisfeito! Aliás, essas papinhas nos salvaram, porque o meu "bebê gourmet", desde os 7 meses, não aceitava mais os famosos potinhos nestlé que são os salvadores das mães viajantes...
Ainda havia várias mamadeiras para lavar, mas não era mais necessário esterelizar e ali me dei conta de interessante fenômeno, constatado em todas as viagens seguintes: ele mama muito menos à noite durante as viagens do que quando está em casa!
Na volta, aproveitamos o horário da soneca pós almoço, que era de cerca de 2 horas na época, e voltamos para casa com bastante tranquilidade.
E, agora sim, com gostinho de quero mais!!
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